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"A Esperança não decepciona" (Rm 5,5)

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Artigos Voz do Pastor

Estamos vivendo a implementação do Sínodo dos Bispos (2021-2024) – Parte 5

No mês passado disse a respeito das DGAE como elemento fundamental para Implementação do Sínodo dos Bispos sobre a sinodalidade.

A imagem que conduz todas as DGAE 2026-2032 é a imagem da TENDA DO ENCONTRO. Esta imagem não substitui a imagem da CASA com os quatro pilares das DGAE 2019-2023, mas amplia a dimensão missionária da ação evangelizadora das nossas comunidades eclesiais, pois esta imagem mostra mais nitidamente uma Igreja em movimento. “Esta tenda, sustentada pelas estacas bem firmes da fé, esperança e caridade, é espaço de comunhão, participação e missão. Como o povo que a habita SAÍMOS rumo às periferias geográficas e existenciais.” (DGAE 2026-2032 n. 9) Importante, também é as estacas que sustentam a tenda. Não pode ser qualquer outro tipo de estaca.

Algumas imagens bíblicas adotadas nas DGAE podem ser inspiradoras para nossa compreensão e ação missionária.

A primeira é a imagem da tenda na experiência do povo de Israel no Êxodo. Estar na tenda significava ter proteção. Estar num espaço de acolhida, hospitalidade e lugar de reflexão sobre a aliança com Deus. Estar na tenda significava disponibilidade de colocar-se sempre a caminho, não de acordo com a própria vontade, mas em obediência à Palavra de Deus proclamada por Moisés e seguir para o destino seguinte, conforme à vontade do próprio Deus. “A flexibilidade ou mobilidade da tenda…indica a necessidade de atenção, discernimento, abertura e disponibilidade por parte do povo em seu caminhar por este mundo em constante mudança, respondendo aos sinais por meio dos quais o Senhor fala e indica novos passos.” (DGAE, 11) Alguns autores patrísticos compararam Maria como a tenda da reunião, pois ela foi coberta  pelo poder do “Altíssimo” e foi obediente em seguir pelos caminhos da vontade de Deus.

A segunda imagem foi aquela utilizada na fase continental do Sínodo: Is 54,2, “Alargue o espaço da tua tenda.”. Trata-se de um texto do dêutero Isaias, profeta que animava o povo a retornar para Jerusalém, reconstruí-la e viver sua missão. Não se tratava somente de retornar, reconstruir e continuar “a vidinha de sempre”. Tratava-se na realidade de continuar o projeto de Deus que era mais amplo e envolvia, ainda que em sombras, a missão de Jerusalém acolher todos os povos. Era preciso ter a consciência de não ser um povo voltado para dentro de si mesmo. Daí a necessidade de alargar o espaço da tenda. “Hoje, assumir, para a Igreja, a imagem de uma tenda disposta a alargar seus espaços é recordar a identidade do Povo de Deus peregrino, aberto à graça de Deus e sustentado pelas estacas bem firmes da fé, esperança e caridade.” (DGAE, 12)

A terceira citação é a imagem, se bem que não se trata bem de uma imagem, mas do próprio cumprimento das promessas de Deus: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1,14). Este “habitou” tem como tradução literal “e armou a sua tenda”. Jesus é a morada de Deus junto à humanidade e assume a nossa humanidade como sua tenda. Na sombra de sua tenda Ele acolhe a nossa fragilidade marcada pelo pecado e caminha conosco, conduzindo-nos por caminhos de vida eterna. Ele conquistou-nos a vida eterna no sacrifício da Cruz, onde Ele mesmo foi sacerdote, altar e vítima; Sumo e eterno sacerdote, é o único Mediador da nossa salvação. Na Cruz, do seu lado aberto pela lança, nasce a Igreja, seu Corpo, que possui a missão de continuar no mundo a Sua Obra redentora. Ora, a Igreja, Corpo de Cristo, como o Cristo no seu corpo, é a tenda  “que alarga seus espaços ao propor a fé àqueles que não são batizados ou que se afastaram da Igreja, acolhendo-os enquanto os acompanha na esperança do encontro com Jesus Cristo. (DGAE, 14). Não somente se alarga nesta direção. Esta Igreja, que acontece e se torna presente nas comunidades eclesiais missionárias, deseja aproximar-se de todos aqueles que sofrem com o egoísmo, fruto do pecado, e causa de tantas mazelas sociais. Enfim, alargar-se rumo às periferias geográficas e sociais.

 

Dom Edmilson Amador Caetano, O.Cist.

Bispo diocesano

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Artigos Editorial

A importância do Catecismo da Igreja Católica

Queridos irmãos e irmãs, com imensa alegria chegamos ao mês de julho, mês de formação diocesana que é uma expressão maravilhosa de unidade na diversidade, também ocasião de encontro como oportunidade da partilha de conhecimentos e prática de acolhida.

Neste editorial faço questão como motivação, publicar  o discurso do Papa Francisco aos participantes no encontro por ocasião do xxv aniversário do catecismo da igreja católica promovido pelo pontifício conselho para a promoção da nova evangelização: O vigésimo quinto aniversário da Constituição apostólica Fidei depositum, com a qual São João Paulo II promulgava o Catecismo da Igreja Católica, trinta anos depois da abertura do Concílio Ecuménico Vaticano II, é uma significativa ocasião para verificar o caminho entretanto percorrido.

Não foi primariamente para condenar os erros que São João XXIII sonhara e quisera o Concílio, mas sobretudo para permitir que a Igreja chegasse finalmente a apresentar, com uma linguagem renovada, a beleza da sua fé em Jesus Cristo. «É necessário primeiramente – afirmava o Papa, no seu Discurso de abertura – que a Igreja não se aparte do património sagrado das verdades, recebidas dos seus maiores; mas, ao mesmo tempo, deve também olhar para o presente, para as novas condições e formas de vida do mundo, que abriram novos caminhos ao apostolado católico» (11/X/1962). «O nosso dever – continuava o Pontífice – é não só guardar este tesouro precioso, como se nos preocupássemos unicamente da antiguidade, mas também dedicar-nos com vontade pronta e sem temor àquele trabalho que o nosso tempo exige, prosseguindo assim o caminho que a Igreja percorre há vinte séculos» (ibid.).

«Guardar» e «prosseguir» é a incumbência que cabe à Igreja por sua própria natureza, a fim de que a verdade contida no anúncio do Evangelho feito por Jesus possa alcançar a sua plenitude até ao fim dos séculos. Tal é a graça que foi concedida ao Povo de Deus; mas é igualmente uma tarefa e uma missão, cuja responsabilidade carregamos: anunciar de modo novo e mais completo o Evangelho de sempre aos nossos contemporâneos. Assim, com a alegria que provém da esperança cristã e munidos do «remédio da misericórdia» (ibid.), vamos ao encontro dos homens e mulheres do nosso tempo para lhes permitir a descoberta da inexaurível riqueza encerrada na pessoa de Jesus Cristo.

Ao apresentar o Catecismo da Igreja Católica, São João Paulo II afirmava que ele «deve ter em conta as explicitações da doutrina que, no decurso dos tempos, o Espírito Santo sugeriu à Igreja. É também necessário que ajude a iluminar, com a luz da fé, as novas situações e os problemas que no passado ainda não tinham surgido» (Const. apost. Fidei depositum, 3). Por isso, este Catecismo constitui um instrumento importante não apenas porque apresenta aos crentes os ensinamentos de sempre para crescerem na compreensão da fé, mas também e sobretudo porque pretende aproximar os nossos contemporâneos, com suas problemáticas novas e diversas, da Igreja, comprometida na apresentação da fé como resposta significante para a existência humana neste momento histórico particular. Assim, não basta encontrar uma nova linguagem para expressar a fé de sempre; é necessário e urgente também que, perante os novos desafios e perspetivas que se abrem à humanidade, a Igreja possa exprimir as novidades do Evangelho de Cristo que, embora contidas na Palavra de Deus, ainda não vieram à luz. Trata-se daquele tesouro feito de «coisas novas e velhas» referido por Jesus, quando convidara os seus discípulos a ensinar o novo por Ele trazido, sem transcurar o antigo (cf. Mt 13, 52).

Uma das páginas mais belas do evangelho de São João é aquela que nos dá a chamada «oração sacerdotal» de Jesus. Antes de enfrentar a paixão e a morte, dirige-Se ao Pai manifestando a sua obediência na realização da missão que lhe fora confiada. As suas palavras são um hino ao amor, incluindo também o pedido de que sejam guardados e protegidos os discípulos (cf. Jo 17, 12-15). Ao mesmo tempo, porém, Jesus reza por todas as pessoas que no futuro hão de acreditar n’Ele, graças à pregação dos seus discípulos, para que também elas sejam congregadas e conservadas na unidade (cf. Jo 17, 20-23). Na frase «esta é a vida eterna: que Te conheçam a Ti, único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem Tu enviaste» (Jo 17, 3), toca-se o auge da missão de Jesus.

Boa leitura a todos e boa semana de formação!

 

Pe. Marcos Vinicius Clementino

Jornalista e Diretor Geral

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Artigos Enfoque Pastoral

Onde o coração humano encontra morada

Talvez a maior pobreza do nosso tempo não seja material, mas existencial: a de um coração que já não sabe onde encontrar morada. Nunca estivemos tão conectados e, paradoxalmente, tão expostos à solidão. Em meio à velocidade das informações, à cultura do desempenho e ao excesso de estímulos, cresce silenciosamente uma pergunta que atravessa o coração humano: onde ainda posso ser verdadeiramente acolhido?

Viktor Frankl observava que o ser humano não sofre apenas pela dor ou pela ausência de bens, mas sobretudo quando perde a percepção de que sua vida possui um significado. O vazio existencial nasce quando deixamos de reconhecer um horizonte capaz de sustentar a esperança. Por isso, a busca mais profunda do homem não é simplesmente por respostas, mas por um lugar onde sua existência seja reconhecida, amada e chamada a florescer.

É precisamente nesse cenário que as novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2026–2032), reunidas no Documento 114 da CNBB, oferecem uma das imagens mais belas de todo o seu percurso: a ‘Tenda do Encontro’. A escolha dessa expressão não é casual. Ela remete ao Êxodo, quando Deus armava sua tenda no meio do povo, caminhando com ele em sua travessia. Ao retomá-la, as Diretrizes recordam que a vocação mais profunda da Igreja não consiste em preservar estruturas, mas em tornar visível a proximidade de Deus na história, fazendo de cada comunidade um espaço de acolhida, comunhão, discernimento e missão.

Essa imagem encontra sua plenitude no próprio Cristo. O Evangelho de São João afirma que o Verbo “armou sua tenda entre nós” (cf. Jo 1,14). Antes de anunciar uma doutrina, Deus veio habitar a nossa condição humana. A evangelização nasce exatamente desse movimento: não da ocupação de espaços, mas da criação de encontros; não da imposição de discursos, mas da presença que cura, escuta e restitui a dignidade. Cristo permanece o centro da ação evangelizadora porque somente Ele responde plenamente à sede de sentido inscrita no coração humano.

Essa é também a inspiração da conversão pastoral proposta pelas Diretrizes. A sinodalidade não pode ser reduzida a um método de organização ou a uma forma de gestão eclesial. Trata-se, antes de tudo, de uma espiritualidade. Caminhar juntos significa aprender novamente a escutar: escutar a Palavra, escutar o Espírito Santo e escutar as pessoas concretas, sobretudo aquelas cujas vozes raramente encontram espaço em nossas comunidades. A escuta torna-se, assim, a primeira expressão da caridade e o início de toda autêntica evangelização.

Nessa mesma direção, o Papa Leão XIV recordou, no Angelus do I Domingo da Quaresma de 2026: “Silenciemos um pouco as televisões, os rádios, os smartphones e os computadores, para entrar no nosso quarto e encontrar o Senhor que nos espera no segredo; escutemos a sua Palavra, deixemo-nos reconciliar com Ele e adorar na sua presença.” Antes de oferecer respostas ao mundo, a Igreja é chamada a redescobrir o silêncio que permite ouvir Deus e, por isso mesmo, ouvir verdadeiramente o ser humano.

Quando essa escuta acontece, a comunidade cristã deixa de ser apenas o lugar onde se celebram sacramentos para tornar-se uma autêntica casa de relações reconciliadas. Cuidar dos pobres, promover a cultura da paz, defender a dignidade da vida, acolher as famílias, caminhar com os jovens, visitar os enfermos, proteger a Casa Comum e aproximar-se dos que se afastaram deixam de ser atividades paralelas. Tornam-se expressões concretas do Evangelho vivido, porque revelam que Deus continua armando sua morada no meio do seu povo.

Talvez a maior novidade das novas Diretrizes não esteja na apresentação de programas inéditos, mas no convite a recuperar a identidade mais antiga da Igreja. Desde as primeiras comunidades cristãs, evangelizar sempre significou oferecer um lugar de pertença, onde cada pessoa pudesse experimentar a alegria de ser conhecida pelo nome, a liberdade de recomeçar, a coragem para enfrentar suas fragilidades e a esperança de descobrir que nenhuma existência é inútil quando se deixa iluminar por Cristo.

Em uma sociedade marcada pela fragmentação, a missão da Igreja é tornar-se sinal de unidade. Em um mundo que frequentemente transforma pessoas em números e relações em interesses, somos chamados a cultivar comunidades onde cada rosto seja reconhecido como dom e cada história seja acolhida com respeito. Essa talvez seja uma das formas mais eloquentes de anunciar o Evangelho em nossos dias: oferecer ao mundo não apenas palavras sobre Deus, mas a experiência concreta de uma comunidade onde Deus continua presente.

Nesta semana, escolha alguém que talvez esteja vivendo a solidão do esquecimento: um vizinho, um idoso, um jovem distante da comunidade, uma família ferida, alguém que deixou de participar da vida da Igreja. Vá ao seu encontro. Não leve, em primeiro lugar, um discurso; leve sua presença. Muitas vezes, o primeiro anúncio do Evangelho acontece quando alguém descobre que ainda existe um lugar onde pode ser esperado, ouvido e amado.

Que nossas comunidades, iluminadas pela Palavra, fortalecidas pelos Sacramentos e conduzidas pelo Espírito Santo, sejam verdadeiras tendas de encontro, onde o coração humano reencontre sua morada, a esperança renasça, a comunhão floresça e cada pessoa descubra, com gratidão e coragem, que Cristo continua caminhando conosco, dando sentido à nossa história e enviando-nos em missão.

Que Nossa Senhora da Imaculada Conceição, padroeira de nossa Diocese de Guarulhos, nos acompanhe nesse caminho. Ela, que acolheu a Palavra com fé e ofereceu ao mundo o Verbo feito carne, ensine-nos a abrir espaço para Deus e para os irmãos. Que, à sua paróquia, nossas comunidades se tornem verdadeiras tendas de encontro, onde cada pessoa encontre acolhida, escuta, esperança e a alegria de descobrir que Deus continua armando sua morada no meio do seu povo.

 

Pe. Marcelo Dias Soares

Coordenador Diocesano de Pastoral

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Artigos Bíblia

Lançamento do Livro: ‘Um Barco Pronto para Partir’

A Missão dos Padres Canadenses em Guarulhos

Organização: Pe. Dr. Antônio Carlos Frizzo


 

Caríssimos irmãos da Diocese de Guarulhos, Paz e bem!

A Diocese de Guarulhos, como toda Igreja Particular, nasceu da vontade de   Deus e se desenvolveu sob a condução do Espírito Santo, que ao longo da história suscitou vocações, ministérios e carismas   para a edificação do   seu    povo.   Entre aqueles    que generosamente    responderam    a    esse    chamado, destacam-se os missionários canadenses que, entre os anos de 1960 e 1993, contribuíram significativamente para a evangelização, a    promoção   humana   e a estruturação pastoral de muitas comunidades    que compõem hoje a história de nossa Diocese.

Com grande alegria, convidamos a todos para o lançamento do livro Um Barco Pronto para Partir — A Missão   dos Padres    Canadenses   em    Guarulhos, organizado pelo Pe. Dr. Antônio Carlos Frizzo no dia 31 de julho das 2026 às 20h no CDP A obra reúne relatos, testemunhos e reflexões de pessoas que viveram de perto essa extraordinária experiência missionária, tornando-se não apenas narradores, mas verdadeiros protagonistas de uma história que continua a inspirar a caminhada da Igreja em nossa cidade.

Como recorda Dom Edmilson na apresentação da obra, os missionários canadenses   são reconhecidos como verdadeiros “pais fundadores” de muitas de nossas comunidades. Seu trabalho ultrapassou os limites da ação sacramental, alcançando a   formação de lideranças, a promoção da dignidade humana, o fortalecimento das Comunidades Eclesiais de Base, a defesa dos mais pobres e a construção das estruturas pastorais que contribuíram para o nascimento e o desenvolvimento da Diocese de Guarulhos.

0 livro nos convida a revisitar uma Igreja profundamente   marcada pelo   espírito do Concilio Vaticano II, pela opção preferencial pelos pobres, pela missão em saída e pelo   compromisso   com a transformação evangélica da sociedade. Como escreve o Pe. Frizzo em seu prefácio, trata-se de um conjunto de narrativas de testemunhas que não contam apenas a história de outros, mas compartilham suas próprias experiências de fé, trabalho, luta, esperança e compromisso com o Reino de Deus.

Mais do que um registro histórico, esta publicação constitui um verdadeiro patrimônio da memória eclesial de Guarulhos.  Ao    conhecer   as trajetórias   desses missionários e religiosas, somos convidados a renovar nossa própria vocação pastoral, fortalecendo o ardor missionário, a comunhão e o compromisso com as comunidades que hoje nos são confiadas.

Participar deste lançamento é uma oportunidade privilegiada para agradecer a Deus pelo legado recebido, homenagear aqueles que construíram os alicerces de nossa Diocese e renovar em nós o desejo de continuar navegando, guiados pelo Espírito Santo, rumo aos desafios do presente e do futuro.

Neste dia, quem adquirir um exemplar da obra ‘Um Barco Pronto para Partir’, receberá a dedicatória do organizador, Pe. Dr. Antônio Carlos Frizzo, e, se possível, também   dos   demais colaboradores e testemunhas que contribuíram para a construção deste importante obra.  Será uma ocasião singular para preservar não apenas um livro, mas um pedaço vivo da história de nossa Diocese, enriquecido pela assinatura daqueles que ajudaram a escrevê-la.

Contamos com a presença fraterna de todos os padres e diáconos para este importante momento de memória, gratidão e celebração da história de nossa Igreja Particular.

 “Não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos” (At 4,20).

Fraternalmente,

Pe. Dr. Antônio Carlos Frizzo

 

Lançamento do Livro:

‘Um Barco Pronto para Partir’ — A Missão dos Padres Canadenses em Guarulhos

Organização: Pe. Dr. Antônio Carlos Frizzo

Data: Sexta-feira, 31 de julho

Horário: às 20h

Local: CDP – Centro Diocesano de Pastoral

Av. Gilberto Dini, 519 – Bom Clima

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Artigos Seminário Vocação e Seminário

Experiência Vocacional-Missionária dos Seminaristas: a Missão como eixo integrador da formação dos futuros presbíteros.

Olá, caro(a) leitor(a)!

Na coluna vocacional deste mês, gostaria de dar um enfoque especial para a dimensão missionária como eixo integrador das dimensões formativas que compõem a formação inicial dos futuros presbíteros da Igreja, em particular da nossa Diocese de Guarulhos.

Em primeiro lugar, é preciso ter em vista que a missionariedade não é exclusividade dos clérigos e religiosos, mas prerrogativa de todos os batizados que constituem o Corpo Místico de Cristo que é a Igreja. Nos ensina o decreto conciliar Ad gentes (do latim “aos povos”), que a Igreja é missionária por natureza porque tem sua origem na vontade do Pai e na Missão do Filho e do Espírito Santo (cf. AG 2) e cada um(a) de nós, como batizados, recebe o mandato missionário de evangelizar a toda criatura, isto é, ou a Igreja é missionária ou deixa de ser plenamente fiel à sua identidade, porque a Missão brota do seio da Santíssima Trindade e se insere na nossa humanidade.

Em edições passadas desta coluna, refletimos sobre as dimensões formativas que são abarcadas na formação inicial de um candidato ao ministério ordenado: dimensão humano-afetiva, espiritual, intelectual e pastoral. Aqui, porém, chamamos a atenção que a missionariedade deve ser como um eixo integrador, isto é, um alicerce que passe por cada dimensão específica realçando de que a Igreja é essencialmente missionária e nós assim também devemos proceder, sobretudo, animar as vocações com espírito missionário, em saída de seu próprio reduto para testemunhar Jesus a todos os povos.

Para incentivar os seminaristas e candidatos ao ministério ordenado, a Igreja em parceria com organismos como a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), a Pontifícia União Missionária, o COMISE (Conselho Missionário de Seminaristas) em nível Brasil e Regional e OSIB (Organização dos Seminários e Institutos do Brasil) todos os anos promovem diversas atividades – formações, congressos, experiências vocacionais-missionárias – para fomentar o espírito missionário nos seminaristas.

Neste mês de julho, nossos seminaristas realizarão a 10ª Experiência Vocacional-Missionária em nossa Diocese na Semana Missionária dos Seminaristas que acontecerá na Paróquia São Francisco Xavier – Cid. Soimco. Entre os dias 13 e 19, as etapas da Configuração, Discipulado e Propedêutico estarão inseridas na realidade da matriz e das comunidades, desenvolvendo atividades missionárias porta a porta, com os idosos e enfermos, adolescentes e crianças anunciando e testemunhando o Reino de Deus nas ruas e casas do bairro.

Rezemos pelos nossos seminaristas para que o Espírito Santo de Deus, por seus dons e carismas, os inspire a viverem em unidade com o Mestre na Missão e durante esta atividade missionária. Que todos nós, como discípulos-missionários, sejamos seguidores e testemunhas dos prodígios que Nosso Senhor continua realizando no mundo por meio do seu Corpo, que é a Igreja.

 

Sem. Sebastião Fernandes Correia

3º ano de Teologia – Configuração

2º Secretário do COMISE Brasil

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Artigos Falando da Vida

Honrar Pai e Mãe

Como cuidar dos pais e lidar com o Narcisismo na velhice?


 

Cuidar de quem cuidou de você desde a mais tenra infância é um dever intransferível e uma obrigação moral. Mas, o que fazer quando o exercício desse dever acarreta uma sobrecarga emocional que afeta a sua saúde e inviabiliza o seu projeto pessoal? Será que cumprir o quinto mandamento da Lei de Deus (Honrar pai e mãe) significa sacrificar os seus sonhos, seus projetos e se dedicar exclusivamente aos cuidados dos pais? Essa questão é complexa, pois envolve muitos fatores e deve ser discutida a partir do contexto não só religioso, mas também sob a ótica da saúde mental.

Se aprofundarmos nessa questão buscando o próprio entendimento religioso, vamos chegar a um paradoxo, pois Jesus também ensinou: Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração e em seguida acrescentou:  Ame ao próximo como a ti mesmo, estabelecendo que para amar e servir alguém é preciso, antes de tudo, estar em condições. Dentro dessa perspectiva, quando o ato de cuidar dos pais exige a destruição da saúde mental ou física ou a destruição do projeto de vida daquele que cuida, a equação evangélica entra em conflito.

Outra questão a ser considerada é o Narcisismo na velhice; trata-se de um fenômeno neuroquímico que ocorre em alguns idosos gerando perda da empatia. Nessa condição o idoso não se importa com o sofrimento do outro, pois está voltado para si mesmo numa tentativa de reconquistar o poder como compensação ao declínio de suas capacidades. Nessa fase podem se tornar exigentes, controladores e usar a saúde e a fragilidade como forma de obter atenção dos familiares. Os filhos cuidadores imersos nesse ambiente caótico marcado por amor e culpa, desenvolvem esgotamento físico e mental que levam à depressão.

É preciso entender que não existe incompatibilidade entre cuidar dos pais e cuidar de si mesmo, pois uma necessidade pressupõe a outra. Quando estabelecemos limites saudáveis, quando dividimos o fardo do cuidado com profissionais ou familiares e quando blindamos nossa saúde mental, não estamos violando o quinto mandamento. Pelo contrário, estamos purificando o ato de cuidar, transformando uma obrigação sufocante em uma escolha consciente e digna. É possível, sim, estender as mãos para amparar quem nos deu a vida sem precisar soltar as rédeas do nosso próprio destino. Afinal, diante de Deus e da própria vida, honrar pai e mãe só faz sentido se o filho também puder continuar existindo.

 

Romildo R. Almeida

Psicólogo clínico

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Diocese Movimentos Diocesanos Pastorais

Memória e Louvor: Documentário celebra os 25 anos da Comunidade Shalom em Guarulhos e resgata origens da missão

Produção celebra a trajetória da missão Shalom em Guarulhos e reúne testemunhos marcantes de quem fez parte dessa história de evangelização.


 

A noite da última segunda-feira, 06 de julho de 2026, ficou marcada na história da Diocese de Guarulhos como um momento de forte emoção, arte e gratidão. O Cinemark do Shopping Internacional de Guarulhos abriu suas portas para a exibição exclusiva do documentário “Shalom Guarulhos 25 Anos – Um Povo de Louvor”. O média-metragem dá início às celebrações do Jubileu de Prata da Comunidade Católica Shalom no município, reunindo o clero, membros da comunidade e dezenas de fiéis em uma sessão repleta de memórias coletivas.

A produção audiovisual cumpre um papel fundamental para a historiografia eclesial local, ao reconstruir minuciosamente a trajetória da missão desde os seus primeiros passos. Na tela, o público pôde acompanhar os testemunhos dos pioneiros; os primeiros integrantes que, imbuídos pelo carisma da paz, aceitaram o desafio de implantar a comunidade na segunda maior cidade do estado de São Paulo.

Um dos pontos altos e mais comentados do documentário foi o resgate histórico do acolhimento institucional recebido pela comunidade no final da década de 1990 e início dos anos 2000. A obra detalha o papel crucial do então bispo diocesano da época, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, cujo pastoreio foi marcado por uma defesa e incentivo às novas comunidades.

O documentário evidencia como Dom Luiz não apenas abriu as portas da Diocese para o carisma Shalom, e ofertou seu apoio estratégico e sua bênção episcopal que permitiram aos jovens missionários que fixassem raízes sólidas, dando início aos trabalhos de evangelização com a juventude, promoção das artes e assistência social que hoje frutificam em toda a região.

Para além de uma mera cronologia factual, “Um Povo de Louvor” consegue traduzir visualmente a essência do carisma: a alegria transbordante e o espírito de doação que caracteriza a obra. As imagens de arquivo mescladas a entrevistas atuais mostram a evolução dos centros de evangelização e o impacto gerado na vida de milhares de guarulhenses ao longo de duas décadas e meia.

O lançamento do documentário abre com chave de ouro o calendário jubilar, que ainda reserva para este mês a Missa de Ação de Graças com lançamento de álbum litúrgico no dia 09, e o grande Festival Celebra Guarulhos no dia 12 de julho, com a presença confirmada do fundador da Comunidade Shalom, Moysés Azevedo, e do atual bispo diocesano, Dom Edmilson Amador Caetano.

Para a imprensa e os pesquisadores católicos, o documentário consolida-se como um valioso documento histórico sobre a força das novas comunidades na Igreja do Brasil e a vibrante identidade da Igreja de Guarulhos.

Documentário: Shalom Guarulhos 25 Anos – Um Povo de Louvor
Duração: Aprox. 1h20
Classificação: LIVRE

Uma oportunidade única para reviver memórias, conhecer histórias inspiradoras e celebrar os 25 anos de uma missão que continua transformando vidas por meio do Evangelho.

Confira alguns registros do lançamento oficial:
Documentário Shalom 25 Anos

Assista o Trailer Oficial:

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Cáritas CNBB Destaques Diocese Movimentos Diocesanos

Igreja Católica no Brasil lança campanha “SOS VENEZUELA – Solidariedade e Fraternidade”

Campanha emergencial de doação estende as mãos para as famílias vítimas dos terremotos na Venezuela. Saiba como doar.


 

“Com a mesma fé de Maria, tornemo-nos tecelões de esperança no nosso mundo, partilhando o que somos e o que temos”. Inspirada na primeira encíclica Magnifica humanitas, do Papa Leão XIV, a Igreja no Brasil lança, nesta quarta-feira, 1º de julho, a campanha “SOS VENEZUELA –  Solidariedade e Fraternidade”, como resposta emergencial às famílias vítimas dos terremotos que atingiram a Venezuela.

A iniciativa expressa a missão permanente da Igreja de anunciar o Evangelho também por meio da caridade. Em momentos de sofrimento, a comunidade cristã é chamada a testemunhar a proximidade de Deus, tornando concreta a fraternidade entre os povos e o cuidado com aqueles que mais necessitam.

No último dia 24 de junho dois terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 atingiram a Venezuela. Os sismos afetaram as regiões centro-norte e costeira do país. Registros de tremores também foram relatados em estados do norte do Brasil. Novos tremores atingiram a Venezuela nos dias 26 e 29 de junho, sendo estes de magnitude 4,9 e 4,6.

Até a tarde desta quarta-feira, 1º de julho, a presidência da Assembleia Nacional Venezuelana confirmava 2.295 vítimas e o Escritório de Ajuda Humanitária da Organização das Nações Unidas (ONU) estimava mais de 50 mil pessoas desaparecidas.

Palavras humanas são insuficientes diante da magnitude do sofrimento. Perder familiares, amigos, vizinhos e os lugares que guardavam a memória e a história de uma vida é uma experiência que marca profundamente o coração. A Igreja caminha ao lado daqueles que sofrem, sustentada pela certeza de que todos são um só corpo em Cristo: “Se um membro sofre, todos os membros sofrem com ele” (1Cor 12,26).

Ao longo da história, a Igreja sempre esteve presente junto aos povos atingidos por guerras, terremotos, enchentes, secas e outras tragédias, oferecendo não apenas ajuda material, mas também consolo, esperança e a certeza de que ninguém sofre sozinho. Assim aconteceu diante do terremoto que atingiu o Haiti, em 2010, dos terremotos na Turquia e na Síria, dos desastres ambientais em diferentes partes do mundo e das enchentes que atingiram diversas regiões do Brasil. Em todas essas situações, a ação da Igreja buscou traduzir em gestos concretos o mandamento do amor ao próximo.

Os Papas também têm recordado continuamente esse compromisso da comunidade cristã. Bento XVI, diante do terremoto no Haiti, convocou a Igreja e a comunidade internacional a uma ampla mobilização de solidariedade. O Papa Francisco, por diversas vezes, afirmou que a “proximidade é o primeiro anúncio da esperança”, conclamando os cristãos a responderem às tragédias com oração, partilha e cuidado concreto. Agora, o Papa Leão XIV renova esse chamado ao convidar toda a Igreja a tornar-se “tecelã de esperança”, partilhando aquilo que somos e aquilo que temos.

Nesse caminhar solidário, a Igreja no Brasil, de mãos dadas, abre o convite solidário para doação a favor dos irmãos e irmãs enlutados, desabrigados e que sofrem as consequências desse fenômeno.

Os recursos arrecadados no Brasil serão destinados ao apoio das ações de resposta humanitária coordenadas pela Cáritas Venezuela, contribuindo para a aquisição de alimentos, água potável, kits de higiene, medicamentos, materiais de abrigo temporário e outros itens essenciais para as famílias afetadas.

Além da resposta imediata à emergência, a campanha busca apoiar os processos de recuperação das comunidades atingidas, fortalecendo iniciativas que contribuam para a reconstrução da vida, da dignidade e da esperança.

A iniciativa também expressa a compreensão da Igreja sobre a promoção integral da pessoa humana. Diante de uma tragédia dessa dimensão, cuidar da vida significa responder às necessidades materiais, mas também fortalecer os vínculos comunitários, restaurar a esperança e reafirmar a dignidade de cada pessoa.

“Conclamamos as arquidioceses, dioceses, paróquias, comunidades, congregações religiosas, movimentos, pastorais, instituições de ensino e todas as pessoas de boa vontade, brasileiras e brasileiros, a se unirem nesta corrente de solidariedade e oração pelo povo venezuelano”, cita trecho de carta assinada pelas presidências da Cáritas Brasileira e CNBB.

Saiba como doar:

SOS VENEZUELA

Banco do Brasil

PIX: doe@caritas.org.br

Agência: 452-9

Conta Corrente: 53.377-7

Leia aqui também a Carta de Solidariedade ao Povo Venezuelano:

Acesse a carta em PDF aqui.

Mais informações em: caritas.org.br e cnbb.org.br.

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Artigos Diocese Liturgia Movimentos Diocesanos

Leitura Orante fortalece a caminhada sinodal em nossa Igreja Particular

Pela Equipe Diocesana da Leitura Orante, Celia Soares de Sousa


 

Os encontros da Leitura Orante seguem acontecendo com entusiasmo e expressiva participação, revelando o desejo de nossas comunidades de permanecerem firmes na escuta, reflexão e vivência da Palavra de Deus. Os grupos continuam animados e perseverantes, aprofundando a temática da sinodalidade e fortalecendo a caminhada de fé em nossas comunidades.

A Leitura Orante tem se mostrado um precioso caminho espiritual, permitindo que a Palavra de Deus seja acolhida não apenas como um texto a ser lido, mas como Palavra viva que ilumina nossos passos, orienta nossas escolhas e fortalece nossa missão. Ao nos colocarmos em atitude de oração e escuta, deixamos que o Senhor fale ao coração de cada pessoa e de nossas comunidades.

A Leitura Orante com a temática da Sinodalidade nos prepara para acolher, de maneira criativa, as Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil. Somos chamados a construir uma Igreja cada vez mais marcada pela comunhão, participação e missão, caminhando juntos como povo de Deus.

É motivo de grande alegria contemplar esta pequena porção do povo de Deus da Igreja Particular de Guarulhos assumindo, com fé e entusiasmo, o chamado do nosso Bispo Diocesano, Dom Edmilson. O empenho e a dedicação de tantas lideranças e participantes demonstram o desejo sincero de fazer da Palavra de Deus fonte permanente de vida e transformação.

Louvado seja Deus por todos as pessoas que, com generosidade e perseverança, têm abraçado esta proposta, com fé, fortalecidos pela Palavra e impulsionados pela alegria da missão.

Faça você também a Leitura Orante:

Leitura Orante

Confira alguns registros dos encontros:

Encontros - Leitura Orante - JUN-JUL 2026
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Comunidade Shalom celebra 25 Anos na Diocese

Comunidade Shalom Guarulhos — Há 25 anos levando a paz, a fé e a
esperança a milhares de pessoas.


 

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL

Quatro momentos especiais de celebração, oração e encontro ao longo do mês de julho. Marque na agenda e convide quem você ama:

06/07 – Documentário Shalom 25 Anos
09/07 – Missa de Aniversário + Álbum Litúrgico
12/07 – Festival Celebra

DOCUMENTÁRIO SHALOM GUARULHOS – 25 ANOS

Uma história de fé, oferta de vida e transformação que atravessa gerações.

Em comemoração aos 25 anos de missão em Guarulhos, a Comunidade Católica Shalom apresenta um documentário emocionante que resgata os momentos mais marcantes de sua trajetória. Por meio de imagens inéditas, relatos inspiradores e testemunhos de vidas transformadas, o documentário revela como o amor de Deus alcançou milhares de pessoas ao longo dessas duas décadas e meia de evangelização.

Mais do que contar uma história institucional, o documentário conduz o público por uma experiência profunda de gratidão, memória e esperança. Uma narrativa marcada pelo louvor, pela missão e pelo amor esponsal que moldaram a identidade da missão Shalom em Guarulhos, desde seus primeiros passos até os dias atuais.

Prepare-se para se emocionar com histórias reais de conversão, amizade, vocação e encontro com Deus. Um convite para revisitar o passado com gratidão, celebrar o presente e renovar a certeza de que grandes obras nascem da fidelidade aos sonhos de Deus.

Produção: Saturnus Filmes | Duistribuição: Kolbe Arte
Realização: Shalom Guarulhos

Data: 06 de julho
Horário: 20h
Local: Shopping Internacional de Guarulhos

Assista o Trailer Oficial:


Missa de Aniversário da Vocação Shalom Guarulhos – 25 Anos

Façamos Festa🙌

Vamos celebrar com a Santa Missa o aniversário da Vocação Shalom, e em especial este ano, os 25 anos da missão em Guarulhos.

Vamos juntos celebrar esta data especial e renovarmos a nossa oferta 🙏

Data: 09 de Julho
Hora: 20h
Local: Shalom Guarulhos – Av. João Veloso da Silva, 1237 – Cumbica – Guarulhos-SP

Lançamento do Álbum Litúrgico

Bom Pastor

Uma obra musical nascida da oração e da devoção. O álbum Bom Pastor reúne cantos litúrgicos que acompanham a comunidade em seus momentos mais sagrados — uma herança musical para as próximas gerações da Comunidade Shalom.

Data: 09 de Julho
Hora: Após a Santa Missa das 20h
Nas plataformas digitais da comunidade


 

 

FESTIVAL CELEBRA — SHALOM GUARULHOS 25 ANOS ✨🎉

Uma história escrita pela fidelidade de Deus, marcada por oferta, evangelização, missão e muitos corações alcançados pelo Shalom do Pai! 💙

Neste Festival Celebra, queremos celebrar os 25 anos da Missão Shalom Guarulhos, agradecendo tudo o que o Senhor realizou em nosso meio e renovando a esperança para os próximos anos de missão.

Será um dia de muito louvor, música, pregação, adoração, santa missa, reunindo gerações que fazem parte dessa história.

Data: 12 de Julho
Hora: a partir das 9h
Local: CDP – Centro Diocesano de Pastoral
Av. Gilberto Dini, 519 – Bom Clima – Guarulhos-SP

Programe-se e participe deste momento especial da Comunidade em nossa Diocese!

 

Informações: Shalom Guarulhos

https://www.instagram.com/shalomguarulhos/