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Artigos Voz do Pastor

Estamos vivendo a implementação do Sínodo dos Bispos (2021-2024) – Parte 4

Em nossa caminhada diocesana da Implementação do Sínodo dos Bispos 2021-2024, temos um elemento novo e enriquecedor: as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil (DGAE) 2026-2032. O Documento Final do Sínodo é assumido pelas DGAE com direcionamentos concretos para a realidade do Brasil. Os CFPs do mês de maio trataram em cada Forania sobre este assunto.

Os dois primeiros itens do Objetivo Geral  das DGAE permanecem inalterados em relação às DGAE anteriores, e não podiam ter outro enunciado: Evangelizar – Anunciando Jesus Cristo.

O terceiro item explicita a novidade destas DGAE: como Igreja Sinodal. A sinodalidade da Igreja está voltada para a missão. Não teria sentido se a orientação fosse outra. O espírito missionário já é revelado de modo novo no primeiro capítulo, onde a Igreja nos é apresentada como a  Tenda do Encontro. A tenda é fixada por cordas e estacas e assim permanece firme. Esta Tenda é firmada pelas estacas das virtudes teologais, dons infusos por  Deus, fé, esperança e caridade. A tenda tem sempre possibilidade de ser alargada, firmando-se nestas estacas, e ser lugar da acolhida, da hospitalidade, da comunhão com o Deus Uno e Trino. Por outro lado, por ser desmontável e peregrina, ela é imagem da Igreja em saída para ir em missão às várias periferias geográficas e existenciais. Somos peregrinos e trabalhamos na esperança do Reino de Deus. Nessa perspectiva, habitando a tenda da Igreja, buscamos o Eterno entre as coisas que passam, pois não temos aqui morada permanente (Hb 13,14).

A Igreja Sinodal, missionária, por sua vez não se move sem antes escutar os sinais dos tempos, sinais de esperança já presentes na habitação desta tenda e sem dar-se conta de situações persistentes que ainda atrapalham a missão da Igreja. O segundo capítulo das DGAE nos oferecem este panorama.

A Igreja sinodal tem um discernimento que lhe é peculiar e é também toda fonte da sua espiritualidade como, de modo especial, está no primeiro capítulo do Documento Final: Comunhão, Participação e Missão. E esta tríade sinodal é tratada no terceiro capítulo das DGAE que tem por título Discernimento para uma Igreja Sinodal. Entretanto, esta Igreja Sinodal exige conversões radicais do coração e do modo de ser para que seja bem vivenciada a tríade comunhão, participação e missão. As DGAE para tanto, num capítulo especial, o capítulo 6, assumem os capítulos 2,3 e 4 do Documento Final. A este capítulo é dado o título de Compromissos Sinodais e retomam  a conversão das relações, a conversão dos processos e a conversão dos vínculos. O discernimento para uma Igreja Sinodal é inexistente caso não existam estas três conversões.

Quem é esta Igreja Sinodal em missão? É o Povo de Deus em Missão. Este é o título do quarto capítulo das DGAE. Quando criança participei de um movimento infanto-juvenil chamado Juventude Cristã em Marcha que traduzia bem o pensamento da Igreja Povo de Deus, propagado pelo Concilio Vaticano II. Em alguns lugares até se dizia, Igreja, Povo de Deus em marcha. Este “marchar” é indicador do estar em movimento contínuo na missão. Este Povo de Deus é caracterizado pelos seus Organismos (de modo específico no Brasil) e pelas várias iniciativas e missões dentro de cada Organismo, a saber, CNLB (laicato), CNIS (Institutos seculares), CRB (religiosos), CND (Diáconos). CNP (presbíteros) CNBB (bispos).Os membros de cada um destes organismos da Igreja que é sustentada pela Palavra e pelos Sacramentos (4º elemento do Objetivo Geral), vivem concretamente em comunidades de discípulos missionários (5º elemento do Objetivo Geral).

Alimentada pela Palavra e pelos Sacramentos, geradora de novos filhos na fé, reunida em comunidades vivas, celebrante dos mistérios da salvação e comprometida com a vida plena para todos, a Igreja expressa como abrigo (tenda) fecundo e sempre aberto. Sobre este argumento temos o quinto capítulo das DGAE: Caminhos da Missão. Os caminhos da missão são modos concretos de armar a tenda no hoje da história, não apenas ações, para que nela todos encontrem lugar, sentido e envio na missão. Um destes caminhos, incluído no serviço pleno à vida para todos, está o sexto item do Objetivo Geral: fiel à evangélica opção preferencial pelos pobres.

            Toda a riqueza desta frutífera união do Documento Final do Sínodo e das DGAE, possui um limite. Nada é definitivo. Estamos a caminho. Provavelmente em 2032 teremos novas DGAE, pois como aponta o sétimo item do Objetivo Geral estamos a caminho da plenitude do Reino de Deus.

 

Dom Edmilson Amador Caetano, O. Cist.

Bispo Diocesano

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Artigos Editorial

Novas diretrizes e reflexões promovem a verdadeira alegria da festa permanente no mundo

Querido povo de Deus, com imensa alegria chegamos ao mês de junho, um tempo de muitas festas dedicadas aos santos populares: Santo Antônio, São João Batista e São Pedro e além disso ainda teremos a festa mundial que é a chamada Copa do Mundo!

Um mês que poderia ser repleto de sinais apenas de alegria, mas infelizmente não é possível, por isso a edição deste mês apresenta inúmeras reflexões sobre a necessidade de novas atitudes para que de fato a festa não seja um momento popular e esportivo como trégua, mas uma realidade permanente da sociedade.

Para alcançar este objetivo a Conferência Nacional dos Bispos no Brasil, entregaram o documento sobre as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e o bispo Dom Emilson Amador Caetano, fez questão de apresentar, às principais lideranças da Igreja, os destaques deste documento fundamental para o futuro quem sabe de uma sociedade verdadeiramente sinodal baseada na comunhão, participação e missão.

As reflexões e iniciativas do Papa Leão XIV também ganham destaque como proposta para uma verdadeira festa permanente, através de uma oração específica para os esportes em vista do campeonato mundial. Que tal a FIFA projetar a oração do Papa nos telões do estádio de esportes na cerimônia de abertura da Copa e no início dos jogos? Que tal não ser apenas uma oração para ficar dentro da Igreja, mas realizada em todos grupos antes dos campeonatos ao longo do ano em todos os lugares?

Outra reflexão do Papa Leão XIV é dada ao mundo pela encíclica sobre a Inteligência Artificial a serviço da humanidade e não ao contrário. Que tal a Inteligência Artificial promover uma verdadeira festa permanente através das redes sociais combatendo a Fake News? Que tal promover as relações presenciais e reais no dia-a-dia da sociedade?

Creio que a Pastoral da Comunicação em mutirão é capaz de aproveitar os recursos da Inteligência Artificial e jamais abrir mão do contato presencial e do encontro face a face de cada pessoa, como aconteceu no Mutirão Diocesano de Comunicação. Um encontro de pessoas capazes de olhar nos olhos, trocar ideias, tocar o outro, perceber no outro uma identidade única e que não pode ser criada nem inventada, mas alimentada pelo encontro com o outro.

A utilização incorreta e excessiva da Inteligência Artificial, promove uma sociedade preconceituosa e promotora da morte tirando a beleza da festa da vida que se dá nas relação com o diferente e não como padrão, como nos alerta o artigo do psicólogo Romildo que  convida a Igreja a evitar acepção de pessoas e na mensagem da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil sobre o assassinato do bispo de Moçambique, deixando claro que devemos ser uma Igreja Sinodal que acolhe e se importa com todos, todos, todos…como declarava o Papa Francisco.

A busca pela festa permanente é missão da Igreja que conta com novos diáconos ordenados com grande festa pela Igreja e enviados para as diversas realidades e necessidades da Diocese de Guarulhos.

Além destes a Igreja conta com centenas de leigos e leigas que reunidos em grupo realizam a leitura orante em busca da compreensão de uma Igreja sinodal.

Desejo de coração, que os santos Antônio, João Batista e Pedro, intercedam por nós para alcançar com urgência um Arraiá com tendas permanentes do encontro capaz de: “Evangelizar, anunciando Jesus Cristo, como Igreja peregrina e sinodal,  fundada na Palavra e nos Sacramentos, no testemunho de fé, esperança e caridade; formando comunidades de discípulos missionários, valorizando a piedade popular; fiel à evangélica opção preferencial pelos pobres, cuidando da Criação,  a caminho da plenitude do Reino.

Que possamos gritar juntos: Viva o Brasil, viva o esporte, viva a diversidade na unidade, viva a cultura de paz e viva a vida aqui e agora!

Boa leitura e compartilhe!

 

Pe. Marcos Vinicius Clementino

Jornalista e Diretor Geral

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Artigos CNBB Enfoque Pastoral

Oração do Papa para junho propõe o esporte como escola de fraternidade, instrumento de paz e espaço de encontro

Às vésperas de grandes competições esportivas, como a Copa Mundial de Futebol, o Papa Leão XIV dedica sua intenção de oração do mês de junho aos valores do esporte, “para construir comunhão e fraternidade na história”. Por meio da campanha Reza com o Papa, a Rede Mundial de Oracão do Papa convida mensalmente aos cristãos a se unirem às intenções do Pontífice. Assim, em junho, o convite é rezar para que o esporte seja um instrumento de paz, encontro e diálogo entre culturas, promovendo o respeito, a solidaridade e o espírito de superação.

No início de sua oração, o Papa Leão eleva sua súplica ao “Senhor da vida” agradecendo pelo dom do esporte: pelos que “glorificam a Deus com o exercício de seus corpos, pelas amizades que nascem no campo e pela alegria de jogarem juntos, em equipe”. O Pontífice pede que o esporte seja sempre “escola de fraternidade e não de rivalidade vazia, espaço de encontro e não de exclusão, caminho de paz e não de violência”. Também expresa como o esporte tem uma “linguagem universal que aproxima culturas, une povos e promove respeito, solidaridade e superação pessoal”. No final da oração, o Papa se dirige a Deus suplicando que “nunca nos falte o teu Espírito, que faz de nós uma só equipe, unida contigo para construir comunhão e fraternidade na história”.

 

A oração em português

“ORAÇÃO COM O PAPA”
Junho: Pelos valores do esporte
Rede Mundial de Oração do Papa

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
Senhor da vida, agradecemos-vos pelo dom do esporte,
por aqueles que glorificam a Deus
com o exercício dos seus corpos,
pelas amizades que nascem no campo
e pela alegria de jogar em equipe.
Vós nos ensinais que na vida, como no jogo,
ninguém se salva sozinho.
Precisamos uns dos outros para crescer,
para aprender a respeitar, superar limites
e celebrar juntos as vitórias alcançadas.
Pedimos-vos que o esporte seja sempre
escola de fraternidade e não de rivalidade vazia,
espaço de encontro e não de exclusão,
caminho de paz e não de violência.
Fazei que aqueles que praticam, treinam ou apoiam
descubram no esporte uma linguagem universal
que aproxima culturas, une povos
e semeia respeito, solidariedade
e superação pessoal.
Senhor Jesus,
que cada esporte seja parábola
de uma vida vivida convosco,
colaborando com esforço e alegria,
vivendo com humildade na derrota
e com gratidão pela vitória
que nos ofereceis na vossa ressurreição.
Que nunca nos falte o vosso Espírito,
que faz de nós uma só equipe, unida convosco
para construir comunhão e fraternidade na história.
Amém.

O esporte como um caminho para construir a paz

Em pouco mais de um ano de pontificado, não é a primeira vez que o Papa Leão XIV recorda à Igreja os valores do esporte. De fato, em 15 de junho de 2025, durante o Jubileu do Esporte celebrado em Roma, falou sobre o esporte como um instrumento de paz: “o esporte é um caminho para construir a paz, porque é uma escola de respeito e lealdade, que faz crescer a cultura do encontro e a fraternidade”. Em sua homilia da Missa, desse mesmo dia, o Pontífice acrescentou ainda que “numa sociedade marcada pela solidão, na qual o individualismo exagerado deslocou o centro de gravidade do “nós” ao “eu”, terminando por ignorar ao outro, o esporte — especialmente quando praticado em equipe —  ensina o  valor da colaboração, de caminhar juntos”, convertendo-se assim em um importante instrumento de recomposição e encontro entre os povos.

Mais recentemente, no mês de abril de 2026, ao receber aos atletas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Milão-Cortina, Leão XIV insistiu nesta mesma visão: “Nos tempos atuais, tão marcado por polarizações, rivalidades e conflitos que desembocam em guerras devastadoras, seu compromiso adquiere um valor ainda maior: o esporte pode e deve converter-se verdadeiramente num espaço de encontro! Não uma exibição de força, mas um exercício de relação”. Para o Papa, os esportistas são chamados a ser testemunhas de uma linguagem universal: “competir sem odiar, ganhar sem humilhar, perder sem perder-se”.

Também o Papa Francisco, no O Vídeo do Papa de agosto de 2016, dedicado a “O esporte, por uma cultura do encontro”, já mostrava como o esporte pode converter-se em um “veículo de fraternidade” entre pessoas de origens distintas.

“Uma ponte de diálogo que transcende fronteiras, línguas e ideologias”

De fato, a cultura do esporte como um instrumento de paz vem de séculos de história, desde as origens dos Jogos Olímpicos. A tradição da Trégua Olímpica — conhecida na Antiga Grécia como Ekecheiria — nasceu no século IX a.C. de um acordo entre cidades-estado em conflito para garantir a participação segura nos Jogos, convertendo o esporte em uma ponte de diálogo e convivência pacífica. Retomando esse espírito, o Comitê Olímpico Internacional (COI) ressuscitou este conceito nos anos 90 com o objetivo de aproveitar o poder transformador do esporte como instrumento de paz e reconciliação.

O diretor internacional da Rede Mundial de Oração do Papa, o Padre Cristóbal Fones, afirma que: “O esporte é um desses espaços únicos onde a humanidade se encontra de verdade. É uma ponte de diálogo que transcende fronteiras, línguas e ideologias. No campo, na pista, na piscina, perssoas de culturas e nações diversas compartilham o esforço, o sacrifício, a alegria da vitória e a dor da derrota. O esporte nos ensina a constância, a disciplina, o valor do trabalho bem feito, a humildade diante dos próprios limites. E talvez o mais belo: nos recorda que ninguém vence verdadeiramente sozinho. Necessitamos do outro. Por isso o Papa nos convida a rezar para que esses valores tão humanos — o respeito, a solidaridade, a superação pessoal — não fiquem somente no ambiente do jogo, mas transformem nossa maneira de viver juntos no mundo”.

Sobre a Rede Mundial de Oração do Papa

A Rede Mundial de Oração do Papa é uma Obra Pontifícia confiada à Companhia de Jesus. Está presente em mais de 90 países e reúne uma comunidade espiritual de mais de 22 milhões de pessoas que procuram viver cada dia com disponibilidade para colaborar na missão de Cristo. No centro desta missão estão as intenções mensais de oração do Papa, que convidam a centrar-se nos desafios da humanidade e na missão da Igreja.

Foi fundada em 1844 como Apostolado da Oração. Em dezembro de 2020, o Papa Francisco instituiu esta Obra Pontifícia como Fundação Vaticana e aprovou os seus estatutos definitivos em julho de 2024.

Fonte: Portal CNBB.org.br

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Artigos Falando da Vida

A mãe que abraça os seus filhos

Definitivamente, homossexualidade não é doença


 

                Há muito tempo a palavra homossexualismo deixou de ser usada por uma simples razão: o sufixo “-ismo” remete a doenças ou desvios tais como alcoolismo, tabagismo, etc. Desde 1990 a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou o termo da lista das doenças mentais. O termo correto a ser usado é homossexualidade já que o sufixo “-idade” indica condição ou modo de ser. Sendo a homossexualidade uma condição humana, de acordo com os Conselhos de Psicologia e Medicina, ela não pode ser tratada, portanto qualquer terapia de reorientação sexual é considerada crime.

Infelizmente existem alguns profissionais de saúde e líderes de seitas religiosas que se propõem realizar a chamada “cura gay” atribuindo a homossexualidade à traumas da infância, experiências de “vidas passadas”, ação do demônio, etc. Com base nessas falsas crenças realizam-se terapias sem fundamentação científica, rituais de exorcismos, causando sérios danos psicológicos a quem se submete. Essas práticas constituem-se em violência psicológica e podem gerar transtornos que levam a depressão, ansiedade crônica e ideação suicida. Ao contrário, uma atuação humana e cristã, trabalha no sentido de aceitar, acolher e ajudar a pessoa a resolver seus conflitos ligados a sentimentos de inadequação e culpa religiosa.

Aproveitando a metáfora do Papa Francisco que se referiu a missão pastoral da igreja como um “hospital de campanha”, penso que cabe aos cristãos atuar como agentes de primeiros socorros no “campo de batalha” em que nossa sociedade está envolvida. A ferida que deve ser tratada, nesse caso, é a exclusão que impede a participação plena das pessoas tornando-as marginalizadas e reforçando a exclusão que elas já sofrem no campo social. O Papa Leão XIV, seguindo o Papa Francisco, reafirmou recentemente, esse compromisso, acrescentando que estender as mãos abraçando todas as pessoas sem distinção, não fere a moral cristã; pelo contrário, é a sua expressão mais autêntica e concreta já que Jesus, não veio para condenar, mas salvar.

Concluindo, se Jesus em seu tempo, quebrou barreiras sociais, religiosas e culturais para acolher marginalizados, talvez os homossexuais de hoje representem a mulher pecadora, os impuros e os samaritanos daquela época, que também, sofreram discriminações e preconceitos. Sendo assim, abrir as portas do nosso coração e das nossas comunidades, nada mais é do que reafirmar, de forma autêntica, os compromissos de Jesus. Vamos viver a beleza do Evangelho e edificar uma Igreja que, como mãe, abraça os seus filhos.

 

Romildo R. Almeida

Psicólogo clínico

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Fé que Se Faz Arte e Oração: Confira o Giro de Fotos do Corpus Christi na Diocese de Guarulhos

No último dia 4 de junho, a Diocese de Guarulhos uniu-se em uma só voz e em um só coração para celebrar a Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi). Manifestando publicamente a fé na presença real de Jesus na Eucaristia, milhares de fiéis espalhados pelas diversas paróquias da nossa diocese transformaram as ruas e os templos em verdadeiros santuários de amor e devoção.
 
Para registrar essa bonita manifestação de unidade, preparamos um giro de fotos especial mostrando como cada comunidade paroquial vivenciou os três momentos mais marcantes desta grande festa: a confecção dos tapetes, a Santa Missa e a solene procissão.
 
A Confecção dos Tapetes: Fé Expressa em Cores e Devoção
 
A celebração começou ainda na madrugada e nas primeiras horas da manhã. O tradicional trabalho voluntário de preparar as ruas para a passagem do Santíssimo Sacramento mobilizou jovens, adultos e idosos.
 
Utilizando materiais como serragem colorida, sal, borra de café, tampinhas e flores, as comunidades deram vida a desenhos que retratavam o cálice, a hóstia, a solidariedade e os momentos marcantes da nossa história diocesana. Cada detalhe moldado no chão foi uma oração silenciosa e comunitária, demonstrando que a arte também é uma forma profunda de evangelizar.
Corpus Christi 2026 (Tapetes)
A Santa Missa: O Centro da Nossa Fé
 
Com os tapetes prontos, o povo de Deus se reuniu para o momento central do dia: a Celebração Eucarística. Em igrejas matrizes, capelas e também em espaços públicos abertos para acolher a multidão, as Santas Missas foram marcadas por um profundo clima de recolhimento, adoração e ação de graças. Nas homilias, os sacerdotes reforçaram o chamado à comunhão, à partilha e ao cuidado com o próximo, lembrando que a Eucaristia nos envia em missão para o mundo.
Corpus Christi 2026 (Missas)
A Procissão: Jesus Caminha no Meio do Seu Povo
 
Após a comunhão, o momento mais aguardado: Jesus Sacramentado saiu às ruas. Conduzido sob o ostensório, o Santíssimo Sacramento passou por cima dos tapetes confeccionados com tanto carinho.
 
A procissão foi um testemunho público de fé, onde cânticos, orações e momentos de silêncio acompanharam o cortejo. Ao verem o Senhor passar, muitos fiéis se emocionaram, ajoelharam-se e ergueram suas preces pela paz, pelas famílias e por toda a Diocese de Guarulhos. A caminhada encerrou-se com a solene Benção do Santíssimo, renovando as forças de cada paroquiano ali presente.
Corpus Christi 2026 (Procissão)

Acompanhe o Giro de Fotos! 

Navegue pelas galerias e veja os registros enviados pelos agentes da Pascom (Pastoral da Comunicação) de diversas paróquias da nossa Diocese.

Sinta a beleza e a emoção deste dia que parou Guarulhos para adorar ao Senhor.

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Diocese Movimentos Diocesanos Pastorais

Encontro do Movimento Sacerdotal Mariano – Maio 2026

No último dia 31 de maio aconteceu na Catedral Nossa Senhora da Conceição dos Guarulhos o segundo Encontro do ano do Movimento Sacerdotal Mariano.

O encontro contou com a presença do Assessor Diocesano, Pe. Bruno Conti, e da Coordenadora do Movimento, Soni Regina.

O encontro ocorreu com o Cenáculo em louvor a Nossa Senhora  seguida de Santa Missa.

Salve Maria !!

Confira alguns registros do encontro:

Encontro do Movimento Sacerdotal Mariano
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Diocese Movimentos Diocesanos Pastorais

14°Jornada da Infância e Adolescência Missionária

Celebrando a 14°Jornada da Infância e Adolescência Missionária com o tema: Crianças e Adolescentes unidos na missão e o lema: Formamos um só corpo em Cristo, os grupos da IAM de nossa diocese, se reuniram mais uma vez, neste último domingo.

Maio é um mês de muita alegria para os membros da IAM, além de ser o mês dedicado a nossa primeira e grande Missionária Maria, o aniversário da Obra, a celebração da jornada e a consagração dos lenços, são momentos de união e fortalecimento dos grupos, nas práticas da vivência em ser IAM.

De todas as crianças e adolescentes do mundo!
Sempre amigos

Equipe Referencial da IAM Guarulhos.

 

Confira alguns registros da celebração:

14°Jornada da Infância e Adolescência Missionária
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Destaques Diocese Vida Presbiteral

Diocese celebra Ordenação Diaconal de cinco novos ministros da Igreja

No último sábado, 30 de maio de 2026, a Diocese de Guarulhos viveu um momento de profunda festa e renovação eclesial com a solene Ordenação Diaconal de cinco novos ministros da Igreja. A celebração, presidida pelo bispo diocesano, Dom Edmilson Amador Caetano, O. Cist., aconteceu às 09h30 na Paróquia São Judas Tadeu, localizada no Jardim Alice, em Guarulhos, reunindo centenas de fiéis, clérigos e familiares.
 
Os agora diáconos Caio César, Erick de Araújo, Felipe de Sousa, Júnior Lopes e Luis Henrique deram um passo decisivo em suas jornadas vocacionais ao receberem o primeiro grau do Sacramento da Ordem por meio da imposição das mãos do bispo. Por se tratar do diaconato transitório, os novos ministros iniciam o período de preparação final que os conduzirá futuramente ao presbiterado (sacerdócio).
 
Durante a homilia, Dom Edmilson Amador Caetano direcionou palavras firmes e paternalistas aos candidatos, ressaltando o real significado do ministério que estavam assumindo. O prelado enfatizou que a essência da nova missão repousa inteiramente na disposição de se doar ao próximo, deixando de lado as vaidades mundanas.
 
“Servir mais do que ser servido. Durante o Diaconato transitório observamos que nossa autoridade está mais a medida de nosso exemplo, e com o servir para fazer com que o outro cresça”, sublinhou o bispo.
 
Dom Edmilson explicou ainda que a vivência deste carisma específico é um aprendizado indispensável para o ministério ordenado.
 
“Dentro do carisma do sacramento da ordem do diaconado, este tempo permite que tenham contato com este servir, e estar presente, se colocando a disposição da comunidade”, concluiu.
 
A celebração seguiu os ricos ritos da liturgia católica, incluindo o momento em que os eleitos se prostraram ao chão durante a ladainha em sinal de total entrega a Deus.
 
Para a comunidade católica guarulhense, a chegada de cinco novos diáconos reforça as frentes pastorais e as ações de caridade desempenhadas pela Diocese em todo município.
 
Confira os registros da celebração:
Ordenação Diaconal 2026
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Diocese Forania Carmo Paróquias

Comunidade dá inicio aos Festejos da Padroeira Santa Maria

Na noite de quarta, 27 de maio, a comunidade da paróquia Nossa Senhora Aparecida – Jd. América, dei início aos Festejos da Padroeira Santa Maria, no Jardim Almeida Prado com a Celebração Diaconal.

A Vocação Do Diácono Permanente, refletida ontem na Palavra do Senhor é alicerçada no Serviço. “Eis aqui os Servos do Senhor”.

Gratidão aos diáconos que participaram, suas esposas, e a Igreja Particular de Guarulhos, que confia em nossa Vocação, a serviço do povo de Deus.

Diácono Marcos Aurélio Silva
Paróquia Nossa Senhora Aparecida Jd. América

Confira alguns registros da celebração:

Festejos da Padroeira Santa Maria

O festejo tem continuidade até o dia 31 de maio, onde se celebra a Festa de Santa Maria.

Confira a programação completa:

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Catequeses Vocacionais reúne jovens na Diocese

Promovida pela Pastoral Vocacional da Diocese de Guarulhos, a Catequese Vocacional reuniu vários jovens catequizandos da terceira etapa das catequeses de Crisma das paróquias da Diocese no dia 23 de maio.

O objetivo do encontro foi incentivá-los a refletir sobre a própria identidade vocacional dentro da Igreja, seja por meio do serviço pastoral ou do sacerdócio, para o jovem descobrir o próprio chamado vocacional, é necessário estar inserido na comunidade cristã.

“Como? Através da oração, da vivência da Palavra e dos sacramentos.

Rezemos pelas vocações de nossos jovens em nossa Diocese e no mundo!

Confira alguns registros das Foranias:

Catequese Vocacional - 3ª Etapa