Diocese de Guarulhos

SÃO PAULO - BRASIL

“O Senhor fez em mim maravilhas.” (Lc 1,49)

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Papa proclama Jubileu: ‘Que a esperança preencha nossos dias!’

“A ESPERANÇA NÃO DECEPCIONA”, É O TÍTULO DA BULA DE PROCLAMAÇÃO DO JUBILEU 2025

É a esperança que o Papa invoca como dom no Jubileu 2025 para um mundo marcado pelo conflito de armas, morte, destruição, ódio contra o próximo, fome, “dívida ecológica” e baixa taxa de natalidade. A esperança é o bálsamo que Francisco quer derramar sobre as feridas de uma humanidade oprimida pela “brutalidade da violência” ou que se encontra nas garras de um crescimento exponencial da pobreza.

Spes non confundit“, a esperança não decepciona, é o título da Bula de proclamação do Jubileu Ordinário entregue na tarde de hoje, 9 de maio, pelo Papa às Igrejas dos cinco continentes durante as primeiras Vésperas da Solenidade da Ascensão. A Bula, dividida em 25 pontos, contém súplicas, propostas, apelos em favor dos presos, dos doentes, dos idosos, dos pobres, dos jovens, e anuncia as novidades de um Ano Santo que terá como tema “Peregrinos de esperança”.

Uma data comum para a Páscoa

No documento, o Papa Francisco recorda dois importantes aniversários: a celebração em 2033 dos dois mil anos da Redenção e os 1700 anos do primeiro grande Concílio Ecumênico de Nicéia, que entre outros temas tratou também da definição da data da Páscoa. Ainda hoje, “posições diferentes” impedem a celebração no mesmo dia do “o evento fundante da fé”, ressalta, lembrando que, no entanto, “por uma circunstância providencial, isso acontecerá precisamente no ano de 2025” (17).

“Seja isto um apelo a todos os cristãos do Oriente e do Ocidente para darem resolutamente um passo rumo à unidade em torno duma data comum para a Páscoa.”

A abertura da Porta Santa

Em meio a essas “grandes etapas”, o Papa estabelece que a Porta Santa da Basílica de São Pedro será aberta em 24 de dezembro de 2024. No domingo seguinte, 29 de dezembro, o Pontífice abrirá a Porta Santa da Basílica de São João de Latrão; em 1º de janeiro de 2025, Solenidade de Maria Mãe de Deus, a de Santa Maria Maior e, em 5 de janeiro, a Porta Santa de São Paulo Fora dos Muros. As três Portas serão fechadas no domingo, 28 de dezembro do mesmo ano. O Jubileu terminará com o fechamento da Porta Santa da Basílica de São Pedro em 6 de janeiro de 2026.

Sinais dos tempos

Francisco espera que “o primeiro sinal de esperança” do Jubileu “se traduza em paz para o mundo, mais uma vez imerso na tragédia da guerra”.

“Esquecida dos dramas do passado, a humanidade encontra-se de novo submetida a uma difícil prova que vê muitas populações oprimidas pela brutalidade da violência. Faltará ainda a esses povos algo que não tenham já sofrido? Como é possível que o seu desesperado grito de ajuda não impulsione os responsáveis das Nações a querer pôr fim aos demasiados conflitos regionais, cientes das consequências que daí podem derivar a nível mundial? Será excessivo sonhar que as armas se calem e deixem de difundir destruição e morte?”

Apelo em favor da natalidade

Com preocupação, o Papa Francisco observa a “queda na taxa de natalidade” que está sendo registrada em vários países e por vários motivos: “dos ritmos frenéticos de vida”, “dos receios face ao futuro”, “da falta de garantias de emprego e de adequada proteção social” e “de modelos sociais ditados mais pela procura do lucro do que pelo cuidado das relações humanas”. Para o Pontífice, há uma “necessidade urgente” de “apoio convicto” dos fiéis e da sociedade civil ao “desejo” dos jovens de gerar novas crianças, para que o futuro possa ser “marcado pelo sorriso de tantos meninos e meninas que, em muitas partes do mundo, venham encher os demasiados berços vazios”.

Para os presidiários, respeito e condições dignas

Na sequência, Francisco pede “sinais tangíveis de esperança” para os presos. Propõe aos governos “formas de amnistia ou de perdão da pena”, bem como “percursos de reinserção na comunidade”. Acima de tudo, o Papa pede “condições dignas para quem está recluso, respeito pelos direitos humanos e sobretudo a abolição da pena de morte”. (10) Para oferecer aos prisioneiros um sinal concreto de proximidade, o próprio Pontífice abrirá uma Porta Santa em uma prisão.

Esperança para os doentes e incentivo para os jovens

Sinais de esperança também devem ser oferecidos aos doentes, que se encontram em casa ou no hospital: “O cuidado para com eles é um hino à dignidade humana”. (11) A esperança também é necessária para os jovens que, com tanta frequência, “veem desmoronar-se os seus sonhos”.

“A ilusão das drogas, o risco da transgressão e a busca do efêmero criam nos jovens, mais do que nos outros, confusão e escondem-lhes a beleza e o sentido da vida, fazendo-os escorregar para abismos escuros e impelindo-os a gestos autodestrutivos.” (12)

Sinais de esperança em relação aos migrantes

Mais uma vez o Papa pede que as expectativas dos migrantes “não sejam frustradas por preconceitos e isolamentos”.

“A tantos exilados, deslocados e refugiados que, por acontecimentos internacionais controversos, são forçados a fugir para evitar guerras, violência e discriminação, sejam garantidos a segurança e o acesso ao trabalho e à instrução, instrumentos necessários para a sua inserção no novo contexto social.” (13)

O número de pobres no mundo é escandaloso

Francisco não se esquece, na Bula, dos muitos idosos que “experimentam a solidão e o sentimento de abandono” (14). Também não se esquece dos “bilhões” de pobres que “falta o necessário para viver” e “sofrem a exclusão e a indiferença de muitos”. “É escandaloso”, de acordo com Francisco, que os pobres constituam a maioria da população de um mundo “dotado de enormes recursos destinados em grande parte para armas”. (15) Em seguida, pede ” que seja generoso quem possui riquezas”, e renova seu apelo para a criação de “um Fundo Global para acabar de vez com a fome” com o dinheiro proveniente de gastos militares. (16)

O perdão das dívidas dos países pobres

Outro convite sincero é dirigido às nações mais ricas para que “reconheçam a gravidade de muitas decisões tomadas e estabeleçam o perdão das dívidas dos países que nunca poderão pagá-las”. “É uma questão de justiça”, escreve o Papa Francisco, “agravada hoje por uma nova forma de desigualdade”, como a “dívida ecológica”, especialmente entre o Norte e o Sul.

O testemunho dos mártires

Na Bula do Jubileu, o Papa convida a olhar para o testemunho dos mártires, pertencentes às diversas tradições cristãs, e expressa o desejo de que durante o Ano Santo esteja presente o aspecto ecumênico. “Estes mártires, pertencentes às diferentes tradições cristãs, são também sementes de unidade, porque exprimem o ecumenismo do sangue. Durante o Jubileu desejo ardentemente que não falte uma celebração ecumênica para evidenciar a riqueza do testemunho destes Mártires.”

A importância da Confissão

Francisco também se refere ao sacramento da Penitência e anuncia a continuação do serviço dos Missionários da Misericórdia, estabelecido durante o Jubileu extraordinário. Aos bispos, pede que os enviem a lugares onde “a esperança está posta a dura prova, como nas prisões, nos hospitais e nos lugares onde a dignidade da pessoa é espezinhada, nas situações mais desfavorecidas e nos contextos de maior degradação, para que ninguém fique privado da possibilidade de receber o perdão e a consolação de Deus”. (23)

O convite às Igrejas Orientais e aos ortodoxos

O Papa dirige “um convite especial” aos fiéis das Igrejas Orientais que “tanto sofreram, muitas vezes até à morte, pela sua fidelidade a Cristo e à Igreja”. Esses irmãos devem se sentir “particularmente bem-vindos a Roma, que também é Mãe para eles e conserva tantas memórias da sua presença”. O acolhimento também para os irmãos e irmãs ortodoxos que já estão vivendo “a peregrinação da Via-Sacra, sendo muitas vezes obrigados a deixar as suas terras de origem, as suas terras santas, donde a violência e a instabilidade os expulsam rumo a países mais seguros”.

Oração nos santuários marianos

Francisco também convida os “peregrinos que vierem a Roma” a rezar nos santuários marianos da cidade para invocar a proteção de Maria, de modo a “experimentar a proximidade da mais afetuosa das mães, que nunca abandona os seus filhos”.

 

Fonte: Vatican News e CNBB

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Assembleia Estadual da Pastoral Carcerária

Nos dias 26 a 28 de abril, a Diocese de Caraguatatuba foi o local escolhido para sediar a Assembleia Estadual da Pastoral Carcerária do Regional Sul 1. Reunindo 70 agentes representantes das 7 sub-regiões, o encontro foi marcado por um clima sinodal de comunhão e participação ativa.
 
Durante esses dias, os participantes se envolveram em reflexões profundas sobre diversos temas, abrangendo desde a justiça restauradora até o relacionamento com as instituições prisionais. Os momentos de troca de experiências e compartilhamento da realidade da pastoral carcerária em todo o estado de São Paulo desempenharam um papel fundamental em fortalecer os laços e ampliar o entendimento coletivo.
 
A presença de Dom Luiz Antônio Cipolini, bispo referencial, e do Pe. Valdo Bartolomeu de Santana, assessor eclesiástico, foi inestimável em termos de orientação e apoio ao longo deste encontro.

Eleição:

Nova coordenação Eleita

A Assembleia também foi marcada pela eleição da nova coordenação estadual, que ficou assim composta por: Pe. Marcos Alves da Silva como coordenador, Fabrício Augusto Simões Martins como vice-coordenador e Anderson José da Silva como secretário.

Pe. Marcos Alves - Coordenador Eleito
“Expressamos nossa gratidão pelo trabalho da coordenação anterior, assim como aos membros da coordenação nacional, cuja presença foi vital durante toda a assembleia”, relatou a coordenação em nome de Dom José Carlos Chacorowski, na cidade de São Sebastião.
Os agentes da Pastoral Carcerária, sejam leigos, padres, diáconos ou bispos, encerraram este encontro renovados em seu ardor missionário e cheios de esperança na ressurreição de Cristo!
 
Fotos: Divulgação – CNBB Sul 1
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Concluem-se os trabalhos da 61ª Assembleia Geral da CNBB

A maior Conferência Episcopal do mundo se reuniu na Capital Mariana da Fé durante 10 dias, para rezar, refletir e discutir em torno do tema central — A realidade da Igreja no Brasil e a atualização de suas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora — e outros assuntos em 27 sessões, durante a 61ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

Três os temas prioritários: Sínodo dos Bispos 2021-2024; Jubileu 2025; e Juventude. Também foram tratados assuntos em razão da previsão estatutária da Conferência (Doutrina da Fé, Liturgia, Relatório anual da presidência, relatório econômico, Textos Litúrgicos – CETEL).

O número de bispos no país é de 482, dos quais 316 estão no exercício do governo pastoral de uma Igreja Particular (dioceses e arquidioceses) e outros 166 são bispos eméritos.

Cada bispo trouxe na bagagem suas vivências pastorais, conquistas e dificuldades para serem partilhadas com os demais. Entre as plenárias, reuniões e debates de temas importantes para a Igreja Católica e para a sociedade, os bispos ainda participaram de um retiro e celebração ecumênica.

A Assembleia teve início com a participação do Secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, que conduziu o retiro aos bispos do Brasil com o tema: “Caminho Sinodal” e as meditações sobre a “Comunhão, participação e missão”.  Também houve a participação do presidente da Conferência Episcopal de Burkina Faso e Níger, dom Laurent Dabiré, que contou sobre o drama do terrorismo que aflige o seu país

Nestes dias de trabalhos os bispos brasileiros experimentaram a metodologia da “Conversa no Espírito”, realizada em mesas sinodais para discernir as decisões da Igreja no Brasil, em sintonia com o Sínodo dos Bispos realizado em outubro de 2023 e que terá continuidade em outubro próximo no Vaticano. Os prelados divulgaram quatro mensagens (ao Papa, ao prefeito do Dicastério para os Bispos, ao povo brasileiro e ao povo católico). Todos os dias o encontro com os jornalistas em coletivas de imprensa sobre os temas abordados na Assembleia.

Há 13 anos o Santuário Nacional hospeda o principal encontro da maior Conferência Episcopal do mundo, com uma estrutura completa com as sessões realizadas no Centro de Eventos Padre Vítor Coelho.

Diversos setores da Casa da Mãe e da CNBB trabalharam com muita fé e dedicação durante os dias da Assembleia Geral, mostrando que a Rainha e Padroeira do Brasil intercede por cada um de nós e também pelos 486 bispos e devotos de Aparecida, para a tomada das decisões importantes da Igreja em nosso país.

Em declarações a A12 dom Jaime Spengler, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil disse:

“Na Casa da Mãe tem afago, tem ternura! Um motivo de alegria e satisfação, mas também a Mãe segue dizendo para nós: ‘Faça tudo o que meu Filho vos disser’. A Mãe é Intercessora, e isso repercute de uma forma toda especial e nos inspira nestes dias aqui no Santuário Nacional de Aparecida”.

Agora os bispos retornam às suas dioceses levando na bagagem o calor e a esperança desse encontro na Casa da Mãe, um encontro que no próximo ano irá dar as diretrizes para o caminho futuro da nossa Igreja Católica, presente no Brasil.

Com informações: A12.com

 

Confira abaixo alguns registros da CNBB e enviados pela correspondente e também participante da Assembleia – Célia Soares da CNLB de Guarulhos.

(Fotos com participantes relacionados à Diocese de Guarulhos)

61ª Assembleia Geral da CNBB
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Cardeais apresentam as quatro mensagens aprovadas pelo episcopado brasileiro

Seguindo a tradição das Assembleias Gerais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, quatro cardeais brasileiros durante a coletiva desta quinta-feira, 17 de abril, tornaram conhecidos o processo de construção e o conteúdo das quatro mensagens aprovadas pelo episcopado brasileiro: ao Papa Francisco, ao prefeito do Dicastério para os Bispos, cardeal Robert Francis Prevost, ao povo brasileiro e aos cristãos católicos. Esta última, uma das novidades desta edição da assembleia.

Segundo o arcebispo de Brasília (DF), cardeal Paulo Cezar Costa, na carta ao Papa Francisco o episcopado brasileiro manifesta a comunhão com o Santo Padre, apresentou os temas gerais da assembleia e um agradecimento pela riqueza de seu pontificado, aquilo que ele propõe à Igreja nesse momento: a paz, a justiça, as migrações e das pessoas que morrem no mar.

Carta aos cristãos católicos do Brasil

Pela primeira vez se faz uma mensagem da Assembleia às comunidades católicas, enfatizou o arcebispo de São Paulo, cardeal Pedro Odilo Scherer, que trata da vida das comunidades. A mensagem inicia agradecendo “por tudo aquilo que de bom e belo existe para a missão”, por tudo o que é vivido e realizado nas comunidades. Igualmente o texto ressalta a santidade, com um número de “processos de beatificação e canonização como nunca houve antes”.

A carta dirige uma palavra de encorajamento sobre algumas questões, tendo como pano de fundo a sinodalidade: o diálogo, o respeito pelos outros, saber divergir sem brigar, insistindo em que “nossa fé não deve dividir, mas deve ser um elemento que ajuda a criar comunidade”.

A mensagem ressalta a necessária comunhão com o Papa e com os bispos e faz um convite a não desanimar diante das dificuldades presentes e à participação ativa na vida das comunidades e da sociedade. Finalmente, um chamado à preparação ao Jubileu 2025. De acordo com dom Odilo, trata-se de uma carta que pretende “encorajar, orientar, apoiar, respaldar a nosso povo católico”.

Acesse a Mensagem aos cristãos católicos do Brasil 

Carta ao Dicastério para os Bispos

Sobre a carta ao prefeito do Dicastério para os Bispos, o arcebispo de Rio de Janeiro, cardeal Orani Tempesta, disse que é reservada ao cardeal Prevost e trata sobre o que está sendo feito na 61ª Assembleia Geral da CNBB. A mensagem “coloca os problemas que nós estamos enfrentando enquanto Igreja no Brasil, coloca as soluções que a nossa assembleia está propondo e agradece ao prefeito pelas indicações ao Santo Padre para as 20 nomeações episcopais para a Igreja do Brasil desde a última assembleia”, enfatizou dom Orani.

Mensagem ao Povo Brasileiro

A Mensagem ao Povo Brasileiro, “um texto em certo sentido longo”, segundo o arcebispo de Manaus, cardeal Leonardo Steiner, dada “a necessidade de abordarmos alguns elementos importantes”, pretende ser uma mensagem de esperança, de futuro, da realidade política e climática, que aborda as eleições que se aproximam, lembrando os 60 anos de início da Ditadura e incentivando a cuidar da Democracia e combater a violência no país e as guerras.

Dom Leonardo pediu a ajuda dos meios de comunicação para que essas mensagem cheguem e ajudem diante da situação de tensão, de conflitos e de muita violência que a sociedade brasileira vive, provocada pelas drogas, as facções e pelas as palavras. Trata, segundo dom Leonardo, de uma mensagem que faz um chamado à paz, também na floresta, para os povos indígenas, ameaçados pelo Marco Temporal.

Baixe a íntegra da Mensagem ao Povo Brasileiro

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61ª Assembleia Geral da CNBB

Está se aproximando a 61ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que se realiza em Aparecida (SP). Neste ano, o evento será realizado dos dias 10 a 19 de abril, no Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida, no Santuário Nacional, em Aparecida (SP).

Neste ano, o evento tem como tema central a realidade da Igreja no Brasil e a atualização de suas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (DGAE). “Constatou-se que por causa da pandemia não foi possível aplicar todas as indicações que as diretrizes traziam. Portanto, decidiu se ampliá-las mais, considerando também o processo do Sínodo dos Bispos. Decidiu-se aprovar novas diretrizes em 2025”, explicou o presidente da Comissão do Tema Central da 61ª AG CNBB, Dom Leomar Brustolin.

Segundo Dom Leomar, a partir de uma escuta realizada nos regionais e (arqui)dioceses, foi elaborado um texto mártir, que será apresentado aos bispos na 61ª Assembleia da CNBB para refletir o caminho até 2025.

Confira a explicação de Dom Leomar sobre o assunto:

Dia de oração pela Assembleia

Nos dois primeiros dias da Assembleia, dias 10 e 11 de abril, após a sessão de abertura, orientados pelo Secretário de Estado do Vaticano, o cardeal Pietro Parolin, os bispos do Brasil entrarão em retiro espiritual.

Em comunhão com esse momento, a CNBB promove na data de abertura o Dia de Oração pela Assembleia (DOA). “Será um momento especial para rezarmos juntos, à base das Sagradas Escrituras. Buscaremos ouvir os apelos de Deus e de seu Espírito, pedindo as luzes do Ressuscitado para o nosso caminho como Igreja no Brasil”, afirmou o Secretário-Geral da entidade, Dom Ricardo Hoepers.

Dom Ricardo ainda pede que, neste ano de oração pelo Jubileu 2025, os fiéis e comunidades dediquem parte de seu tempo e entrem em comunhão espiritual com os bispos reunidos em assembleia, rezando por seus pastores e pelo bom andamento da 61ª Assembleia Geral. Saiba mais aqui.

Sobre a 61ª Assembleia da CNBB

Além do tema central, a 61ª Assembleia abordará mais três que serão prioritários, sendo eles: Sínodo dos Bispos 2021-2024, Jubileu 2025 e Juventude. Para ajudar na reflexão sobre o tema central, o episcopado brasileiro utilizará a metodologia da “conversação espiritual”, com a organização das mesas sinodais, tal como no Sínodo dos Bispos.

Para ajudar a reunir as informações sobre o evento, a Assessoria de Comunicação da CNBB publicou no portal da entidade um hotsite da 61ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Na página estarão disponíveis conteúdos em diversos formatos, como matérias, entrevistas, vídeos e spots para rádios, TVs e redes sociais.

Acesse aqui: https://www.cnbb.org.br/61agcnbb/

Texto: CNBB/Adaptado

Imagem: CNBB

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Encontro dos três Setores da comissão para a Liturgia da CNBB

A Comissão Episcopal para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos Brasil (CNBB) reuniu a equipe de Reflexão que envolve seus três setores,  entre os dias 15 e 17 de março, na Casa Dom Luciano, em Brasília (DF). Além do presidente, participaram da reunião os bispos que também integram a comissão: dom José Benedito e dom Dorival Barreto. Os assessores da Comissão, também participaram da reunião: Raquel Schneider, do Setor Espaço Litúrgico; padre Jair Oliveira Costa, do Setor Música Litúrgica; frei Luís Felipe Marques, do Setor Pastoral Litúrgica.

Na programação,  cada assessor teve a oportunidade de se reunir com alguns membros das equipes de reflexão. Essa reunião articulou projetos futuros, refletiu sobre a realidade litúrgica da Igreja no Brasil, atualizou informações sobre as demandas de cada setor e recordou a necessidade do trabalho em equipe.

A pauta principal da reunião, segundo o bispo de Bonfim (BA) e presidente da Comissão Episcopal para a Liturgia da CNBB, dom Hernaldo Pinto (à direita na foto), foi construir uma visão de conjunto sobre os assuntos de liturgia que serão apresentados na 61ª Assembleia da CNBB, de 10 a 19 de abril.

“Foi um bonito momento de comunhão, partilha e participação na da Comissão à serviço da missão da Conferência”, ressaltou o presidente da Comissão.

Dom Hernaldo salientou ainda que o encontro dos três Setores da Comissão é “importante para repropor a Liturgia no âmbito do inteiro edifício eclesial como pedra angular”. No Brasil, de acordo com ele, o momento é oportuno para fazê-lo, uma vez que experimenta-se um retorno do interesse pelos ritos e as preces por meio dos quais a comunidade discipular toma parte no Mistério da Páscoa de Cristo.

Missal Romano e formação litúrgica

Segundo o frei Felipe, a articulação da equipe de reflexão serviu para “ressaltar o significado da publicação do Missal Romano e a urgência da formação litúrgica, de acordo com as premissas da Carta Apostólica do Papa Francisco, Desiderio Desideravi”.

No âmbito da Pastoral Litúrgica, a Comissão avaliou os projetos de continuidade com os anos anteriores, como por exemplo, os roteiros homiléticos; avaliou a recepção da Terceira Edição Típica da Missal Romano; organizou mais um subsídio de formação litúrgica em comunidade e projetou a necessidade de um “Livro de Preces” para as celebrações, inspirados em outras comissões episcopais.

O assessor do Setor Música Litúrgica encaminhou a revisão do Hinário I (Advento e Natal); apontou as lacunas existentes no hinário dos períodos quaresmais, principalmente nos anos B e C; avaliou e revisou o processo de participação no hino da CF; e, avaliou o primeiro livro com as melodias no estilo gregoriano das partituras do missal, em via de publicação pelas Edições CNBB, consequentemente, pensou no amplo repertório criado dentro das constantes melódicas da música brasileira, preparado pelas equipes anteriores.

A equipe de reflexão do Setor Espaço Litúrgico, em conjunto com a assessora da Comissão Raquel Schneider, trabalhou no desenvolvimento do texto com orientações para as Comissões de Arte Sacra, na preparação de um programa contínuo de formação através das mídias digitais; na organização do II Encontro da Pastoral do Artista Sacro e no planejamento do XV Encontro Nacional de Arquitetura e Arte Sacra (ENAAS), que acontecerá em junho de 2025. A alegria do encontro, os momentos celebrativos e de convivência e o ambiente fraterno, cheio de entusiasmo e esperança na missão, marcaram esse final de semana.

Frei Felipe conclui que o encontro foi muito sereno, facilitando o diálogo e a escuta de todos os participantes e a projeção futura da comissão. As celebrações ocorreram num clima de ativa e consciente participação no mistério celebrado. As próximas reuniões ocorrerão em junho e em setembro, na modalidade virtual, contemplando todos os membros que não puderam participar no encontro desse final de semana.

Fonte: CNBB.org.br

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LEIA A MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2024 “FRATERNIDADE E AMIZADE SOCIAL”

O Papa Francisco enviou a já tradicional mensagem por ocasião da abertura da Campanha da Fraternidade. O pontífice manifestou o desejo de que a CF, “uma vez mais”, auxilie as pessoas e comunidades do Brasil “no seu processo de conversão ao Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, superando toda divisão, indiferença, ódio e violência”. O texto enviado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) por ocasião da abertura da campanha foi divulgado hoje, 14 de fevereiro, Quarta-feira de Cinzas.

Em sua mensagem, Francisco une-se ao episcopado brasileiro em ação de graças pelos 60 anos da campanha celebrada em âmbito nacional e destaca do tema o convite a, como irmãos e irmãs, “construir uma verdadeira fraternidade universal que favoreça a nossa vida em sociedade e a nossa sobrevivência sobre a Terra, nossa Casa Comum, sem jamais perdermos de vista o Céu, onde o Pai nos acolherá a todos como seus filhos e filhas”.

A CF 2024 tem como tema “Fraternidade e Amizade Social” e o lema “Vós sois todos irmãos e irmãs” (cf. Mt 23, 8). Seu objetivo geral é despertar para o valor e a beleza da fraternidade humana, promovendo e fortalecendo os vínculos da amizade social, para que, em Jesus Cristo, a paz seja realidade entre todas as pessoas e povos.

Confira a mensagem do Papa para a CF 2024 na íntegra:

Queridos irmãos e irmãs do Brasil,

Ao iniciarmos, com jejum, penitência e oração, a caminhada quaresmal, uno-me aos meus irmãos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil num hino de ação de graças ao Altíssimo pelos 60 anos da Campanha da Fraternidade, um itinerário de conversão que une fé e vida, espiritualidade e compromisso fraterno, amor a Deus e amor ao próximo, especialmente àquele mais fragilizado e necessitado de atenção. Este percurso é proposto cada ano à Igreja no Brasil e a todas as pessoas de boa vontade desta querida nação.

Neste ano, com o tema “Fraternidade e Amizade Social” e o lema “Vós sois todos irmãos e irmãs” (cf. Mt 23, 8), os bispos do Brasil convidam todo o povo brasileiro a trilhar, durante a Quaresma, um caminho de conversão baseado na Carta Encíclica Fratelli Tutti, que assinei em Assis, no dia 3 de outubro de 2020, véspera da memória litúrgica de São Francisco.

Como irmãos e irmãs, somos convidados a construir uma verdadeira fraternidade universal que favoreça a nossa vida em sociedade e a nossa sobrevivência sobre a Terra, nossa Casa Comum, sem jamais perdermos de vista o Céu, onde o Pai nos acolherá a todos como seus filhos e filhas.

Infelizmente, ainda vemos no mundo muitas sombras, sinais do fechamento em si mesmo. Por isso, lembro da necessidade de alargar os nossos círculos para chegarmos àqueles que, espontaneamente, não sentimos como parte do nosso mundo de interesses (cf. FT 97), de estender o nosso amor a “todo ser vivo” (FT 59), vencendo fronteiras e superando “as barreiras da geografia e do espaço” (FT 1).

Desejo que a Igreja no Brasil obtenha bons frutos nesse caminho quaresmal e faço votos que a Campanha da Fraternidade, uma vez mais, auxilie às pessoas e comunidades dessa querida nação no seu processo de conversão ao Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, superando toda divisão, indiferença, ódio e violência.

Confiando estes votos aos cuidados de Nossa Senhora Aparecida, e como penhor de abundantes graças celestes, concedo de bom grado a todos os filhos e filhas da querida nação brasileira, de modo especial àqueles que se empenham pela fraternidade universal, a Bênção Apostólica, pedindo que continuem a rezar por mim.

Roma, São João de Latrão, 25 de janeiro de 2024, festa litúrgica da conversão de São Paulo Apóstolo.

Franciscus

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Padre Salvador realiza projeto na missão em Pemba

Curso de Corte e Costura transforma vidas na missão em Pemba

Aconteceu na manhã de segunda-feira, 22 de janeiro, na sede dos projetos sociais da Missão Nossa Senhora de África, a celebração da conclusão do curso de Corte e Costura, promovido pela Missão. Foram 36 adolescentes que concluíram o curso. A cerimônia, não apenas reconheceu as conquistas individuais, mas também representou um passo significativo para o desenvolvimento de habilidades e um futuro promissor.

A diversidade marcou o evento, a presença de famílias não cristãs e de famílias cristãs católicas, todos unidos pelo aprendizado e pela superação. Autoridades locais, líderes comunitários e representantes da Missão estiveram presentes, compartilhando palavras inspiradoras e oferecendo apoio essencial a esses jovens promissores.

A reflexão sobre a palavra de Deus, baseado no Evangelho segundo João (cf. Jo 8, 31), guiou um momento de meditação preparada pelo Padre Salvador Rodrigues, da chefe do posto de Mazeze, Sra. Daniela, e outras figuras importantes da comunidade. O hino nacional ressoou, simbolizando a união e o orgulho de pertencer a esta comunidade diversificada.

O ponto alto da cerimônia foi a entrega dos certificados, acompanhada da distribuição de cadernos e canetas para cada adolescente, indicando o início de uma nova jornada educacional. Os missionários como também os adolescentes expressaram profunda gratidão ao Regional Sul 1 da CNBB do estado de São Paulo, pelo apoio contínuo ao projeto, que possibilitou a realização deste curso transformador.

Com entusiasmo, ainda foi anunciada a abertura de novas inscrições para jovens que desejam participar do próximo ciclo do projeto. O dia concluiu-se com um gesto simples, mas significativo: oferecer um copo de água, uma expressão que significa um pequeno lanche simbolizando a dedicação da Missão em nutrir não apenas mentes, mas também corações.

Fonte: https://cnbbsul1.org.br/

Fotos: Padre Salvador Rodrigues

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Bênção de envio – Pe. Jair e Célia Soares

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, através dos seus legítimos representantes escolheram o Padre Jair Oliveira Costa como membro da Comissão Episcopal para a Liturgia e a leiga Célia Soares Souza para o Setor do Laicato da Comissão Episcopal para o Laicato.

Dom Edmilson Amador Caetano, bispo de Guarulhos, aproveitou a Solenidade da Imaculada Conceição celebrada na Catedral no dia 08 de dezembro para agradecer o sim dos escolhidos e ressaltar a alegria de como Igreja particular de Guarulhos poder contribuir com a CNBB.

Antes da benção final convidou a todos para orarem pela missão confiada ao Padre Jair e a Celia para que estejam abertos a escutar o Espírito Santo, fazendo a vontade de Deus e assim fortalecer a ação evangelizadora da Igreja no Brasil.

Deus abençoe nossos representantes nesta caminhada.

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COMISSÃO EPISCOPAL PARA O LAICATO DA CNBB CONTA COM TRÊS NOVOS ASSESSORES PARA CEB’S, LAICATO E CEFEP

A Comissão Episcopal para o Laicato da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) conta com três novos assessores cujos nomes foram referendados na reunião do Conselho Permanente da entidade que se reuniu de 21 a 23 de novembro. Para o setor de Comunidades Eclesiais de Base (Ceb’s) a escolhida foi a Marilza José Lopes Schuina. Para o setor do Laicato, Célia Soares Souza e para o Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara o escolhido foi Jardel Neves Lopes.

De acordo com o bispo de Araguaína (TO) e presidente da Comissão Episcopal para o Laicato da CNBB, dom Giovane Pereira Melo, para a escolha destes novos assessores foi realizada uma consulta prévia da Comissão do Laicato junto aos organismos que a integram com o pedido de indicação de nomes. Passada a primeira fase, a Comissão entrou em contato com as pessoas indicadas. Após a aceitação por parte dos indicados, os nomes foram encaminhados à Secretaria-Geral da CNBB e aprovados pelos bispos do Conselho Permanente.

Ao mesmo tempo que dás as boas vindas aos novos assessores, dom Giovane também expressa gratidão aos três assessores que estão deixando a comissão, o professor Laudelino Augusto dos S. Azevedo, padre Paulo Adolfo e o professor Celso Carias. “Nos últimos oito anos, eles foram uma presença marcante na Conferência e na Comissão para o Laicato. São pessoas que vivem e dão testemunho da sua fé. Fizeram o percurso com muito amor e sentimento de pertença”, disse.

Assessora para o Setor de Comunidades Eclesiais de Base

Marilza José Lopes Schuina – É licenciada em em Pedagogia pela UFMT e especialização em Avaliação Educacional pela mesma universidade. É especialista em Liturgia pela faculdade de Teologia Nossa Senhora Assunção (SP) e está cursando a pós-graduação em Dimensão Social da Fé com ênfase em Doutrina Social da Igreja pela Universidade Católica de Pernambuco. É professora aposentada da rede municipal de ensino de Cuiabá (MT). Foi da equipe de coordenação de Cuiabá e regional das Comunidades Eclesiais de Base (Ceb’s) nos anos 90. Integrou a Ampliada Nacional das Ceb’s. Presidiu o Conselho Nacional do Laicato por dois mandatos de 2013 a 2019. Participou da V Conferência Geral do Conselho Episcopal da América Latina e Caribe, em 2007.

Assessora para o Setor do Laicato

Célia Soares Souza – Cristã leiga, atualmente trabalha na área administrativa de uma Escola particular em São Paulo e reside em Guarulhos (SP). Tem experiência pastoral e na área de Teologia. Com ênfase em Mariologia, Teologia Bíblica, Pastoral e Dogmática, especialmente na formação de cristãs leigas e leigos. É doutoranda em Teologia pela PUC-SP, mestre em Teologia Sistemática pela mesma universidade. Possui graduação em Teologia pela faculdade de Teologia Nossa Senhora Assunção e Geografia pela PUC-SP. É pós-graduada em Doutrina Social da Igreja pela Faculdade João Paulo II (Fajopa) e em Mariologia pela faculdade Dehoniana e Academia Marial de Aparecida. Participou ativamente por 10 anos na Pastoral da Juventude diocesana e regional. É professora de Mariologia, Sagrada Escritura e Eclesiologia na Escola de Ministérios Padre José Fernando de Brito, na diocese de Guarulhos-SP. Atua como assessora na Escola da Palavra, curso bíblico para agentes de pastorais, na forania Aparecida da Diocese de Guarulhos-SP.  Participa na comunidade de base da paróquia Nossa Senhora Aparecida – Cocaia, a serviço do ministério extraordinário da Palavra e da Comunhão. Atua como coordenadora na Comissão Nacional de Formação do Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB), na atual gestão da presidência do CNLB regional Sul 1 e no CNLB diocesano de Guarulhos. Atua na Equipe de subsídios para a publicação dos Encontros de Leitura Orante da Palavra de Deus (desde 2015). É autora de quatro livros, entre eles “O perfil mariano da Igreja e a participação da mulher na Igreja”, publicado pela Editora Santuário, 2021.

 

Assessor para o Centro Nacional de Fé e Política

Jardel Neves Lopes – Doutorando em Teologia pelo Programa de Pós graduação em Teologia (PPGT-PUCPR). Mestre em Teologia pelo PPGT-PUCPR (2012). Especialista em Fé e Política pela Escola Nacional de Fé e Política (CEFEP) em parceria com o departamento de teologia da PUCRJ (2017). Especialista em Gestão de Projetos pela Escola de Negócios da PUCPR (2015). Licenciado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR)(2008). Atua como secretário-executivo da Campanha contra a violência no Campo (envolve pastorais e movimentos populares) e assessor político do Coletivo de Incidência Política Compartilhada (envolve pastorais, organismos, redes e movimentos de Igreja). Foi Coordenador Nacional da Pastoral Operária (2015-2022). Foi articulador Regional das Pastorais Sociais do Paraná (2013-2023). Atuou como assessor das CEBs, Pastoral do Povo em situação de Rua, Curso de fé e política para Jovens (na extinta Casa da Juventude do Paraná), Escola de Fé e Política da Arquidiocese de Curitiba. Foi assessor referencial arquidiocesano da Pastoral da Juventude da arquidiocese de Curitiba. É membro da Equipe Executiva da Comissão Episcopal Pastoral para Ação Sociotransformadora (CEPAST-CNBB). É membro do Comitê sobre Trabalho (CEPAST-CNBB). Tem experiência com gestão de projetos (planejamento, execução e avaliação). Realiza assessorias a pastorais, dioceses, regionais e instituições religiosas em temas correlatos à DSI, Pastoral Social, Campanha da Fraternidade, Fé e Política, políticas públicas, planejamento, juventudes, mundo do trabalho e análise de conjuntura.
Fonte: CNBB.org.br