SÃO PAULO - BRASIL

“O Senhor fez em mim maravilhas.” (Lc 1,49)

SÃO PAULO - BRASIL

"A Esperança não decepciona" (Rm 5,5)

Categorias
Artigos Bíblia

Mês da Bíblia 2024: Ezequiel O Profeta da Esperança

O livro de Ezequiel nos coloca diante de uma das etapas mais atribuladas e trágicas da História do Povo de Deus. O reino de Judá, fraco e indefeso diante dos grandes impérios, se vê mergulhado numa disputa de ordem internacional sem ter condição nenhuma de interferir em seu próprio destino. De um lado, o império babilônico. Do outro, o reino do Egito. No meio, tentando se equilibrar entre poderosos, estavam os sucessivos reis de Judá. A consequência desastrosa deste jogo de poderes internacionais foi o exílio e a destruição do país e da capital Jerusalém. O profeta Jeremias é a grande testemunha histórica de todo este desastre político. O livro das Lamentações é o grito doloroso do povo sofrido, vítima dos erros políticos dos governantes. A mensagem do profeta Ezequiel vem completar este quadro histórico de dor e de morte, mas também trazendo uma centelha de reconstrução e de esperança.

A vivência de Ezequiel junto à comunidade dos exilados mergulhou-o na mesma sorte do povo de Deus naquele momento histórico. Ele também passou pela noite escura do desterro, do medo, da ausência e da saudade. Mas ele continua fiel e teima em continuar a crer na fidelidade do Deus que esteve sempre presente na vida do povo.

Toda a mensagem profética de Ezequiel foi vivida e proclamada no exílio na Babilônia. Ezequiel tenta mostrar aos exilados que, apesar de toda destruição, morte e desterro, ainda há uma esperança, muita esperança. Ainda ardem as brasas da fé por baixo de todas as cinzas da destruição, do sofrimento e do exílio.

Uma das etapas históricas do povo de Israel é a etapa do Exílio. A ideia mais comum a respeito deste período, que vai de 597 até 538, é a seguinte: houve a invasão da Babilônia contra Judá; Nabucodonosor, o rei da Babilônia, fez duas deportações (597 e 586) e levou muita gente para o Exílio. Com a derrota dos babilônios para os persas (539), Ciro, o rei da Pérsia, permitiu o retorno do povo para sua terra. A partir de 538, em sucessivas levas, os judeus regressaram da Babilônia para a Judéia.

Na realidade, o que houve não foram só estas duas deportações. A Bíblia registra muitos exílios do povo de Israel e de Judá. Já em 734, o rei da Assíria promoveu uma deportação de israelitas para as terras do império assírio (cf. 2Rs 15,29). Com a queda da Samaria (722) muitas outras pessoas do reino de Israel foram levadas para a Mesopotâmia e lá espalhadas entre as várias províncias do império assírio (cf. 2Rs 17,6.23). O mesmo aconteceu com Judá a partir das invasões assírias entre 701 e 669 (2Cr 33,11-13). As sucessivas deportações por ocasião das invasões babilônicas geraram uma comunidade de uns dez mil judeus exilados na Babilônia (cf. 2Rs 24,14). A maior parte destas pessoas não voltou para Jerusalém. Havia uma grande comunicação entre a comunidade dos judeus que permaneceram em Judá e a comunidade dos exilados na Babilônia (cf. Jr 29,5-7).

Foi um processo, cada vez mais amplo, de exílio, saída, dispersão, deportação e emigração do povo para os países ao redor da Palestina. E ao mesmo tempo, houve um processo igualmente crescente de retorno, de reorganização, de reconstrução, de busca de uma nova identidade.

Foi nesta noite escura do povo que brilhou a aurora de um novo olhar. Um olhar nascido da experiência do amor fiel de Deus que permitiu à comunidade fazer a releitura do passado. E assim, desta situação de morte, nasceram as imagens mais bonitas de esperança. Jeremias fala do novo coração (Jr 30 a 33), Isaías fala do consolo e do amor que animam o servo de YHWH para ser o revelador da presença de Deus no mundo (Is 40 a 66), como transparece nos quatro cânticos do povo Servo: no primeiro cântico Deus escolhe o seu Servo (Is 42,1-9); no segundo cântico o Servo de Deus descobre a sua missão (Is 49,1-6); no terceiro cântico o Servo assume e executa a sua missão (Is 50,4-9); no quarto cântico temos a paixão e vitória final do Servo de Deus (Is 52,13 a 53,12).

É neste contexto de avaliação e de reconstrução que surge o profeta Ezequiel. Ele fala do novo pastor (Ez 34,11-31), do novo Templo (Ez 40 a 47), da água purificadora que restaura a Criação (Ez 47,1-12). Na visão dos ossos secos, ele descobriu sinais de vida lá onde os outros só enxergavam morte e desespero (Ez 37,1-14).

Ezequiel é um profeta que tem um jeito todo próprio. Ele era da tribo de Levi, e toda a sua espiritualidade transpira o ambiente sacerdotal. Ele anuncia e lamenta a destruição do templo e da cidade como consequência dos desvios, sobretudo cultuais, da elite. Ele tem visões estranhas, difíceis de serem decifradas e interpretadas. Tem desmaios, deve realizar ações simbólicas estranhas, mas que chamam a atenção do povo. Toda a sua vida, tanto pessoal como familiar, se torna uma profecia viva. Ele já não se pertence.

Grande parte das profecias de Ezequiel são denúncias violentas que acusam o povo e anunciam o castigo. Talvez seja a sua experiência da santidade de Deus, profanada tão despudoradamente pelos sacerdotes, pelos reis e pelos falsos profetas, que o levou a essa reação tão agressiva que, até hoje, faz a gente sentir-se incomodada quando lê as profecias de condenação deste profeta. A enormidade dos castigos que ele anuncia revela o tamanho da sua dor ao ver o povo desviado pelos seus maus governantes, nobres, sacerdotes e profetas. E o profeta conclui suas trágicas mensagens com um refrão misterioso da parte de Deus: “Então sabereis que eu sou YHWH!” (cf. Ez 6,7.10.13.14; 7,4.9.26; etc…)

Mas no meio destas visões terríveis aparecem também as visões mais bonitas da Bíblia, como flores brilhantes no meio do mato fechado. Uma destas flores é a visão dos ossos secos que retomam vida sob a ação do espírito de Deus (Ez 37,1-14).

Sendo sacerdote, é evidente que Ezequiel sabia ler e escrever. Desta forma, grande parte dos oráculos podem ter saído de seu próprio punho. Ele mesmo pode ter escrito sobre suas experiências extáticas ou suas ações simbólicas. Mas não podemos pensar que todo o livro foi obra dele. Numerosos acréscimos posteriores são contribuições de seus discípulos.

De qualquer forma, apesar de reunir materiais tão diferentes como visões, sermões complicados, oráculos de difícil intepretação, encenações dramáticas, o livro de Ezequiel é um dos mais bem organizados dentre os livros proféticos.

  • 1-3: A vocação profética. O profeta recebe sua missão
  • 4-24: Profecias de ameaça e de condenação contra Judá, antes do segundo cerco de Jerusalém
    Nesta unidade vale destacar o seguinte: as ações simbólicas (4 e 5); a visão da profanação do templo (8 a 11); a parreira inútil (15); a responsabilidade pessoal (18); as duas irmãs (23); a morte da esposa (24,15-27).
  • 25-32: Oráculos contra as nações cúmplices do império.
    O centro destas denúncias são as duras palavras dirigidas contra a cidade de Tiro, na Fenícia (26 a 28) e contra o Egito e seu faraó (29 a 32).
  • 33-39: Oráculos de salvação durante e depois do cerco final de Jerusalém.
    O profeta busca animar o povo exilado apontando para um renascimento futuro. Aqui estão as passagens sobre os pastores de Israel (34); o oráculo sobre os montes de Israel (36); a visão dos ossos secos (37,1-14); as duas achas de lenha (37,15-28); os oráculos contra o reino de Gog (38-39).
  • 40-48: Estatuto político e religioso da futura comunidade na nova Cidade Santa.
    Esta parte apresenta um plano de reconstrução da nova Jerusalém, tendo como centro um templo restaurado para onde voltará a glória de Deus. Sendo um documento que fundamenta o renascimento da religião judaica, algumas Bíblias chamam esta parte de “A Torá de Ezequiel”.

 

Fonte: portaldascebs.org.br.org.br

Categorias
Artigos Enfoque Pastoral

Restaurados na Palavra de Deus

“Faça-se mim segundo a Tua Palavra” (Lc 1,38)

Amados, a Palavra de Deus nos restaura e nos dá vida nova. Setembro tem sido ao longo dos anos, desde a década de 70, o mês dedicado a Bíblia. Na Liturgia, na catequese e nas Escolas da Palavra, nossas comunidades têm aprofundado e divulgado o bom hábito de ler e rezar a Palavra de Deus. Nossa Diocese promoveu em julho deste ano uma semana inteira de aprofundamento da Palavra de Deus. E teremos no próximo ano a continuidade deste tema na semana diocesana de formação. Ao celebrar o Mês da Bíblia, a Igreja nos convida a conhecer mais a fundo a Palavra de Deus, a amá-la cada vez mais e a fazer dela, a cada dia, uma leitura meditada e rezada. Se queremos ser discípulos e missionários de Jesus Cristo é indispensável o conhecimento profundo e vivencial da Sagrada Escritura.

“A Palavra de Deu é luz e lâmpada para o caminho” (Salmo 119,105); “ela é como a chuva que cai na terra e a fecunda, gerando vida” (Is 55,11-12); ela é a boa semente que cai no terreno bom e produz muito fruto (conf. Mc 4,3-9). “ela é viva e eficaz, mais penetrante que uma espada(Hb 4,12); ela é “inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver” (2 Tm 3,16). Nós estamos em uma época maravilhosa na qual a Palavra de Deus está sendo anunciada e colocada no alto, para iluminar a nossa vida e a nossas famílias. Nós estamos vivendo essa graça! Jesus afirma: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba!” (Jo 7,37-38). “Ignorar as Escrituras é ignorar a Cristo” (são Jerônimo)

O Papa Francisco diz que: “É importante recordar que o Espírito Santo, o Vivificador, gosta de agir através da Escritura. Com efeito, a Palavra transmite ao mundo o sopro de Deus, infunde no coração o calor do Senhor. É necessário o Espírito Santo para que a Bíblia arda no coração e se torne viva. Mas a Bíblia não é uma bonita coletânea de livros sagrados a estudar, é Palavra de vida a semear, dádiva que o Ressuscitado pede para acolher e distribuir, a fim de que haja vida no seu nome (cf. Jo 20, 31).”

Neste mês de setembro, também merece enfoque  pastoral, a 10ª Romaria Diocesana ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida: “Rumo a casa da Mãe”. Nossas paróquias celebrarão este grande dia da diocese reunindo todo o povo de Deus da Diocese de Guarulhos. Neste Dia de Ação de Graças levamos aos pés da Mãe Aparecida nossos trabalhos pastorais e nossas famílias. Roguemos a Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa, para que inspirados e movidos pela Palavra de Deus, testemunhemos no mundo o Reino de Deus.

Coragem!

Pe. Marcelo Dias Soares

Coordenador Diocesano de Pastoral

Categorias
Artigos Voz do Pastor

‘‘Pai Nosso que estais nos Céus’’

Assim falou Jesus. Então levantando os olhos ao céu disse: “Pai, chegou a hora. Glorifica teu filho para que teu filho te glorifique, assim como lhe deste autoridade sobre todo ser humano, para que conceda a vida eterna a todos que lhe deste. Ora, a vida eterna é esta: que conheçam a ti, o Deus único e verdadeiro e àquele que tu enviaste, Jesus Cristo.” (Jo 17,1-3)

O apóstolo e evangelista São João, nesse lindo capítulo 17 do seu evangelho, revela-nos, na chamada oração sacerdotal, a intimidade, confiança e entrega de Jesus para com o Pai (Abbá, papaizinho). Jesus ergue os olhos aos céus. Ele tem a intimidade de penetrar no aconchego do Pai. Trata-se de um olhar de confiança e entrega. Mesmo na hora cruciante da sua Paixão, Ele não duvida da sua missão e da força da sua entrega. Sabe que a sua glória e a glória do Pai são a mesma: toda a humanidade tem acesso à vida eterna. Conhecendo (experimentando) o amor do Pai e do Filho, temos a mesma intimidade, pois experimenta-se a vida eterna. Tem vida eterna quem descobre o poder do Amor do Filho que se manifestou maravilhosamente no escândalo da Cruz.

A filiação divina de Jesus, da intimidade que Ele tem com o Pai, ele quer que nos tornemos partícipes.  Ele quer compartilhar com todos os discípulos: “Eu lhes dei a glória que tu me deste, para que eles sejam um, como nós somos um, eu neles e tu em mim. Sejam consumados na unidade, e o mundo reconheça que tu me enviaste e os amaste como amaste a mim.” (Jo 17,22-23).

Contudo, o penetrar nesta intimidade do Pai exige que tenhamos o conhecimento do Filho para contemplarmos a intimidade do Pai. “Há tanto tempo estou convosco e tu não me conheces, Filipe? Quem me vê, vê o Pai.” (Jo 14,9). Quem é o Filho?  É Aquele que Deus, após ter falado de muitos modos no passado, “nestes dias que são os últimos, falou-nos por meio do seu Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas e pelo qual também criou o universo. Ele é o esplendor da glória do Pai, a expressão do seu ser. Ele sustenta todas as coisas com sua palavra poderosa.” (Hb 1,2-3). Este Filho é o Verbo (Lógos) incomensurável. Ele é a Sabedoria de Deus. No entanto, o Verbo (Lógos) se fez carne e habitou entre nós. (cf. Jo 1,14). Para que pudéssemos conhecê-lo, neste seu fazer-se carne, assumiu toda a debilidade da natureza humana, exceto o pecado. Viveu o mais profundo e verdadeiro esvaziamento de si mesmo (kênosis) e por isso Ele e com Ele a natureza humana entrou na glória da eternidade. De fato, na morte de Jesus o véu do templo que impedia a todos de entrar em contato com Deus rasgou-se. Pelo poder da morte, morte de Cruz de Jesus, todos têm acesso ao Pai. (cf Mt 27,51) E o Cristo que assumiu a nossa frágil natureza humana é exaltado e diante dele todos os joelhos se dobram. “…não considerou um privilégio ser igual a Deus, mas esvaziou-se, assumindo a forma de servo e tornando-se semelhante ao ser humano…humilhou-se, fazendo-se obediente até a morte – e morte de Cruz! Por isso Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que, ao Nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra, e toda língua confesse: Jesus Cristo é o Senhor para a glória de Deus Pai.” (Fl 2,6-11)

Este é o Filho que precisamos conhecer (experimentar) para que a nossa oração do Pai Nosso tenha toda a sua intensidade. Somos filhos no Filho. Somente estando nele podemos chamar a Deus de Pai.

 

Dom Edmilson Amador Caetano, O. Cist.

Bispo diocesano

Categorias
Artigos Editorial

A Palavra de Deus exige Reflexão e Ação

Caríssimos irmãos e irmãs, a edição de setembro é marcada por reflexões a partir da fonte primária de conduta cristã que é a Sagrada Escritura, como cantamos: “Na bíblia está a Palavra de Deus semeada no meio do povo, que cresceu, cresceu e nos transformou, ensinando-nos viver um mundo novo. Deus é bom, nos ensina a viver, nos revela o caminho a seguir, só no amor partilhamos seus dons, sua presença iremos sentir. Somos povo, o povo de Deus e formamos o Reino de irmãos e a Palavra que é vida nos guia e alimenta a nossa missão.” Trata-se de uma letra simples, mas que expressa o real sentido da Palavra de Deus semeada em nossos corações.

Dom Edmilson, em seu artigo nos recorda que na Bíblia aprendemos a chamar a Deus de Pai Nosso a partir da oração sacerdotal em João 17 e outros textos como Hebreus, Mateus e Filipenses. A Conferência Episcopal dos Bispos no Brasil convida os diversos grupos a renovarem sua esperança através da reflexão sobre o livro do Profeta Ezequiel. E no artigo enfoque pastoral, padre Marcelo recorda-nos que diante da Palavra de Deus, devemos dizer como Maria Santíssima: “Faça-se em mim segundo a Tua Palavra.” A reflexão deve despertar práticas concretas na vida pessoal e consequentemente na sociedade, como a defesa do projeto da Ficha Limpa; o combate aos jogos de apostas que compromete a saúde mental e a divulgação da Campanha Setembro Amarelo no combate ao suicídio.

Na ação evangelizadora nos comprometemos com a transformação do presente em vista do futuro, gritando com a juventude: Viva a Vida! O céu não pode esperar! Um evento realizado com uma excelente participação da juventude provinda das diversas realidades paroquiais, movimentos, pastorais, organismos e comunidades.

Enfim, que possamos aceitar o convite do Papa Francisco: “Voltemos às nascentes para oferecer ao mundo aquela água viva que ele não encontra; e, enquanto a sociedade e as redes sociais acentuam a violência das palavras, concentremo-nos na mansidão da Palavra que salva.” Além disso, o Papa apresenta algumas interrogações que vale a pena refletir: “Que lugar reservo para a Palavra de Deus na casa onde moro? Lá haverá livros, jornais, televisões, telefones, mas… onde está a Bíblia? No meu quarto, tenho ao alcance da mão o Evangelho? Leio-o cada dia para encontrar nele o rumo da vida? Carrego na bolsa um pequeno exemplar do Evangelho para lê-lo? Muitas vezes dei de conselho que se trouxesse sempre conosco o Evangelho: no bolso, na carteira, no celular. Se Cristo me é mais querido do que qualquer outra realidade, como posso deixá-Lo em casa e não trazer comigo a sua Palavra? E a última pergunta: Já li, na íntegra, pelo menos um dos quatro Evangelhos? O Evangelho é o livro da vida, é simples e breve, mas muitos crentes nunca leram um do começo ao fim.”

Desejo a todos um excelente mês da Palavra de Deus e não esqueça de compartilhar está edição em seus grupos de relacionamento.

Padre Marcos Vinicius Clementino

Jornalista e Diretor Geral

Categorias
Destaques Diocese Dízimo Pastorais

Congresso Diocesano da Pastoral do Dízimo

No sábado – 24 de agosto – a Paróquia Santo Antônio (Parque) acolheu o Congresso Diocesano da Pastoral do Dízimo.

O encontro teve início com a Santa Missa presidida pelo Bispo Diocesano Dom Edmilson A. Caetano e concelebrada pelo Assessor Diocesano do dízimo e pároco local – Padre Ítalo Sá.

A participação dos coordenadores e agentes que atuam nas diversas paróquias da Diocese foi bastante satisfatória. Ao longo do dia, muitas atividades estavam programadas como palestras, partilha e dinâmica. Acolheram com alegria o palestrante Bruno César Galetti – Empresário, Coordenador do Alpha Brasil, Diretor do Projeto Sonhar Acordado que explanou sobre o Dízimo e a Juventude como porta de entrada para Comunidade e na parte da tarde o Pe. Douglas Fernando (Paróquia Santa Teresinha e Nossa Senhora das Angústias) deu sua contribuição para o congresso acerca do funcionamento do Dízimo em relação ao sistema diocesano. Ambos elucidaram temas importantes ligados à evangelização. Evangelização essa que só é possível através da partilha e do compromisso com o Dízimo.

Pastoral do DízimoDiocese de Guarulhos

 

Confira algumas fotos do congresso:

Congresso Diocesano do Dízimo 2024
Categorias
Destaques Diocese Forania Aparecida

Forania Aparecida inicia Semana Bíblica na Diocese

A Forania Aparecida da Diocese de Guarulhos iniciou na noite desta terça-feira, 03 de setembro a Semana Bíblica para agentes, religiosos e leigos das paróquias da forania.

Com o tema principal retirado do livro base da CNBB do Livro do profeta Ezequiel: “Porei em vós o meu Espírito e vivereis” (Ez 37,14), o Padre Marcos Alves iniciou a noite com a acolhida dos presentes no Centro Diocesano de Pastoral e deu a palavra para o Diácono Daniel Lopes, que palestrou e ministrou a primeira noite com o tema do primeiro capítulo do Livro: “Contexto histórico do Livro de Ezequiel”.

O evento contou com boa presença dos agentes das paróquias da forania.

A Semana Bíblica continua na forania até sexta-feira, 06 de setembro com as seguintes palestras:

Quarta-feira – 04/09
Ezequiel: Um exilado com os exilados – Pe. Leonardo
 
Quinta-feira – 05/09
Os ossos secos revitalizados (Ez 37,1-14) – Pe. Marcos José
 
Sexta-feira – 06/09
Ezequiel: Profecia ambiental (Ez 47,1-12) – Pe. Bruno Santana
 
 
Confira algumas fotos da primeira noite de formação:
Semana Bíblica 2024 - Forania Aparecida
Categorias
Destaques Diocese

Diocese de Guarulhos presente na Romaria de Catequistas 2024

“Os que ensinam como estrelas brilharão” cf.Dn12,3

No final de semana de 30/08 a 01/09, em Aparecida, 3400 catequistas participaram da Romaria de Catequistas promovida pelo Grupo de Animação Bíblico-Catequética da CNBB.

Entre os catequistas estiveram presentes as equipes de Animação Bíblico Catequética do SUB SP.

A Diocese de Guarulhos esteve presente com alguns representantes da coordenação da catequese.

Confira algumas fotos do evento:

Categorias
Destaques Diocese Vocação e Seminário

Viva a Viva 2024 reuniu milhares de pessoas em sua 19ª edição

No dia 01 de setembro, em Guarulhos, o Serviço de Animação Vocacional e Pastoral Vocacional de Diocese de Guarulhos, realizou a 19ª edição do Viva a Vida, que reuniu milhares de pessoas. O evento, conhecido como a festa que celebra as vocações na Diocese de Guarulhos, contou com apresentações musicais, a celebração da Santa Missa, shows vocacionais, show de Stand UP católico, DJ católico, Feira Vocacional, Exposição, Praça de Alimentação e diversas atividades. O Viva a Vida reafirmou seu objetivo de celebrar todas as dimensões vocacionais na Diocese de Guarulhos.

Viva a Vida

Dia 01 de setembro, em Guarulhos (SP), o Serviço de Animação Vocacional – Pastoral Vocacional da Diocese de Guarulhos (SP), realizou a 19ª edição do Viva a Vida com o tema inspirado na vida de santidade e amor a Jesus Cristo que tem o Beato Carlo Acutis – “O céu não pode esperar”. Considerado o maior evento católico da Cidade e Diocese de Guarulhos. Presença de mais de 2 mil pessoas que passaram pelo evento ao logo do dia (das 8h às 20h).

O Viva a Vida é a grande festa da celebração  de todas as dimensões vocacionais da Diocese de Guarulhos, essa edição contou com a presença do bispo Diocesano Dom Edmilson Amador Caetano, que presidiu a Santa Missa. Houve diversas apresentações dentre elas o Show Vocacional do grupo CarnaCristo da Paróquia São Roque, Show do Ministério Santos pelo Amor da paróquia Santa Teresinha, Show de Stand Up Católico com o missionário digital Math da Comunidade Católica Colo de Deus, uma apresentação de Teatro dos jovens da paróquia São Francisco de Assis do Parque Uirapuru, Show Vocacional do Ministério Shalom da Comunidade Católica Shalom missão Guarulhos, Show Vocacional do Joaquim, e o dia terminou com o Show Vocacional do DJ Alan Nunes.

Além dos shows, o público teve a oportunidade de viver momentos profundos de adoração ao Santíssimo Sacramento, do Espaço da Misericórdia (coração do Viva a Vida) – composto por capela, atendimento de confissões, oração e aconselhamento vocacional.

A 19ª edição do Viva a Vida também teve uma feira vocacional onde foram expostos através de stands as vocações e carismas presentes na Diocese de Guarulhos, contou também com uma exposição sobre a  vida do Beato Carlo Acutis e um concurso de Cosplay com a temática dos Santos da Igreja Católica com premiação.

O evento contou também com uma vasta praça de alimentação e outras atividades que durante o dia aconteceu no palco principal do evento.

“O tema do Viva Vida desse ano é muito propício, nós estamos a poucos meses da canonização do Beato Carlo Acutis, e é muito importante que o jovem, que muitas vezes porque tem claro, uma projeção de vida grande pela frente, acredita que, pode esperar aquilo, pode esperar aquilo, e o Carlo sempre dizia “O Céu não pode esperar”. Muitas coisas não podem esperar na vida do jovem, mas o céu não. Então a nossa vocação primeira e importante é a santidade, é o céu. Então que esse Viva a Vida, possa ajudar cada jovem a buscar a sua vocação, e na vocação que busca sem dúvida, a santidade, que é a primeira. Todas as vocações têm que nos levar a viver a santidade” , “As minhas expectativas para o Viva a Vida desse ano é sempre essa: Que passem muitas pessoas e mais do que passar muitas pessoas. Muitas pessoas que passarem por aqui, encontrem a sua vocação ou ao menos comecem a refletir sobre a sua própria vocação, no sentido da sua vida, no sentido da sua existência. Nós estamos tendo muitos jovens cometendo suicídio, porque não vê perspectiva e sentido na existência, eu espero que essa semente possa contribuir para começar a pensar, isso que é importante”,

declarou durante o evento Dom Edmilson Amador Caetano, bispo diocesano de Guarulhos.

Por: Sem. Ailton CorreiaComissão Comunicação Viva a Vida

 

Confira as fotos do evento:

Viva a Vida 2024
Categorias
Destaques Diocese Forania Fátima Movimentos Diocesanos

Treinamento da Cultura Organizacional Inclusiva e Formação da Pastoral da Inclusão – Forania Fátima

A quinta e última forania a receber o treinamento e formação sobre a Cultura Organizacional Inclusiva e formação sobre a Pastoral da Inclusão foi a Forania Fátima, que realizou seu encontro na paróquia Santa Rita do Jardim Cumbica.

Treinamento da Cultura Organizacional Inclusiva:

Concluindo o processo de Treinamento da Cultura Organizacional Inclusiva com os funcionários da Diocese de Guarulhos, aconteceu, no dia 29 de agosto, o Treinamento com os Funcionários da Forania Fátima, esta realizada na paróquia Santa Rita de Cássia do Jd. Cumbica, promovida pelo setor de Recursos Humanos da Cúria Diocesana e colaboração da Pastoral da Inclusão.

O objetivo deste treinamento é promover a consciência inclusiva dos funcionários, suas condutas e atitudes referente às pessoas com deficiência dentro do espaço corporativo.

O responsável do RH – Anderson Mariano, explanou sobre o contexto histórico das Pessoas com Deficiência desde a Idade antiga até os tempos atuais, os conceitos, terminologias e leis. Já os membros da Pastoral da Inclusão, Araçari Salles e Lilian Carmo, explanaram sobre os Tipos de Deficiência e as tratativas cada qual com sua especificidade.

Confira algumas fotos do treinamento:

Treinamento Cultura da Inclusão com Funcionários - Forania Fátima

Formação da Pastoral da Inclusão:

A noite, no mesmo local, aconteceu a formação e apresentação da Pastoral da Inclusão para Coordenadores das Pastorais das Paróquias, (CPP’s), da Forania Fátima.

A apresentação foi novamente conduzida pela palestrante Lilian Carmo, juntamente com outros membros que compõe a atual pastoral da Inclusão da Diocese, onde explanou sobre a vivência e importância da inclusão de pessoas com deficiência, principalmente dos autistas, onde, ela (Lilian) e seu marido, deu exemplo de vivência com testemunho de seu próprio filho em um serviço pastoral na paróquia e apresentou na sequência os objetivos, planos e fundamentos para a inclusão de PCD’s nas pastorais e movimentos, bem como adaptações das paróquias para futuros trabalhos pastorais.

Confira algumas fotos da formação:

Formação Pastoral da Inclusão - Forania Fátima
Categorias
Destaques Diocese Forania Bonsucesso Pastorais

Treinamento da Cultura Organizacional Inclusiva e Formação da Pastoral da Inclusão – Forania Bonsucesso

A quarta forania a receber o treinamento e formação sobre a Cultura Organizacional Inclusiva e formação sobre a Pastoral da Inclusão foi a Forania Bonsucesso, que realizou seu encontro na paróquia Santa Cruz e Nossa Senhora Aparecida do Jd. Presidente Dutra.

Treinamento da Cultura Organizacional Inclusiva:

Continuando o processo de Treinamento da Cultura Organizacional Inclusiva com os funcionários da Diocese de Guarulhos, aconteceu, no dia 28 de agosto, o Treinamento com os Funcionários da Forania Bonsucesso, esta realizada na paróquia Santa Cruz e Nossa Senhora Aparecida do Jd. Pres. Dutra, promovida pelo setor de Recursos Humanos da Cúria Diocesana e colaboração da Pastoral da Inclusão.

O objetivo deste treinamento é promover a consciência inclusiva dos funcionários, suas condutas e atitudes referente às pessoas com deficiência dentro do espaço corporativo.

O responsável do RH – Anderson Mariano, explanou sobre o contexto histórico das Pessoas com Deficiência desde a Idade antiga até os tempos atuais, os conceitos, terminologias e leis. Já os membros da Pastoral da Inclusão, Araçari Salles e Lilian Carmo, explanaram sobre os Tipos de Deficiência e as tratativas cada qual com sua especificidade.

Confira algumas fotos do treinamento:

Treinamento Cultura da Inclusão com funcionários - Forania Bonsucesso

Formação da Pastoral da Inclusão:

A noite, no mesmo local, aconteceu a formação e apresentação da Pastoral da Inclusão para Coordenadores das Pastorais das Paróquias, (CPP’s), da Forania Bonsucesso.

A apresentação foi novamente conduzida pela palestrante Lilian Carmo, juntamente com outros membros que compõe a atual pastoral da Inclusão da Diocese, onde explanou sobre a vivência e importância da inclusão de pessoas com deficiência, principalmente dos autistas, onde, ela (Lilian) e seu marido, deu exemplo de vivência com testemunho de seu próprio filho em um serviço pastoral na paróquia e apresentou na sequência os objetivos, planos e fundamentos para a inclusão de PCD’s nas pastorais e movimentos, bem como adaptações das paróquias para futuros trabalhos pastorais.

Confira algumas fotos da formação:

Formação Pastoral da Inclusão com CPP - Forania Bonsucesso