SÃO PAULO - BRASIL

“O Senhor fez em mim maravilhas.” (Lc 1,49)

SÃO PAULO - BRASIL

"A Esperança não decepciona" (Rm 5,5)

Categorias
Artigos Diocese Liturgia

Mensagem do Papa Leão XIV para o 100º Dia Mundial das Missões

Um em Cristo, unidos na missão


 

Queridos irmãos e irmãs!

Para o Dia Mundial das Missões de 2026, que marca o centenário desta celebração, instituída por Pio XI e tão estimada pela Igreja, escolhi o tema «Um em Cristo, unidos na missão». Após o Ano Jubilar, desejo exortar toda a Igreja a prosseguir o caminho missionário com alegria e zelo no Espírito Santo, o que requer corações unificados em Cristo, comunidades reconciliadas e, em todos, disponibilidade para colaborar com generosidade e confiança.

Refletindo sobre o nosso ser um em Cristo e unidos na missão, deixemo-nos guiar e inspirar pela graça divina, para «renovar em nós o fogo da vocação missionária» e avançar juntos no empenho pela evangelização, numa «nova era missionária» na história da Igreja (Homilia na Missa pelo Jubileu do Mundo Missionário e dos Migrantes, 5 de outubro de 2025).

1. Um em Cristo. Discípulos-missionários unidos n’Ele e com os irmãos e irmãs

No centro da missão está o mistério da união com Cristo. Antes da sua Paixão, Jesus orou ao Pai: «Para que todos sejam um só, como Tu, Pai, estás em mim e Eu em ti; para que assim eles estejam em Nós» (Jo 17, 21). Nestas palavras, revela-se o desejo mais profundo do Senhor Jesus e, ao mesmo tempo, a identidade da Igreja, comunidade dos seus discípulos: ser uma comunhão que nasce da Trindade e que vive da e na Trindade, ao serviço da fraternidade entre todos os seres humanos e da harmonia com todas as criaturas.

Ser cristão não é, em primeiro lugar, um conjunto de práticas ou ideias: é uma vida em união com Cristo, na qual nos tornamos participantes da relação filial que Ele vive com o Pai no Espírito Santo. Significa permanecer em Cristo como os ramos na videira (cf. Jo 15, 4), imersos na vida trinitária. Desta união, brota a comunhão recíproca entre os crentes e nasce toda a fecundidade missionária. Sim, como ensinou São João Paulo II, a comunhão representa a fonte e, simultaneamente, o fruto da missão (cf. Exort. ap. Christifideles laici, 32).

Sendo assim, a primeira responsabilidade missionária da Igreja é renovar e manter viva a unidade espiritual e fraterna entre os seus membros. Em muitas situações, assistimos a conflitos, polarizações, incompreensões, desconfiança mútua. Quando, também nas nossas comunidades, isto acontece, o seu testemunho enfraquece. A missão evangelizadora, que Cristo confiou aos discípulos, requer primeiramente corações reconciliados e desejosos de comunhão. Nesta ótica, será importante intensificar o compromisso ecuménico com todas as Igrejas cristãs, aproveitando também as oportunidades suscitadas pela comum celebração do 1700.º aniversário do Concílio de Nicéia.

Por último, mas não menos importante, ser «um em Cristo» chama-nos a manter sempre o olhar voltado para o Senhor, para que Ele esteja verdadeiramente no centro da vida pessoal e comunitária, de cada palavra, ação, relação interpessoal, de modo a fazer-nos dizer com admiração: «Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim» (Gl 2, 20). Isto será possível na escuta constante da sua Palavra e na graça dos Sacramentos, para sermos pedras vivas da Igreja, chamada hoje a recolher as instâncias fundamentais do Concílio Vaticano II e do subsequente Magistério pontifício, em particular, do Papa Francisco. Realmente, como afirma São Paulo, «não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor» (2 Cor 4, 5). Reitero, portanto, as palavras de São Paulo VI: «Não haverá nunca evangelização verdadeira se o nome, a doutrina, a vida, as promessas, o reino, o mistério de Jesus de Nazaré, Filho de Deus, não forem anunciados» (Exort. ap. Evangelii nuntiandi, 22). Tal processo de genuína evangelização começa a partir do coração de cada cristão para depois se expandir a toda a humanidade.

Por conseguinte, quanto mais estivermos unidos em Cristo, mais poderemos realizar juntos a missão que Ele nos confia.

2. Unidos na missão. Para que o mundo creia em Cristo Senhor

A unidade dos discípulos não é um fim em si mesma: ela está orientada para a missão. Jesus afirma-o com clareza: «para que assim […] o mundo creia que Tu me enviaste» (Jo 17, 21). É no testemunho de uma comunidade reconciliada, fraterna e solidária que o anúncio do Evangelho encontra toda a sua força comunicativa.

Nesta perspectiva, vale a pena recordar o lema do Beato Paulo Manna: «Toda a Igreja para o mundo inteiro», que expressa sinteticamente o ideal que animou a fundação, em 1916, da Pontifícia União Missionária. A ela, no seu 110.º aniversário, pelo empenho em animar e formar o espírito missionário de sacerdotes, pessoas consagradas e fiéis leigos, favorecendo a união de todas as forças evangelizadoras, vai o meu reconhecimento e a minha bênção. Com efeito, nenhum batizado é estranho ou indiferente à missão: todos, cada um segundo a sua vocação e condição de vida, participam na grande obra que Cristo confia à sua Igreja. Como o Papa Francisco recordou mais de uma vez, o anúncio do Evangelho é sempre uma ação conjunta, comunitária, sinodal.

Por isso, estar unidos na missão significa guardar e alimentar a espiritualidade de comunhão e colaboração missionária. Crescendo dia a dia nessa atitude, aprendemos com a graça divina a olhar cada vez mais para os nossos irmãos e irmãs com olhos de fé, a reconhecer com alegria o bem que o Espírito suscita em cada um, a acolher a diversidade como riqueza, a carregar os fardos uns dos outros e a buscar constantemente a unidade que vem do Alto. Pois temos juntos uma única missão que nos vem de «um só Senhor, uma só fé, um só baptismo; um só Deus e Pai de todos, que reina sobre todos, age por todos e permanece em todos» (Ef 4, 5-6). Esta espiritualidade constitui a forma quotidiana do discipulado missionário. Ela ajuda-nos a recuperar uma visão universal da missão evangelizadora da Igreja, superando a fragmentação dos esforços e divisões de facções – “de Paulo”, “de Apolo” – entre os seguidores do único Senhor (cf. 1 Cor 1, 10-12).

Obviamente, a unidade missionária não deve ser entendida como uniformidade, mas como convergência dos diferentes carismas para o mesmo objetivo: tornar visível o amor de Cristo e convidar todos a um encontro com Ele. A evangelização realiza-se quando as comunidades locais colaboram entre si e quando as diferenças culturais, espirituais e litúrgicas se expressam plena e harmoniosamente na mesma fé. Encorajo, deste modo, as instituições e realidades eclesiais a fortalecer o sentido de comunhão missionária eclesial e a desenvolver com criatividade formas concretas de colaboração entre si para a missão e na missão.

A propósito, agradeço às Pontifícias Obras Missionárias pelo serviço à cooperação missionária, que experimentei com apreço já durante o meu ministério no Peru. Estas obras – Propagação da Fé, Infância Missionária, São Pedro Apóstolo e União Missionária – continuam a alimentar e a formar a consciência missionária dos fiéis, seja dos pequenos aos crescidos, e a promover uma rede de oração e caridade que une as comunidades de todo o mundo. É significativo que a fundadora da Obra para a Propagação da Fé, a Beata Pauline Marie Jaricot, tenha idealizado, há duzentos anos, o Rosário Vivo, que ainda hoje reúne à distância numerosos fiéis em grupos para rezar pelas necessidades espirituais e missionárias. É importante recordar que, precisamente a partir de uma proposta da Obra para a Propagação da Fé, Pio XI instituiu, em 1926, a celebração do Dia Mundial das Missões, cujas ofertas recolhidas anualmente são por ela distribuídas, em nome do Papa, para as várias necessidades da missão da Igreja. Desta forma, as quatro Obras, em conjunto e cada uma na sua especificidade, continuam a desempenhar um papel precioso para toda a Igreja. Elas são um sinal vivo da unidade e da comunhão missionária eclesial. Convido todos a colaborar com elas com espírito de gratidão.

3. Missão do amor. Anunciar, viver e partilhar o amor fiel de Deus

Se a unidade é a condição da missão, o amor é a sua essência. A Boa Nova que somos enviados a anunciar ao mundo não é um ideal abstrato: é o Evangelho do amor fiel de Deus, encarnado no rosto e na vida de Jesus Cristo.

A missão dos discípulos e de toda a Igreja é a continuação, no Espírito Santo, da missão de Cristo: uma missão que nasce do amor, que se vive no amor e que conduz ao amor. Tanto é verdade que o próprio Senhor, na sua grande oração ao Pai antes da Paixão, depois de invocar a unidade dos discípulos, conclui assim: «O amor que me tiveste esteja neles e Eu esteja neles também» (Jo 17, 26). Os Apóstolos, portanto, evangelizaram movidos pelo amor de Cristo e por Cristo (cf. 2 Cor 5, 14). Da mesma forma, ao longo dos séculos, numerosos cristãos, mártires, confessores, missionários, deram a vida para dar a conhecer este amor divino ao mundo. Assim, a missão evangelizadora da Igreja continua guiada pelo Espírito Santo, Espírito de amor, até ao fim dos tempos.

Por isso, desejo agradecer especialmente aos atuais missionários e missionárias ad gentes: pessoas que, como São Francisco Xavier, deixaram a sua terra, a sua família e as seguranças para anunciar o Evangelho, levando Cristo e o seu amor a lugares muitas vezes difíceis, pobres, marcados por conflitos ou culturalmente distantes. Apesar das adversidades e dos limites humanos, eles continuam a doar-se com alegria porque sabem que o próprio Cristo, com o seu Evangelho, é a maior riqueza a partilhar. Com a sua perseverança, mostram que o amor de Deus é mais forte do que qualquer barreira. O mundo ainda precisa destes corajosos testemunhos de Cristo, e também as comunidades eclesiais necessitam de novas vocações missionárias, que devemos sempre ter no coração e rezar continuamente por elas ao Pai. Que Ele nos conceda o dom de jovens e adultos dispostos a deixar tudo para seguir Cristo no caminho da evangelização até aos confins da terra!

Admirando os missionários e as missionárias, faço um apelo especial à Igreja: unirmo-nos todos a eles na missão evangelizadora através do testemunho da vida em Cristo, da oração e do contributo para as missões. Muitas vezes, bem o sabemos, «o Amor não é amado», como disse São Francisco de Assis, a quem olhamos de modo particular pelos oitocentos anos do seu trânsito para o Céu. Deixemo-nos contagiar pelo seu desejo de viver no amor do Senhor e de o transmitir ao próximo e ao distante, porque, como ele afirmava, «muito se deve amar o amor d’Aquele que muito nos amou» (São Boaventura de Bagnoregio, Legenda Maior, cap. IX, 1; Fontes franciscanas, 1161). Sentimo-nos também estimulados pelo zelo de Santa Teresinha do Menino Jesus, que se propôs continuar a sua missão mesmo depois da morte, declarando: «No Céu, desejarei a mesma coisa que na terra: amar Jesus e fazê-Lo amar» (Carta ao reverendo M. Bellière, 24 de fevereiro de 1897).

Animados por estes testemunhos, comprometamo-nos todos a contribuir, cada um segundo a própria vocação e dons recebidos, para a grande missão evangelizadora, que é sempre obra do amor. As vossas orações e o vosso apoio concreto, especialmente por ocasião do Dia Mundial das Missões, serão uma grande ajuda para levar o Evangelho do amor de Deus a todos, especialmente aos mais pobres e necessitados. Cada dom, mesmo o menor entre eles, torna-se um ato significativo de comunhão missionária. Por isso, renovo o meu sincero agradecimento «por tudo o que fareis para me ajudar a ajudar os missionários em todo o mundo» (Videomensagem para o Dia Mundial das Missões 2025). E para promover a comunhão espiritual, deixo-vos, com a minha bênção, esta simples oração:

Pai santo, concedei-nos ser um em Cristo, enraizados no seu amor que une e renova. Fazei que todos os membros da Igreja sejam unidos na missão, dóceis ao Espírito Santo, corajosos no testemunho do Evangelho, anunciando e encarnando todos os dias o vosso amor fiel por cada criatura.

Abençoai os missionários e as missionárias, sustentai-os no seu esforço, guardai-os na esperança!

Maria, Rainha das missões, acompanhai a nossa obra evangelizadora em todos os cantos da terra: tornai-vos instrumentos de paz e fazei que o mundo inteiro reconheça em Cristo a luz que salva. Amém.

Vaticano, no III domingo do Tempo Comum, Festa da Conversão de São Paulo Apóstolo, 25 de janeiro de 2026

LEÃO PP. XIV


 

Saiba mais sobre a Campanha Missionária – Acesse:

Portal: cm.pom.org.br

Categorias
Diocese Movimentos Diocesanos Vocação e Seminário

Criação e Instalação do Apostolado da Oração no Seminário.

No sábado, 03 de outubro, o Movimento do Apostolado da Oração se reuniu em nosso Seminário para presenciar a Instalação do Movimento e imposição da fita aos novos membros no Coração da Diocese.

Contamos com a presença do Diretor Espiritual Diocesano Padre Gildarte, que presidiu a celebração, bem como dos zeladores das Capelinhas de Nossa Senhora das Vocações e diversos membros da Diocese do Apostolado.

Confira alguns registros da celebração:

Instalação do Movimento do Apostolado da Oração no Seminário
Categorias
Diocese Movimentos Diocesanos Paróquias

Diocese celebra Missa pelos Nascituros e reforça a defesa da vida em todas as suas etapas

No dia 3 de outubro de 2026, a Catedral Nossa Senhora da Conceição dos Guarulhos acolheu a celebração da Santa Missa pelos Nascituros, realizada por ocasião da Semana da Vida. A celebração eucarística foi presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Edmilson Amador Caetano. Concelebraram o Pe. Willian Júnior, assessor da Comissão de Defesa da Vida, e o Pe. Guilherme Rodrigo, vigário da Catedral. Também participou da celebração o Diácono Permanente Celso Rogério.

Dom Edmilson em sua homilia nos levou  a refletir  sobre a dignidade e a sacralidade da vida humana, à luz da fé cristã e da confiança na Providência Divina. A reflexão também trouxe um olhar sobre os desafios de uma sociedade marcada pelo individualismo, pelo utilitarismo e pela cultura do controle.

Providência Divina e acolhimento da vida

Diante de uma sociedade que, muitas vezes, encara com insegurança e ceticismo o acolhimento dos filhos, o testemunho das famílias abertas à vida torna-se um sinal de confiança em Deus e em sua Providência. Cada vida é recebida como dom e responsabilidade, desde a sua concepção.

A defesa integral da vida

Inspirada nas palavras de Jesus , “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10) , a celebração reforçou que a defesa da vida deve ser integral e inseparável.

Proteger o nascituro significa também defender condições dignas de vida para as famílias, especialmente para os mais vulneráveis, promovendo o acesso à moradia, à saúde, à educação, à justiça e à dignidade humana.

A gestante e o mistério da criação

À luz da Palavra de Deus, os fiéis foram convidados a contemplar o mistério da vida que se inicia no ventre materno. A gestante, ao acolher uma nova vida, torna-se sinal de esperança e de confiança no Deus que acompanha e sustenta cada existência.

A celebração recordou que nenhuma vida é fruto do acaso. Cada pessoa possui dignidade própria e é chamada a ser acolhida, protegida e amada.

Compromisso que se transforma em ação

A defesa da vida não pode permanecer apenas no discurso. Ela deve se traduzir em atitudes concretas de acolhimento, solidariedade e compromisso, especialmente em favor das famílias, das gestantes, das crianças, dos idosos, dos pobres e de todos aqueles que se encontram em situação de vulnerabilidade.

Esse compromisso também exige um olhar atento para a realidade social e para escolhas que promovam a justiça, a dignidade e o bem comum.

A Missa pelos Nascituros fortaleceu, assim, o compromisso da Diocese de Guarulhos com uma cultura da vida e do acolhimento, reafirmando a missão da Igreja de proteger, promover e celebrar a vida humana em todas as suas etapas ,desde a concepção até o seu declínio natural.

Confira alguns registros da Santa Missa:

Missa do Nascituro 2026
Categorias
Diocese Forania Bonsucesso Movimentos Diocesanos Paróquias Pastorais

Santa Missa de abertura do Mês das Missões

Celebração aconteceu no dia 1º de outubro, na Paróquia Santa Teresinha e Nossa Senhora das Angústias, reunindo Dom Edimilson e sacerdotes da Diocese.

No dia 1º de outubro, data votiva de Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, a Paróquia Santa Teresinha e Nossa Senhora das Angústias acolheu a Santa Missa de abertura do Mês das Missões.

A celebração foi presidida pelo bispo Dom Edimilson Amador Caetano e contou com a concelebração de diversos sacerdotes. Entre eles estavam o pároco da comunidade, Padre Douglas Fernando, e o vigário paroquial, Padre Ailton Francisco.

Também participaram da celebração:

Padre Márcio Arielton — pároco da Paróquia Santa Luzia, no Parque Alvorada;
Padre João Édson — vigário da Paróquia Santa Luzia, no Parque Alvorada;
Padre Marcelo Dias — pároco da Paróquia Santa Rita de Cássia, no Jardim Cumbica;
Padre José Paulo — vigário da Paróquia Santo Antônio, no Pimentas.

Um chamado à missão pelo amor

Durante a Santa Missa, Dom Edimilson conduziu os fiéis a uma reflexão sobre o sentido da missão cristã, tendo como inspiração o testemunho de Santa Teresinha do Menino Jesus.

Em sua homilia, o bispo destacou a missão de amar com a simplicidade e a confiança próprias de uma criança, ressaltando que o verdadeiro amor cristão não deve ser reservado ou limitado.

Dom Edimilson também lembrou que a missão nasce, прежде de tudo, da experiência do amor de Deus. Para ele, é somente quando o cristão se reconhece amado por Deus que consegue viver plenamente sua vocação missionária e encontrar a verdadeira alegria.

Ao falar sobre Santa Teresinha, o bispo resumiu sua espiritualidade com uma frase que marcou a celebração:

“Santa Teresinha compreendeu o Amor, que amou primeiro.”
— Dom Edimilson Amador Caetano

A mensagem reforçou que ser missionário não significa apenas ir a lugares distantes para anunciar o Evangelho. A missão também acontece nas pequenas atitudes do cotidiano, quando cada pessoa coloca o amor de Deus no centro de suas relações e de seu serviço.

Abertura do Mês das Missões

A celebração na Paróquia Santa Teresinha e Nossa Senhora das Angústias marcou, assim, o início de um mês dedicado de maneira especial à dimensão missionária da Igreja.

À luz do exemplo de Santa Teresinha, os fiéis foram convidados a compreender que a missão pode ser vivida na simplicidade, no serviço e, sobretudo, no amor.

A celebração deixou como mensagem central o convite para que cada cristão reconheça o amor que recebeu de Deus e, a partir dele, torne-se instrumento desse mesmo amor no mundo.

Confira alguns registros da celebração especial:

Missa de Abertura do mês Missionário 2026
Categorias
Diocese Movimentos Diocesanos Pastorais

22º Congresso da Pastoral Familiar do Regional Sul 1

Entre os dias 18, 19 e 20 de Setembro de 2026, a cidade de Campos do Jordão abrigou o 22º Congresso da Pastoral Familiar do Regional Sul 1. Iluminados pela ordem de Maria nas Bodas de Caná, “Fazei tudo o que ele vos disser” (Jo 2,5), sacerdotes, casais e famílias dos agentes reuniram-se para refletir sobre a atualidade pastoral e os desafios da família no mundo contemporâneo.

Com o tema “Familiaris Consortio e Amoris Laetitia: atualidade pastoral e os novos desafios no mundo atual” e o lema “Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2,5), o Congresso buscou promover uma reflexão sobre a realidade das famílias e os caminhos para uma ação pastoral capaz de acompanhar as diferentes situações vividas no contexto contemporâneo.

Mais do que um encontro de formação, o evento foi um forte chamado à conversão pastoral. Reafirmou-se que a Pastoral Familiar não pode ser um balcão de serviços religiosos, mas precisa ser uma casa de escuta e acolhedora. Além disso, fomos desafiados por um questionamento profundo: Por que existimos? Refletir sobre a nossa existência perante Deus nos lembra que fomos criados por amor e para o amor; existimos para ser o reflexo do cuidado de Deus no mundo, guardiões da vida e braços abertos para acolher e conduzir cada família ao encontro com Deus.

A Diocese de Guarulhos esteve presente com alguns agentes da pastoral representando a Diocese no Congresso.

 

Confira alguns registros da participação Diocesana no Congresso:

22º Congresso da Pastoral Familiar do Regional Sul 1 CNBB
Categorias
Destaques Diocese Movimentos Diocesanos

Diocese realiza Santa Missa de Envio dos Peregrinos ao Santuário Nacional de Aparecida

Na noite de 30 de setembro, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida – Cocaia viveu um momento marcado pela fé, pela emoção e pela esperança. Reunida aos pés da Mãe Aparecida, a comunidade participou da Missa Diocesana de Envio dos Peregrinos ao Santuário Nacional de Aparecida, renovando a certeza de que toda peregrinação começa muito antes de colocarmos os pés no caminho: ela nasce no coração que se abre para Deus.
A Santa Missa foi presidida pelo bispo Dom Edmilson Amador Caetano e concelebrada pelo padre Marcos Vinícius e pelo padre Bruno, da Área Pastoral São Francisco Xavier.
 
Em um dos momentos mais significativos da celebração, os peregrinos presentes receberam a bênção para a caminhada até a Casa da Mãe. Dom Edmilson pediu ainda que essa bênção fosse estendida àqueles que não puderam estar presentes.
 
Assim, a bênção recebida naquela noite ultrapassou as paredes da igreja. Chegou também às famílias, aos grupos e a tantos peregrinos que, mesmo ausentes fisicamente, já carregam no coração a expectativa do encontro com Nossa Senhora Aparecida.
 
Peregrinar é colocar a vida a caminho.
É levar na bagagem nossas alegrias e preocupações, nossas famílias, nossos agradecimentos, pedidos e esperanças. É reconhecer que não caminhamos sozinhos: Deus segue conosco e Maria, como Mãe, nos aponta sempre para seu Filho Jesus.
 
Ao final da celebração, outro momento especial marcou a noite. O artista Gilmar Pina presenteou a Paróquia Nossa Senhora Aparecida – Cocaia com uma escultura em aço que representa Nossa Senhora Aparecida entre o mapa do Brasil.
 
Mais do que uma obra de arte, a imagem recorda uma verdade profundamente presente na devoção do povo brasileiro: Maria caminha com seus filhos e acolhe, sob seu manto, as esperanças de uma nação inteira.
Agora, os peregrinos seguem enviados e abençoados.
 
Que cada passo rumo ao Santuário Nacional seja também um passo em direção a Cristo. Que o cansaço se transforme em oferta, que a oração fortaleça a caminhada e que cada coração chegue à Casa da Mãe disposto a renovar sua fé.
 
Ide, peregrinos! Caminhem com fé, esperança e alegria.
 
Nossa Senhora Aparecida, Mãe e Padroeira do Brasil, acompanhe cada peregrino, proteja cada família e conduza todos ao encontro de Jesus.
 
Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós! 
 
 
Confira alguns registros da Santa Missa:
Missa Diocesana de Envio dos Peregrinos
Categorias
Diocese Movimentos Diocesanos Pastorais

Pastoral Familiar realiza Formação Diocesana

Aconteceu no último dia 27 de setembro, no Centro Diocesano de Pastoral (CDP), a Formação da Pastoral Familiar na Diocese de Guarulhos com tema: “Família, amor que transforma! Caminhando juntos à luz de Amoris Laetitia.” Estiveram presentes cerca de 150 agentes abrangendo as seis foranias da diocese, que serão multiplicadores em suas respectivas Paróquias.

Como palestrantes, recebemos Padre Rafael Noli (Região Episcopal Brasilândia-SP), Padre Leonardo Henrique (Diocese de Guarulhos) e Padre Fernando Francisco (Diocese de Lins e Assessor da Pastoral Familiar do Regional Sul 1). Os temas abordados trouxeram reflexões para a ação evangelizadora realizada pelos agentes de pastoral e um olhar carinhoso para as suas próprias famílias frente aos desafios da sociedade atual.

Contamos também com a presença do casal Wilson e Tina coordenadores da Sub Região SP que prestigiaram nossa formação no período da manhã e também diretamente da 47ª Assembleia Eclesial nos foi enviado uma linda mensagem do casal Roni e Tânia coordenadores do Regional Sul 1.

Encerramos a formação com a Santa Missa presidida pelo Padre Antônio Bosco (Diocese de Guarulhos). Foi um dia abençoado de muito aprendizado, reflexões e integração da Pastoral Familiar!

Confira alguns registros da Formação:

Formação da Pastoral Familiar
Categorias
Cáritas Diocese Movimentos Diocesanos

Cáritas Diocesana de Guarulhos realiza segundo encontro com representantes das paróquias

Encontro fortaleceu a articulação da ação caritativa nas comunidades e deu novos passos para a construção de uma Rede Diocesana da Caridade.


 

No dia 26 de setembro, a Cáritas Diocesana de Guarulhos realizou o 2º Encontro com os Representantes das Paróquias, reunindo representantes de diferentes comunidades, pastorais, movimentos e iniciativas de caridade da Diocese de Guarulhos.

Realizado na sede da Cáritas Diocesana, o encontro deu continuidade ao caminho iniciado no primeiro encontro, realizado em 29 de agosto, com o objetivo de fortalecer a aproximação entre a Cáritas e as paróquias, conhecer as ações caritativas já desenvolvidas nas comunidades e promover maior articulação entre as diversas iniciativas.

A manhã teve início com um momento de acolhida, oração e reflexão a partir da Palavra de Deus, destacando a diversidade de dons e ministérios colocados a serviço da comunidade: “Há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. Há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo” (1Cor 12,4-5).

Um dos momentos de destaque foi a participação do Vigário Geral da Diocese de Guarulhos, Pe. Antonio Bosco, que conduziu uma reflexão sobre a caridade na missão da Igreja Diocesana. Em sua reflexão, ressaltou a importância de compreender a caridade como uma dimensão essencial da missão da Igreja e o compromisso de toda a comunidade cristã diante das situações de vulnerabilidade. Também destacou a importância da comunhão e da participação entre Cáritas, paróquias, pastorais, movimentos e foranias.

Durante o encontro, foi reforçada a compreensão de que a Cáritas não pretende substituir as ações que já são realizadas pelas paróquias, mas conhecê-las, aproximar pessoas, compartilhar experiências e fortalecer aquilo que já produz frutos nas comunidades.

Outro momento importante foi a apresentação dos próximos passos do Programa Caritativo Diocesano, que contempla a organização paroquial, o diagnóstico das ações existentes, a articulação entre pastorais e movimentos, o fortalecimento do voluntariado, a criação de uma Rede de Profissionais Solidários e a busca de formas de sustentabilidade para as ações da Cáritas.

Os representantes também receberam uma missão para o período de 26 de setembro a 24 de outubro: dialogar com seus párocos, identificar as ações sociais e caritativas existentes nas paróquias, levantar as principais necessidades do território, aproximar novos voluntários e profissionais e fortalecer a divulgação do Programa Nota Fiscal Paulista.

A proposta é que esse processo contribua para a construção progressiva de uma Rede Diocesana da Caridade, unindo Cáritas, paróquias, pastorais, movimentos, voluntários e profissionais em uma ação cada vez mais organizada e próxima das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Não queremos apenas realizar ações isoladas. Queremos construir uma Rede Diocesana da Caridade, unindo Cáritas, paróquias, pastorais, movimentos, voluntários e profissionais para que nossa Igreja esteja cada vez mais próxima daqueles que mais precisam.”, explica o Diácono Silvio Melo, Vice Presidente da Caritas Diocesana de Guarulhos

O encontro foi encerrado com um momento de oração e envio dos participantes para a missão nas paróquias, reforçando que a construção dessa rede depende da participação e do compromisso de cada comunidade.

O próximo encontro está previsto para o dia 24 de outubro, das 9h às 11h, na sede da Cáritas Diocesana de Guarulhos. A proposta será realizar a primeira devolutiva do trabalho desenvolvido nas paróquias, avaliar os avanços e dificuldades e definir os próximos passos do Programa.

Da escuta à ação, a Cáritas Diocesana segue fortalecendo a comunhão, a participação e o compromisso da Igreja de Guarulhos com aqueles que mais precisam.

Confira alguns registros do encontro:

2º Encontro com os Representantes das Paróquias - Cáritas
Categorias
Diocese Forania Bonsucesso Movimentos Diocesanos Paróquias Pastorais

“Bate Latas” da Infância e Adolescência Missionária de Guarulhos

No último sábado (26/09), aconteceu a já tradicional atividade da Infância e Adolescência Missionária, para abertura do mês missionário, o “Bate Latas”.

O evento foi realizado com uma caminhada feita entre a capela Nossa Senhora Aparecida, até a paróquia Santo Alberto Magno, ambas do bairro da Cidade Seródio.

Crianças, adolescentes, assessores e famílias, evangelizaram e testemunharam pelas ruas, as ações desta Obra, por meio de mensagens entregues, cantos, orações e muita alegria ao som dos instrumentos confeccionados por eles.

A ação despertou a atenção da comunidade e anunciou a presença de Cristo com simplicidade e entusiasmo.

Confira alguns registros do evento da IAM:

Bate Latas - IAM 2026
Categorias
Destaques Diocese Paróquias Pastorais

De Itaici para a missão: Igreja paulista conclui três dias de encontro com participação da Diocese de Guarulhos

Representantes da Diocese de Guarulhos participaram, de 25 a 27 de setembro, da 47ª Assembleia Eclesial do Regional Sul 1 da CNBB, realizada no Mosteiro de Itaici, em Indaiatuba. A Diocese foi representada por Dom Edmilson Amador Caetano, Padre Marcos Alves, Diácono Calixto, Célia Soares, José Luiz, Padre Marcelo Dias e mais três leigos. O encontro reuniu cerca de 270 participantes de dioceses e arquidioceses do Estado de São Paulo.

Com o tema “Comunicar a dignidade humana”, a Assembleia promoveu momentos de oração, escuta, reflexão e partilha. Os participantes aprofundaram as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil para 2026–2032 e o Documento Final do Sínodo, refletindo sobre caminhos para colocar a dignidade humana no centro da comunicação e da missão evangelizadora da Igreja.

Ao término do encontro, os participantes divulgaram uma mensagem dirigida aos irmãos e irmãs do Estado de São Paulo. O documento reafirma o compromisso da Igreja com a dignidade humana e faz um apelo para que o processo eleitoral transcorra em clima de paz e respeito.

A participação da Diocese ocorreu também no período de preparação para a Assembleia Diocesana de Pastoral. As reflexões e experiências partilhadas em Itaici contribuem para o discernimento dos próximos passos da ação evangelizadora na Diocese no início do próximo ano (2027).

Fotos: CNBB

Confira alguns registros da Assembleia:

47ª Assembleia Eclesial do Regional Sul 1 da CNBB