Respostas do Questionário – Eleições Municipais 2016

A Comissão Diocesana em defesa da vida da Diocese de Guarulhos elaborou questionário destinado aos candidatos ao cargo de Prefeito e Vereador no município de Guarulhos – Eleições 2016, envolvendo a temática da defesa da vida e da família.

O questionário ficou disponível no site da Diocese de Guarulhos de 16 de Agosto a 23 de Setembro, para que pudesse ser preenchido pelos candidatos e enviado.

CLIQUE NAS ABAS ABAIXO PARA CONSULTAR A RESPOSTA DO SEU CANDIDATO

E A DOUTRINA DA IGREJA SOBRE OS TEMAS ABORDADOS

 

  • Responderam o questionário os candidatos abaixo (clique para abrir a resposta do seu candidato):

     

    À PREFEITO

    CARLOS ROBERTO DE CAMPOS (CARLOS ROBERTO)

    ADRIANO ELI CORRÊA (ELI CORRÊA FILHO)

    FAUSTO MIGUEL MARTELLO (MARTELLO)

    JORGE WILSON GONÇALVES DE MATTOS (JORGE WILSON XERIFE CONSUMIDOR)

    NEFI ANTONIO CASTRO TALES (NEFI TALES)

    WAGNER DE FREITAS MOREIRA (WAGNER FREITAS)

     

    À VEREADOR

    ADEMIL MATIAS GOÉS (DR.ADEMIL)
    ADONAI FLORES MELGAS (ADONAI (GRINGO DA LOTAÇÃO)
    ALEXANDRE RODRIGUES DE OLIVEIRA (DR.ALEXANDRE DENTISTA)
    AMARO INÁCIO CANDIDO (AMARO)
    ANA MARIA NASCIMENTO SANTOS (ANA DO VALE)
    ANDREA DOS SANTOS GRUCCI DE OLIVEIRA (ANDREA GRUCCI)
    ANISTALDO LUIZ LOPES DA SILVA (PASTOR ANISTALDO)
    ANTONIO D’AGOSTINO (TONINHO DAGOSTINHO)
    CLEBER VIEIRA SILVERIO (CLEBER SILVERIO)
    DAZINHA DE LIMA (DAZINHA)
    DIEGO FERNANDES DE MATOS (DIEGO STYFLER)
    DIEGO MATHEUS CALDEIRA (CALDEIRA)
    EDINALDO APARECIDO FERREIRA (NINO)
    FRANCISCO FERREIRA BRASIL (NOVINHO BRASIL)
    GERALDO ALVES CELESTINO FILHO (GERALDO CELESTINO)
    GILVAN PASSOS LEITE (GILVAN PASSOS)
    JAMIL ANTONIO VALENTE ZEITUNE (JAMIL ZEITUNE)
    JERRY RODRIGUES DOS SANTOS (JERRY)
    JESUS CORREIA LIMA (BOY JESUS)
    JOÃO CARLOS BARBOSA DA SILVA (JOÃO CARLOS)
    JOSE ADEMIR DA SILVA (PROFESSOR ADEMIR)
    JOSE FERREIRA FILHO (FERREIRA FILHO)
    JOSE NORMAN NASCIMENTO RIBEIRO DA SILVA (NORMAN)
    JOSEVAL MARTINS DE QUEIROZ (JOSEVAL QUEIROZ)
    JULIO GARCIA VINHA (JULIO ZION)
    LENILTON XAVIER SANTOS (LENO)
    LUIZ FRANCISCO DE SOUZA (LUIZ FRANCISCO)
    MARCOS DONIZETE TEIXEIRA (MARCOS TEIXEIRA)
    MARCOS FLAVIO DAINEZE FALCIONE (MARQUINHOS MULTIPÃO)
    MARCOS GOMES DO NASCIMENTO (MARCOS GOMES)
    MARIA GERALDA DOS SANTOS OLIVEIRA (PROFESSORA GERALDA)
    MARIA HELENA MOREIRA (MARIA HELENA MOREIRA)
    ROMULO ORNELAS DE OLIVEIRA (PROFº ROMULO)
    SERGIO GALVÃO (SERGIO GALVÃO)
    VITOR AMODIO (DR.VITOR DA FARMÁCIA)

  • DOUTRINA DA IGREJA SOBRE OS TEMAS ABORDADOS

     

    1. LEGALIZAÇÃO OU DESPENALIZAÇÃO DO ABORTO

    Sou contra em todos os casos, sem exceção alguma

     

    O Catecismo da Igreja Católica (CIC) no nº 2270 assim se expressa: “A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da concepção. Desde o primeiro momento de sua existência, o ser humano deve ver reconhecidos os seus direitos de pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo ser inocente à vida.” Este direito inviolável é também inegociável, ou seja, não pode ser objeto de troca de nenhuma barganha ou acordo político. “Os diretos inalienáveis da pessoa devem ser reconhecidos e respeitados pela sociedade civil e pela autoridade política. Os direitos do homem não dependem nem dos indivíduos, nem dos pais, e também não representam uma concessão da sociedade e do Estado: pertencem à natureza humana e são inerentes à pessoa em razão do ato criador do qual esta se origina. Entre estes direitos fundamentais é preciso citar o direito à vida e à integridade física de todos ser humano, desde a concepção até a morte” (CIC 2772). “No momento em que uma lei positiva priva uma categoria de seres humanos da proteção que a legislação civil lhe deve dar, o Estado nega a igualdade de todos perante a lei. Quando o Estado não coloca a sua força a serviço dos direitos de todos os cidadãos, particularmente dos mais fracos, os próprios fundamentos de um Estado de Direito estão ameaçados” (CIC 2773).

     

    1. ABORTO EM CASO DE ESTUPRO

    Não se justifica porque o feto è um ser humano com direito à vida, mesmo se foi concebido em decorrência de um ato de violência

     

    Toda criança tem direito a nascer independentemente da situação ou das condições em que foi concebida. A mulher vítima de estupro tem o direito de não querer aceitar como seu filho aquele ser humano que está gerando no seu ventre, justamente porque foi fruto de violência, mas nem ela, nem ninguém tem o direito de suprimir um ser humano inocente. Após o parto ela tem o direito de entregar a criança para a adoção por parte de outras pessoas. A psiquiatria internacional reconhece que o trauma do aborto provocado prejudica psiquicamente a mulher mais do que o trauma do estupro. A ajuda correta a uma mulher vítima de violência sexual é acompanhá-la psicologicamente para manter a gravidez pelo bem dela mesma e, depois do parto, deixá-la decidir livremente sobre o destino da criança, se a aceita como filho ou a entrega para a adoção.

     

    1. ABORTO EM CASO DE ANENCEFALIA

    Nunca se justifica, porque o direito à vida é sempre inviolável

     

    Não é a qualidade de vida que determina o direito à vida. Não é o tempo de sobrevivência de uma pessoa que lhe confere maior ou menor direito à vida. Todos têm igual direito à vida desde o momento da fecundação até o momento da morte natural.

    Introduzir qualquer critério que discrimine os seres humanos, todos iguais em dignidade, significa destruir os próprios fundamentos do Estado de Direito, que se constrói a partir da igualdade de todos perante a lei. O anencéfalo não é um “natimorto cerebral”, mas um ser vivo, que respira e cujo coração bate sem ajuda de aparelhos, amamenta-se ao peito da mãe e embora de forma rudimentar estabelece uma certa interação com o ambiente. Nada disso acontece com uma pessoa morta. Antecipar o parto para que morra antes é uma forma de eutanásia, não uma “antecipação terapêutica”, pois a mãe não sofre nenhuma patologia específica que ponha em risco a vida dela e a morte antecipada da criança não cura a anencefalia.

     

    1. DISTRIBUIÇÃO DE PILULA DO DIA SEGUINTE E APLICAÇÃO DE DIU PELO ESTADO

    Não se justifica, porque se trata de métodos potencialmente abortivos, interrompendo a continuação da vida de um ser humano recém concebido

     

    Pílula do dia seguinte e o DIU provocam o assim chamado “aborto no silêncio” um microaborto. Aborto no silêncio, porque a mulher ainda não se deu conta de que está grávida. Microaborto, pelo tamanho microscópico do embriãozinho recém concebido, com poucas horas ou dias de vida. Para favorecer o uso destes expedientes o próprio Ministério da Saúde e muitos profissionais da saúde costumam afirmar que não se tratam de métodos abortivos, pois eles afirmam que pílula do dia seguinte e o DIU atuam impedindo que se inicie a gravidez. Quando os primeiros anticoncepcionais hormonais, que também podem ser microabortivos, mas em proporções muito inferiores ao DIU e à pílula do dia seguinte, entraram no comércio, para favorecer sua aceitação, o Colégio dos Obstetras Americanos achou por bem mudar o conceito de gravidez, sustentando que a gravidez iniciaria com a implantação (nidação) do embrião no útero e não com a fecundação, ou união do espermatozóide com o óvulo. Como DIU e pílula do dia seguinte agem antes da implantação, ou seja, interrompem a vida do embrião antes que ele se implante no útero, segundo a afirmação do Colégio dos Obstetras Americanos eles não seriam abortivos, porque ainda não teria iniciado a gravidez. Este jogo de palavras, para esconder a verdade sobre a abortividade do DIU e da pílula do dia seguinte, é adotado pelo nosso Ministério da Saúde no Brasil e por muitos profissionais da saúde. Como cristãos zelamos pela verdade e não nos deixamos enganar pela mentira. A vida humana inicia-se na concepção.   

     

    1. DISTRIBUIÇÃO DE PRESERVATIVOS EM ESCOLAS

    Não se justifica, porque é um incentivo à promiscuidade, em detrimento dos valores da família” ou “Não se justifica, pois se trata de banalizar a sexualidade, orientando-a somente para o prazer”

     

    O Estado é chamado a proteger os valores da família e da pessoa humana, chamada a viver a castidade como integração correta da sexualidade (CIC 2337) no domínio de si para doar-se ao outro. A distribuição da camisinha nas escolas é um incentivo para que os jovens pratiquem o ato sexual antes (fornicação) e fora do casamento (adultério), buscando o sexo só como fonte de prazer e assim deseducando-se e desviando-se dos valores da família. Mesmo no matrimônio o uso do preservativo é contrário aos valores da família, porque muda o sentido do ato conjugal, que deve ser sempre aberto à vida, mantendo unidos os dois aspectos inseparáveis deste ato nobre e santo, ou seja o aspecto do amor mútuo dos esposos e a abertura à procriação. Conforme a encíclica “Humanae Vitae”(HV), n. 12 e 14, legítima é a regulação da procriação através da paternidade e maternidade responsáveis, recorrendo aos métodos naturais, que respeitam a integridade do ato conjugal, enquanto qualquer método artificial altera esta integridade. Quanto à prevenção da AIDS é comprovado como o método mais eficaz não é a camisinha, mas a abstinência do ato sexual e a fidelidade do casal. Distribuir preservativos para reduzir a contaminação do vírus HIV é contribuir com a destruição das famílias, o que é um mal social, com consequências piores do que a AIDS.                                                                                                 

     

    1. UNIÃO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO, EQUIPARADA AO CASAMENTO

    Não se justifica, porque a família se constitui pela união entre um homem e uma mulher, abertos à procriação

    O Catecismo da Igreja Católica (CIC) nos nº 2358 2359 afirma que os homossexuais “devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza” e “Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar a vontade de Deus em sua vida, são chamadas à castidade, podem e devem se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã”. Ao mesmo tempo a Congregação da Doutrina da Fé e o Catecismo (nº 2357) afirmam que “os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados”, “são contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao dom da vida.” “Em caso algum podem ser aprovados”. Por isso aprovar pública e institucionalmente a “O dia da União estável homoafetiva”, como a Câmara de Guarulhos fez no dia 28 de Junho de 2012, instituindo o “Dia” de tal união, não é ajudar os homossexuais a realizar dignamente a sua vida. De fato esta união que, pretende ser equiparada ao casamento, não tem os requisitos para realizá-lo. Neste caso não se trata de uma discriminação injusta, mas justa, para o bem deles mesmos. Na sociedade existem e devem permanecer as discriminações justas para o bem das pessoas interessadas e dos outros. Por exemplo, todos entendem que é justo proibir a uma pessoa que sofra de epilepsia de dirigir qualquer veículo. Trata-se de uma discriminação justa o fato desta pessoa não poder conseguir a Carteira Nacional de Habilitação.

     

    1. ENSINO DA IDEOLOGIA DE GÊNERO NAS ESCOLAS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

    “Não se justifica, pois é direito e dever dos pais orientarem seus filhos no campo sexual, segundo seus princípios e valores”

     

    A Constituição da República Federal do Brasil no art. 226 afirma que “A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado,” e no art. 205 apresenta a educação como “direito de todos e dever do Estado e da família”. O Concílio Vaticano II na Constituição Gaudium et Spes n. 52 afirma que “O poder civil deve garantir o direito dos pais de procriar filhos e educa-los no seio da família”. A Exortação Apostólica Familiaris Consortio de S. João Paulo II (1981) assim se expressa: ”O direito-dever educativo dos pais qualifica-se como essencial, ligado como está à transmissão da vida humana; como original e primário, em relação ao dever de educar dos outros, pela unidade da relação de amor que subsiste entre pais e filhos; como insubstituível e inalienável e, portanto não delegável totalmente a outros ou por outros usurpável” (FC 36). “A educação sexual, é direito e dever fundamental dos pais, deve atuar-se sempre sob a sua solícita guia, quer em casa, quer nos centros educativos escolhidos e controlados por eles” (FC 37). Por fim, o Catecismo da Igreja Católica no n. 2211 afirma: “A comunidade política tem o dever de honrar a família, de assisti-la, de lhe garantir sobretudo: o direito de se constituir, de ter filhos e de educa-los de acordo com suas próprias convicções morais e religiosas”. A ideologia de gênero visa ao contrário solapar os princípios naturais sobre os quais se fundamenta a família, tentando esvaziar a diferenciação sexual e sua função complementar e procriativa. Enfraquecendo-se a família, “primeira e fundamental escola de sociabilidade” (FC 37), enfraquece-se o tecido social e a pessoa humana, sem o referencial da família, torna-se refém de qualquer poder manipulador e totalitário.

     

    1. EUTANÁSIA

    Não se justifica, porque a vida humana é inviolável, desde a fecundação até a sua morte natural, mesmo quando vivida no sofrimento

     

    O Catecismo da Igreja Católica no n. 2277 afirma: “Sejam quais foram os motivos e os meios, a eutanásia direta consiste em pôr fim à vida de pessoas deficientes, doentes ou moribundas. É moralmente inadmissível.” Ninguém é dono da vida de ninguém, nem a própria pessoa, nem os parentes, nem os médicos, nem os legisladores e nem os juízes. A vida deve sempre ser respeitada, mesmo quando vivida em situações de deficiência ou de sofrimento, que não podemos considerar inútil. Na dinâmica da liberdade humana o sofrimento tornou-se muitas vezes motivo de crescimento pessoal até nos últimos momentos de vida. Não é justo apressar a morte de ninguém mesmo quando se sabe que ela é iminente e inevitável. É dramático acompanhar o sofrimento de muitos que estão para morrer. Quando a dor se torna insuportável “o emprego de analgésicos para aliviar os sofrimentos do moribundo, ainda que com o risco de abreviar os seus dias, pode ser moralmente conforme à dignidade humana se a morte não é desejada, nem como fim  nem como meio, mas somente prevista e tolerada como inevitável.”(CIC 2279). “A interrupção de procedimentos médicos onerosos, perigosos, extraordinários ou desproporcionais aos resultados esperados pode ser legítima. É a rejeição da “obstinação terapêutica” (CIC 2278).

     

    1. PROGRAMA DE PARTIDO EM CONFLITO COM O POSICIONAMENTO ADOTADO PELO CANDIDATO NAS QUESTÕES 1 A 8, SOBRE VIDA E FAMÍLIA

    Manterei meu posicionamento”

     

    Trata-se de conflitos entre o posicionamento e os princípios do candidato com relação à via e à família e os programas de partidos e não de interesses, sejam eles econômicos, financeiros ou de influência. Quando um programa de partido entra em conflito com a consciência do candidato, o certo é desobedecer ao partido e até deixá-lo para que o político permaneça coerente com a sua consciência. No ano 2000, por ocasião do jubileu, S. João Paulo II, declarou padroeiro dos políticos S. Tomás More, chanceler de Henrique VIII, rei da Inglaterra, que se manteve em tudo fiel ao rei, mas se recusou de concordar com o divórcio do soberano e apoiá-lo na separação da Inglaterra da Igreja de Roma. Por fidelidade à sua fé e à sua consciência foi martirizado em 1535. Não longe de nós, aqui no Brasil, em 2009, dois políticos, Henrique Afonso e Luiz Bassuma, o primeiro evangélico e o segundo espírita, foram punidos pelo partido ao qual pertenciam, por desobediência ao próprio programa de partido que incluía e continua incluindo a descriminalização do aborto. Preferiram a punição e em seguida saíram do partido ao invés de renunciar aos seus princípios e à coerência de sua consciência. Sem dúvida são exemplos a serem seguidos.   

     

    1. FORMAÇÃO DA FRENTE MUNICIPAL EM DEFESA DA VIDA E DA FAMÍLIA

    Vou aderir à formação da Frente Municipal em Defesa da Vida e da Família, mesmo que o meu Partido seja contrário a esta decisão”

     

    Se a vida é um valor inegociável, mesmo que certos partidos tenham incluído em seu programa a legalização ou descriminalização do aborto, o certo é aderir à Frente Municipal em Defesa da Vida. A defesa incondicional da vida humana não é somente uma questão moral, para salvar da morte algumas pessoas, aliás, muitas, mas é ainda mais uma questão política que fundamenta a convivência pacífica e democrática da sociedade sobre o princípio de igualdade entre todos e de respeito das diversidades, alicerce do estado de direito. Todos os regimes totalitários, de qualquer tendência política, sempre desrespeitaram a vida humana e as diferenças, seja nos métodos como chegaram ao poder seja nos resultados de suas políticas.                           

     

    Comissão Diocesana em Defesa da Vida

    Diocese de Guarulhos

  •  

     

    Salienta a Comissão, que a Igreja, através desta iniciativa, não expressa apoio a nenhum candidato, pretende antes, levar ao conhecimento dos fiéis católicos a posição dos candidatos que optarem em responderem o questionário, para servir de subsídio, no que diz respeito aos temas abordados.

     

    Comissão Diocesana em Defesa da Vida

    Diocese de Guarulhos

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