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	<title>Paróquia São Vicente de Paulo</title>
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		<title>BELO MONTE: O diálogo que não houve.</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 18:35:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Secretaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[PROJETO CF 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[﻿   BELO MONTE: O DIÁLOGO QUE NÃO HOUVE Carta aberta à Opinião Pública Nacional e Internacional   Venho mais uma vez manifestar-me publicamente em relação ao projeto do Governo Federal de construir a Usina Hidrelétrica Belo Monte cujas consequências irreversíveis atingirão especialmente os municípios paraenses de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Porto de Moz, Senador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" class="mcePaste" style="position: absolute; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden; top: 0px; left: -10000px;">﻿</div>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: normal; margin: 6pt 0cm;"><strong><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/belo-monte.bmp"></a></span></strong> <span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/belo-monte.bmp"><img class="size-full wp-image-214 alignright" title="belo monte" src="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/belo-monte.bmp" alt="" /></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left; line-height: normal; margin: 6pt 0cm;"><strong><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">BELO MONTE: O DIÁLOGO QUE NÃO HOUVE</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Carta aberta à Opinião Pública Nacional e Internacional</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Venho mais uma vez manifestar-me publicamente em relação ao projeto do Governo Federal de construir a Usina Hidrelétrica Belo Monte cujas consequências irreversíveis atingirão especialmente os municípios paraenses de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Porto de Moz, Senador José Porfírio, Vitória do Xingu e os povos indígenas da região.<span id="more-213"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">         Como Bispo do Xingu e presidente do Cimi, solicitei uma audiência com a Presidente Dilma Rousseff para apresentar-lhe, à viva voz, nossas preocupações, questionamentos e todos os motivos que corroboram nossa posição contra Belo Monte. Lamento profundamente não ter sido recebido. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Diferentemente do que foi solicitado, o Governo me propôs um encontro com o Ministro de Estado da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. No entanto, o Senhor Ministro declarou na última quarta-feira, 16 de março, em Brasília, diante de mais de uma centena de lideranças sociais e eclesiais, participantes de um Simpósio Sobre Mudanças Climáticas que <em>“há no governo uma convicção firmada e fundada que tem que haver Belo Monte, que é possível, que é viável&#8230; Então, eu não vou dizer prá Dilma não fazer Belo Monte, porque eu acho que Belo Monte vai ter que ser construída”. </em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Esse posicionamento evidencia mais uma vez que ao Governo só interessa comunicar-nos as decisões tomadas, negando-nos qualquer diálogo aberto e substancial. Assim, uma reunião com o Ministro de Estado Gilberto Carvalho não faz nenhum sentido, razão pela qual resolvi declinar do convite.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Nestes últimos anos não medimos esforços para estabelecer um canal de diálogo com o Governo brasileiro acerca deste projeto. Infelizmente, constatamos que esse almejado diálogo foi inviabilizado já desde o início. As duas audiências realizadas com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 19 de março e 22 de julho de 2009, não passaram de formalidades. Na segunda audiência, o ex-presidente nos prometeu que os representantes do setor energético, com brevidade, apresentariam uma resposta aos bem fundamentados questionamentos técnicos feitos à obra pelo <a href="http://www.cimi.org.br/?system=news&amp;action=read&amp;id=4595&amp;eid=354">Dr. Célio Bermann</a>, professor do curso de pós-graduação em energia do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo. Essa resposta nunca foi dada, como também nunca foram levados em conta os argumentos técnicos contidos na <a href="http://www.cimi.org.br/?system=news&amp;action=read&amp;id=5267&amp;eid=354">Nota Pública do Painel de Especialistas</a>, composto por 40 cientistas, pesquisadores e professores universitários.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Observamos, pelo contrário, na sequência a essas audiências, que técnicos do Ibama reclamaram estar sob pressão política para concluir com maior rapidez os seus pareceres e emitir a Licença Prévia para a construção da usina. Tais pressões políticas são de conhecimento público e motivaram, inclusive, a demissão de diversos diretores e presidentes do órgão ambiental oficial. Em seguida, foi concedida uma &#8220;Licença Específica&#8221;, não prevista na legislação ambiental brasileira, para a instalação do canteiro de obras. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">No dia 8 de fevereiro de 2011, povos indígenas, ribeirinhos, pequenos agricultores e representantes de diversas organizações da sociedade realizaram uma manifestação pública em frente ao Palácio do Planalto. Na ocasião, foi entregue um abaixo-assinado contrário à obra, contendo mais de 600 mil assinaturas. Embora houvessem solicitado uma audiência com bastante antecedência, não foram recebidos pela Presidente. Conseguiram apenas entregar ao ministro substituto da Secretaria Geral da Presidência, Rogério Sottili, uma carta em que apontaram uma série de argumentos para justificar o posicionamento contrário à obra. O ministro prometeu mais uma vez o diálogo e considerou a carta <em>&#8220;um relato que prezo, talvez um dos mais importantes da minha relação política no Governo (&#8230;) vou levar este relato, esta carta, este manifesto de vocês, osreclamos de vocês&#8230;&#8221;. </em>Até o momento, nenhuma resposta!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">As quatro audiências &#8211; realizadas em Altamira, Brasil Novo, Vitória do Xingu e Belém &#8211; não passaram de mero formalismo para chancelar decisões já tomadas pelo Governo e cumprir um protocolo. A maioria da população ameaçada não conseguiu se fazer presente. Pessoas contrárias à obra que conseguiram chegar aos locais das audiências não tiveram oportunidade real de participação e manifestação, devido ao descabido aparato bélico montado pela Polícia. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Até o presente momento, os índios não foram ouvidos. <strong>As &#8220;oitivas&#8221; indígenas não aconteceram</strong>. Algumas reuniões foram realizadas com o objetivo de informar os índios sobre a Usina. Os indígenas que fizeram constar em ata sua posição contrária à UHE Belo Monte foram tranquilizados por funcionários da Funai que as &#8220;oitivas&#8221; seriam realizadas posteriormente. Para surpresa de todos nós, as atas das reuniões informativas foram publicadas pelo Governo de maneira fraudulenta em um documento intitulado &#8220;Oitivas Indígenas&#8221;. Esse fato foi denunciado pelos indígenas que participaram das reuniões. Com base nestas denúncias, peticionamos à Procuradoria Geral da República investigação e tomada de providências cabíveis.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">A tese defendida pelo Sr. Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), de que as aldeias indígenas não serão afetadas pela UHE Belo Monte, por não serem inundadas, é mera tentativa de confundir a opinião pública. Ocorrerá justamente o contrário: os habitantes, tanto nas aldeias como na margem do rio, ficarão praticamente sem água, em decorrência da redução do volume hídrico. Ora, esses povos vivem da pesca e da agricultura familiar e utilizam o rio para se locomover. Como chegarão a Altamira para fazer compras ou levar doentes, quando um paredão de 1.620 metros de comprimento e de 93 metros de altura for erguido diante deles?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Julgo fundamental esclarecer que não há nenhum estudo sobre o impacto que sofrerão os municípios à jusante, Senador José Porfírio e Porto de Moz, como também sobre a qualidade da água do reservatório a ser formado. Qual será o futuro de Altamira, com uma população atual de 105 mil habitantes, ao ser transformada numa península margeada por um lago podre e morto? Os atingidos pela barragem de Tucuruí tiveram que abandonar a região por causa de inúmeras pragas de mosquitos e doenças endêmicas. Mas os tecnocratas e políticos que vivem na capital federal, simplesmente menosprezam a possibilidade de que o mesmo venha a acontecer em Altamira. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Alertamos a sociedade nacional e internacional que Belo Monte está sendo alicerçada na ilegalidade e na negação de diálogo com as populações atingidas, correndo o risco de ser construída sob o império da força armada, a exemplo do que vem ocorrendo com a Transposição das águas do rio São Francisco, no nordeste do país.  </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">O Governo Federal, no caso da construção da UHE Belo Monte, será diretamente responsável pela desgraça que desabará sobre a região do Xingu e sobre toda a Amazônia.  </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Por fim, declaramos que nenhuma “condicionante<em>”</em> será capaz de justificar a UHE Belo Monte. Jamais aceitaremos esse projeto de morte. Continuaremos a apoiar a luta dos povos do Xingu contra a construção desse “monumento à insanidade”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Brasília, 25 de março de 2011</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> <strong>Dom Erwin Kräutler</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Bispo do Xingu e Presidente do </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center; margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong><span style="line-height: 115%; font-family: Verdana; color: black; font-size: 11.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Cimi – Conselho Indigenista Missionário</span></strong></p>
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		<title>Dicas práticas para economizar energia e preservar o Planeta (final)</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Aug 2011 18:08:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Secretaria</dc:creator>
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		<category><![CDATA[PROJETO CF 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[﻿   Dicas práticas para economizar energia e preservar o Planeta (final)   - Não jogue pneus velhos na natureza. Ao serem queimados, os pneus geram uma substância cancerígena. Se ficarem abandonados a céu aberto, tendem a acumular água e tornam-se local propício para a proliferação de insetos. Além disso, levam mais de 600 (seiscentos) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" class="mcePaste" style="position: absolute; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden; top: 0px; left: -10000px;">﻿</div>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"><a href="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/imagesCAYA32QO.jpg"><img class="size-full wp-image-195 alignright" title="imagesCAYA32QO" src="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/imagesCAYA32QO.jpg" alt="" width="160" height="208" /></a></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;">Dicas práticas para economizar energia e preservar o Planeta (final)</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;">- <strong>Não jogue pneus velhos na natureza</strong>. Ao serem queimados, os pneus geram uma substância cancerígena. Se ficarem abandonados a céu aberto, tendem a acumular água e tornam-se local propício para a proliferação de insetos. Além disso, levam mais de 600 (seiscentos) anos para se decompor. A alternativa é <strong>encaminhá-los a centros de reciclagem</strong>.<span id="more-194"></span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><em>Ao descartar o lixo</em></strong></span><span style="font-family: Arial;"><strong>:</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;">- <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Não jogue pilhas e baterias antigas no lixo</strong>; existem farmácias, supermercados e lojas de operadoras de celulares que recolhem esses materiais.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;">- Lugar de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">lixo é na lixeira</strong>. Qualquer coisa jogada nas ruas, praças ou parques, entre outros, não apenas deixa a cidade mais feia, como entope bueiros e ralos, aumentando o potencial de enchentes em época de chuva.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;">GALLI, Fernanda Z.; in “Vida Pastoral”, Paulus, S. Paulo, março-abril 2011, p.30. Os grifos são nossos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana; color: blue;"><span style="font-size: small;">PERGUNTA</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;">O que vc faz para descartar esses objetos e lixos? Já está reciclando? Se sim, ótimo, parabéns! Há alguma(s) dica(s) que queira nos comunicar? Tecle para nós e conte-nos o que já faz e o que mais pretende fazer para colocar essas dicas em prática&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana; color: blue;"><span style="font-size: small;">DESAFIO</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;">Usando sua rede de amigos, espalhe ao máximo possível de pessoas essas idéias, para ajudar a salvar o nosso querido planeta desses venenos, que estão acabando com a pureza de nossa terra&#8230;</span></p>
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		<title>Dicas práticas para economizar energia e preservar o Planeta (III)</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Aug 2011 17:54:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Secretaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[PROJETO CF 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[DICAS PRÁTICAS PARA ECONOMIZAR ENERGIA E PRESERVAR O PLANETA (III) Ao fazer compras: - Carregue sempre uma bolsa de pano para levar o que comprou, em vez de usar sacos descartáveis de plástico ou papel. - Quando comprar produtos de madeira e papel, procure sempre os que trazem selos de certificação, como o do Conselho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>DICAS PRÁTICAS PARA ECONOMIZAR ENERGIA E PRESERVAR O PLANETA (III)</strong></p>
<p><strong><em><a href="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/dicas-para-preservar-o-planeta2.jpg"><img class="alignright" title="dicas-para-preservar-o-planeta" src="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/dicas-para-preservar-o-planeta2.jpg" alt="" width="147" height="173" /></a></em></strong></p>
<p><strong><em>Ao fazer compras</em></strong><strong>:</strong></p>
<p>- Carregue sempre uma <strong>bolsa de pano</strong> para levar o que comprou, em vez de usar sacos descartáveis de plástico ou papel.</p>
<p>- Quando comprar produtos de madeira e papel, procure sempre os que trazem <strong>selos de certificação</strong>, como o do Conselho de Manejo Florestal (FSC).<a href="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/dicas-para-preservar-o-planeta2.jpg"></a><span id="more-189"></span></p>
<p>- Prefira produtos que contenham <strong>ingredientes biodegradáveis</strong> e não tóxicos.</p>
<p>- Dê preferência a produtos com <strong>embalagens retornáveis</strong>, como de vidro, aço ou madeira. Assim, além de contribuir para a <strong>redução do consumo de energia</strong>, você estará ajudando a <strong>diminuir o acúmulo de resíduos tóxicos nos rios e mares</strong> e, principalmente, evitará jogar fora um material como o plástico, que demora centenas de anos para se decompor.</p>
<p>- Tente <strong>comprar somente a quantidade necessária</strong> daquilo que vai consumir. Assim, você evita jogar fora coisas que poderiam acabar poluindo o ambiente.</p>
<p>- Compre geladeiras, <em>freezers</em> e eletrodomésticos em geral levando em conta a <strong>eficácia energética</strong>, que pode ser observada em selos certificados pelo Programa de Combate ao Desperdício de Energia Elétrica (selo Procel de economia de energia).</p>
<p>- Embrulhos de presentes podem ser bonitos, mas o papel normalmente é jogado fora pouco depois de a pessoa ser presenteada. Pense na quantidade de papel e plástico gasta anualmente em embalagens com finalidade decorativa. Se você for o presenteado, tente <strong>reutilizar o papel do embrulho</strong>.</p>
<p>- <strong>Antes de abrir a geladeira, decida o que vai pegar</strong>, retirando todos os objetos selecionados. Ao abrir e fechar a porta várias vezes, há aumento da temperatura interna e conseqüente aumento da energia consumida pelo motor da geladeira para manter sua refrigeração.</p>
<p>GALLI, Fernanda Z.; in “Vida Pastoral”, Paulus, S. Paulo, março-abril 2011, p.30. Os grifos são nossos.</p>
<p><strong> </strong><strong>PERGUNTA</strong></p>
<p>Você já põe em prática alguma(s) dessas dicas também? Se sim, que bom, parabéns! Há alguma(s) outra(s) que você ou outros praticam e que queira nos comunicar? Tecle para nós e conte-nos o que já faz e o que mais pretende fazer para colocar essas dicas em prática&#8230;</p>
<p> <strong>DESAFIO</strong></p>
<p>Usando sua rede de amigos, espalhar ao máximo possível de pessoas essas idéias, para ajudar a salvar o nosso planeta, que está agonizando “como em dores de parto”&#8230;</p>
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		<title>DICAS PRÁTICAS PARA ECONOMIZAR ENERGIA E PRESERVAR O PLANETA. (II)</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 17:46:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Secretaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[PROJETO CF 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[DICAS PRÁTICAS PARA ECONOMIZAR ENERGIA E PRESERVAR O PLANETA (Continuação) - A reutilização de papel é importante para reduzir o número de árvores derrubadas e o consumo de energia durante a sua fabricação; por isso, use sempre os dois lados do papel, mantendo um bloco como rascunho. - Revise textos na tela do computador antes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/dicas-para-preservar-o-planeta1.jpg"></a></strong></p>
<p><strong>DICAS PRÁTICAS PARA ECONOMIZAR ENERGIA E PRESERVAR O PLANETA (Continuação)</strong></p>
<p><strong><a href="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/dicas-para-preservar-o-planeta1.jpg"><img class="alignright" title="dicas-para-preservar-o-planeta" src="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/dicas-para-preservar-o-planeta1.jpg" alt="" width="98" height="104" /></a></strong></p>
<p>- A reutilização de papel é importante para reduzir o número de árvores derrubadas e o consumo de energia durante a sua fabricação<span id="more-182"></span>; por isso, <strong>use sempre os dois lados do papel</strong>, mantendo um bloco como rascunho.</p>
<p>- <strong>Revise textos na tela</strong> do computador antes de imprimi-los.</p>
<p>- <strong>Não jogue fora alimentos</strong> que ainda possam ser reaproveitados. Busque novas receitas para aproveitar ao máximo tudo o que você comprou, como talos, folhas, sementes e cascas, que podem ter grande valor nutritivo.</p>
<p>- <strong>Não use produtos descartáveis</strong>, como copos, pratos e talheres. Prefira os que possam ser reutilizados.</p>
<p>- Faça a <strong>coleta seletiva de material</strong> diariamente, separando papéis, vidros, plásticos e metais. Atualmente, existem muitos locais, como supermercados, que recolhem o material para encaminhar para a <strong>reciclagem</strong>.</p>
<p>- <strong>Não acenda as luzes</strong> de sua ou escritório durante o dia, a menos que seja extremamente necessário. Abra as janelas e cortinas, tentando <strong>aproveitar ao máximo a luz natural</strong>.</p>
<p>- Quando o tempo não estiver frio, <strong>deixe de usar o chuveiro elétrico com a chave na posição de “inverno”</strong> (água mais quente), já que essa posição consome mais energia. Tome um banho frio ou morno. Independentemente da estação, <strong>tente limitar seus banhos a cerca de cinco minutos</strong>. Se possível, fechando a torneira enquanto se ensaboa.</p>
<p>- Sempre <strong>apague as luzes</strong> <strong>e desligue aparelhos</strong>, como o rádio ou a TV, quando não estiver nos recintos onde eles estão, e <strong>escolha lâmpadas fluorescentes, compactas ou circulares</strong>. Elas consomem menos energia e duram mais que as comuns.</p>
<p>- Ao usar o <strong>ferro de passar</strong>, grande quantidade de energia é gasta para aquecê-lo. Tente juntar a maior quantidade possível de roupas antes de utilizá-lo e passe todas de uma só vez, <strong>aproveitando o calor do ferro</strong>. O mesmo raciocínio vale para a <strong>máquina de lavar. </strong>Ligue-a somente quando ela estiver<strong> com toda a sua capacidade</strong> preenchida.</p>
<p>GALLI, Fernanda Z.; in “Vida Pastoral”, Paulus, S. Paulo, março-abril 2011, PP. 29-30. Os grifos são nossos.</p>
<p> <strong>PERGUNTA</strong></p>
<p>Você já põe em prática alguma(s) dessas dicas? Se sim, que bom, parabéns! Há alguma(s) outra(s) que você conhece e pratica e que queira nos comunicar também? Tecle para nós e conte-nos o que já faz e o que mais pretende fazer para colocar essas dicas em prática&#8230;</p>
<p> <strong>DESAFIO</strong></p>
<p>Espalhar ao máximo possível de pessoas essas idéias, usando sua rede de amigos, para ajudar a salvar o nosso planeta, que está agonizando “como em dores de parto”&#8230;</p>
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		<title>Dicas práticas para economizar energia e preservar o Planeta.</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Aug 2011 17:35:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Secretaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[PROJETO CF 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[Dicas práticas para economizar energia e preservar o Planeta   Uma mudança radical nos princípios que regem nossos hábitos de consumo seria o ideal – como dizemos popularmente, “o melhor dos mundos”, porém, se queremos que cada pessoa se incorpore realmente, temos de começar pelo que é viável para cada um. Não é necessário incorporar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dicas práticas para economizar energia e preservar o Planeta</strong></p>
<p><strong> <a href="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/planeta-terra.jpg"><img class="alignright" title="planeta-terra" src="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/planeta-terra.jpg" alt="" width="175" height="154" /></a></strong></p>
<p>Uma mudança radical nos princípios que regem nossos hábitos de consumo seria o ideal – como dizemos popularmente, “o melhor dos mundos”, porém, se queremos que cada pessoa se incorpore realmente, temos de <strong>começar pelo que é viável para cada um.</strong> Não é necessário incorporar todas as ações ecologicamente corretas ao mesmo tempo.</p>
<p><span id="more-178"></span></p>
<p>Após a fase de adaptação, as mudanças se tornam cada vez mais naturais, abrindo espaço para novas práticas e assim por diante. Quando menos esperamos, a <strong>coleta seletiva</strong> que fazemos em nossa casa estende-se ao vizinho, mais pessoas no supermercado começam a <strong>utilizar as sacolas retornáveis</strong> ao nos verem usando as nossas, que, além de “boas” para o planeta, ainda podem ser visualmente atraentes, e assim vamos formando uma <strong>grande rede transformadora</strong>, capaz de tornar possível a construção de um futuro que contemplará a <strong>real conservação</strong> de nossos recursos naturais e será <strong>mais sadio para as futuras gerações.</strong></p>
<p> <strong>“PONDO A MÃO NA MASSA”: DICAS PRÁTICAS</strong></p>
<p>(As dicas serão encaminhadas em três etapas:</p>
<p>1. O que fazer <strong>em casa</strong> (enviaremos em 2 partes);</p>
<p>2. <strong>Ao fazer compras</strong>;                       </p>
<p>3. <strong>Ao descartar o lixo</strong>.</p>
<p> <strong>O que fazer em casa PARTE 1</strong></p>
<p> - Ao escovar os dentes ou fazer a barba, abra a torneira somente quando precisar lavar a escova ou a lâmina de barbear. [Você sabia que, <strong>no Brasil, cerca de 40% (quarenta por cento) da água tratada é desperdiçada</strong>? Um homem que faz a barba com a torneira aberta pode chegar a gastar 65 (sessenta e cinco) litros de água...]</p>
<p>- Verifique sempre sua conta de água e observe a média gasta a cada mês. Uma variação acentuada pode indicar vazamento ou uso indevido, com desperdício desse precioso bem.</p>
<p>- Sempre verifique o encanamento e as torneiras em sua casa, para <strong>evitar vazamentos</strong>. Uma torneira pingando pode desperdiçar até 16 (dezesseis) mil litros por ano!</p>
<p>- Instale torneiras com aerador (aquelas peneirinhas localizadas no local de saída da água), mecanismo que <strong>reduz o desperdício.</strong></p>
<p>- Se precisar regar as plantas de seu quintal na época de seca, não o faça nas horas mais quentes do dia. Muita água será perdida antes de atingir as r<a href="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/planeta-terra.jpg"></a>aízes.</p>
<p>- Aproveite a <strong>água das chuvas para regar as plantas</strong>, armazenando-a em recipientes colocados nas saídas das calhas, lembrando-se de tampá-los para evitar a propagação de focos de mosquitos transmissores de doenças.</p>
<p>- <strong>Nunca use a mangueira para lavar a calçada</strong>. Prefira sempre uma vassoura.</p>
<p>(Continua)</p>
<p>GALLI, Fernanda Z.; in Vida Pastoral, Paulus, S. Paulo, março-abril 2011, p. 29. Os grifos são nossos.</p>
<p> <strong> </strong><strong>A PERGUNTA</strong></p>
<p> Você – ou alguém em sua casa – já põe em prática alguma(s) dessas dicas?</p>
<p> <strong>DESAFIO</strong></p>
<p> Colocar em prática as dicas acima, e ajudar os outros também a praticar. Enviar para o máximo de contatos possível.</p>
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		<title>RODOANEL &#8211; Trecho Norte em Guarulhos.</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 18:32:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Secretaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[PROJETO CF 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[RODOANEL EM GUARULHOS Como provavelmente todos já ouviram falar, está para sair do papel a construção do trecho norte do Rodoanel de São Paulo, cuja extensão terá mais de 22 km só em Guarulhos. E boa parte dessa obra se dará aqui em nossa região (Soberana, Lavras, Estrada de Nazaré, Fortaleza). O governo de SP, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>RODOANEL EM GUARULHOS<a href="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/rodoanel1.bmp"><img class="size-full wp-image-211 alignright" title="rodoanel" src="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/rodoanel1.bmp" alt="" /></a></strong></p>
<p>Como provavelmente todos já ouviram falar, está para sair do papel a construção do trecho norte do Rodoanel de São Paulo, cuja extensão terá mais de 22 km só em Guarulhos. <strong>E boa parte dessa obra se dará aqui em nossa região (Soberana, Lavras, Estrada de Nazaré, Fortaleza).</strong> O governo de SP, por meio da DERSA, quer concluí-lo até 2014, por causa da realização da copa do mundo de futebol, em meados daquele ano.<span id="more-210"></span></p>
<p>Mas <strong>será que</strong> <strong>essa obra gigantesca trará benefícios para Guarulhos?</strong> E as conseqüências para o meio-ambiente e para as famílias e propriedades afetadas, como serão ‘compensadas’?</p>
<p>Há dois traçados para a obra em nossa região. O primeiro ia <strong>separar desastrosamente os bairros de nossa região, de modo a perderem a ligação de uma parte com a outra</strong> e com a própria cidade de Guarulhos – pois o tipo de construção da estrada não permitiria a passagem de um lado para o outro naqueles pontos (dos bairros ‘cortados’ pela obra) –, por isso, com a intervenção das autoridades políticas de Guarulhos, <strong>foi apresentado um novo traçado</strong>, procurando não ‘cortar’ os bairros para que não fiquem isolados da cidade. Mesmo assim estamos prevendo <strong>perdas irreparáveis</strong> para os nossos munícipes por todo o trajeto do rodoanel, cujas ‘compensações’ propostas pelo governo paulista não seriam vantajosas para nós, como até hoje acontece com a implantação da ‘Dutra’ e do aeroporto, por exemplo.</p>
<p><strong>Uma saída que propomos seria a</strong> <strong>construção por túneis e viadutos</strong>, mas os responsáveis pela obra não querem, pois seria mais cara e demoraria mais também para a sua conclusão.</p>
<p>Podemos não ser totalmente contra essa obra mas queremos – e devemos! – nos informar fartamente sobre todos os detalhes da mesma, uma vez que <strong>ela afetará diretamente a nossa VIDA.</strong></p>
<p> <strong>PERGUNTA</strong></p>
<p>Você está informada(o) sobre essa obra? O que sabe e o que pensa disso tudo?</p>
<p><strong> DESAFIO</strong></p>
<p>Procure conhecer, via internet (Google), jornais, conversas com pessoas do seu bairro e escola, etc., tudo o que diz respeito a essa obra que vai afetar a vida de todos nós, não só para o bem, evidentemente.</p>
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		<title>Salve o Planeta. (II)</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 18:29:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Secretaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[PROJETO CF 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[PLANETA VERDE      As florestas precisam de ajuda. Estima-se que apenas 12% (doze por cento) das florestas mundiais se encontram em áreas de proteção ambiental, e maior parte das demais, segundo o WWF, estaria sujeita à devastação, sem monitoramento das autoridades. O trabalho de reverter o desmatamento também é insuficiente. Pois, de acordo com dados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/floresta.jpg"><img class="size-full wp-image-207 alignright" title="floresta" src="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/floresta.jpg" alt="" width="202" height="129" /></a></strong></p>
<p><strong>PLANETA VERDE</strong></p>
<p>     <strong>As florestas precisam de ajuda.</strong> Estima-se que <strong>apenas 12% (doze por cento) das florestas mundiais se encontram em áreas de proteção ambiental</strong>, e maior parte das demais, segundo o WWF, estaria <strong>sujeita à devastação</strong>, sem monitoramento das autoridades. O trabalho de reverter o desmatamento também é insuficiente. Pois, de acordo com dados das Nações Unidas, 95% (noventa e cinco por cento) das florestas em todo o mundo são naturais e apenas os restantes 5% (cinco por cento) foram replantados pelo homem.<span id="more-202"></span></p>
<p>     Atualmente, quase metade <strong>(47%) da cobertura florestal do mundo é tropical</strong>, cerca de 33% é boreal e o restante se localiza nas regiões temperadas. De acordo com um estudo feito pelo Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas, que utilizou centenas de imagens de satélite, somente 21,4% da área do globo correspondente às florestas são consideradas virgens (ainda inexploradas pelo homem) e com grande densidade de árvores. Cerca de 81% dessas regiões estão concentradas em apenas 15 países: Rússia, Canadá, <strong>Brasil</strong>, Estados Unidos, República Democrática do Congo, China, Indonésia, Peru, Colômbia, Bolívia, Venezuela, Índia, Vietnã, Austrália e Papua Nova Guiné, e <strong>quase metade</strong> <strong>está nos três primeiros países</strong>.</p>
<p>     Apesar de as florestas temperadas terem sido historicamente as mais afetadas pelo desmatamento, <strong>atualmente a floresta tropical é a que mais sofre destruição</strong>, sendo que cerca de 70% das áreas desmatadas, de acordo com a ONU – Organização das Nações Unidas – foram <strong>destinadas para a agricultura e a criação de animais.</strong></p>
<p>  (Vários Autores, em parceria com a WWF-Brasil, in <em>SALVE O PLANETA – Florestas</em>. Infoglobo Comunicações S.A., 2007, pp.8-12. Os grifos são nossos.)</p>
<p><strong> </strong><strong>PERGUNTA</strong></p>
<p>Você viu, pois, que 88% (oitenta e oito por cento) das florestas estão sem proteção ambiental&#8230;?! Concorda com essa devastação toda?! O que podemos fazer?!</p>
<p>Se não procurou ainda, procurar conhecer a WWF-Brasil, através do site <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.wwf.org.br/">www.wwf.org.br</a></span></strong>, e ajude no que puder essa ‘frente de defesa’ das florestas&#8230;</p>
<p> <strong>DESAFIO</strong></p>
<p>Colocar, mesmo!, em prática o que aprendemos na CF 2011: consumir menos, denunciar abusos, plantar árvores, ajudar as organizações que defendem as florestas, etc., etc., etc.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Salve o Planeta. (I)</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 18:15:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Secretaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[PROJETO CF 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[A TERRA E O HOMEM PRECISAM DAS FLORESTAS. Elas são o lar de numerosas espécies e fontes de alimento e remédios. Participam da regulação do clima e preservam as fontes de água doce. Mas, apesar de prestarem todos esses serviços, não são poupadas da destruição. Desde o início da civilização, há cerca de cinco mil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/amigos-conscientes.png"><img class="size-full wp-image-200 alignright" title="amigos conscientes" src="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/amigos-conscientes.png" alt="" width="254" height="129" /></a></strong></p>
<p><strong>A TERRA E O HOMEM PRECISAM DAS FLORESTAS</strong>.</p>
<p>Elas são o lar de numerosas espécies e fontes de alimento e remédios. Participam da regulação do clima e preservam as fontes de água doce. Mas, apesar de prestarem todos esses serviços, não são poupadas da destruição. Desde o início da civilização, há cerca de cinco mil anos, <strong>as atividades humanas reduziram as florestas a menos da metade da área original</strong>. Hoje, cerca de 20% dos continentes são cobertos por florestas. A estimativa é da Organização para a Alimentação das Nações Unidas (FAO). A mesma organização alerta que, ao longo do século XX e do início do XXI, <strong>o desmatamento aumentou, num ritmo sem precedentes históricos. <span id="more-199"></span></strong>O Hemisfério Norte pagou com as matas temperadas o preço do desmatamento. Pouca coisa restou delas. E <strong>os países tropicais vivem o dilema de crescer sem destruir. A Amazônia, a maior floresta tropical, é o exemplo mais notável</strong>. O Brasil e as demais nações amazônicas ainda estão em busca de modelos de desenvolvimento capazes de proteger a floresta. Na África, onde a pobreza e os conflitos armados alimentam a destruição das espetaculares florestas da República Democrática do Congo, a situação não é melhor.</p>
<p>Com as matas africanas, <strong>desaparecem as chances de sobrevivência do maior primata do mundo, parente próximo do homem, o gorila africano</strong>, um símbolo dessas matas.</p>
<p>  (Vários Autores, em parceria com a WWF-Brasil, in <em>SALVE O PLANETA – Florestas</em>. Infoglobo Comunicações S.A., 2007, pp.6-7. Os grifos são nossos.)</p>
<p><strong>PERGUNTA</strong></p>
<p>O que podemos fazer para evitar o desmatamento aqui no nosso país e lá fora? Como ajudar a salvar o gorila africano?</p>
<p> <strong>DESAFIO</strong></p>
<p>Conhecer o WWF- Brasil, suas matérias e lutas em favor das florestas, através do site <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.wwf.org.br/">www.wwf.org.br</a></span>, e procurar ajudar, pelo menos, no que for possível.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Consumo desenfreado de energia: por que combater?</title>
		<link>http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/?p=173</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 19:38:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Secretaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[PROJETO CF 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[﻿   O importante é trazer para o dia-a-dia nova maneira de pensar nossos atos, com destaque para a redução do consumo de energia. O consumo de energia é o principal foco dessa proposta de transformação, porque ela está embutida em tudo que consumimos. Está presente em todos os processos de transformação que ocorrem em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" class="mcePaste" style="position: absolute; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden; top: 0px; left: -10000px;">﻿</div>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt;"><a href="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/selo-procel.jpg"><img class="size-full wp-image-174 alignright" title="selo procel" src="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/selo-procel.jpg" alt="" width="89" height="124" /></a> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt;">O importante é trazer para o dia-a-dia <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">nova maneira de pensar nossos atos</strong>, com destaque para a <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">redução do consumo</strong> <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">de energia</strong>. <span id="more-173"></span>O consumo de energia é o principal foco dessa proposta de transformação, porque ela <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">está embutida</strong> <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">em tudo que consumimos</strong>. Está presente em todos os processos de transformação que ocorrem em nosso organismo, no ambiente terrestre ou no espaço sideral. Ou seja, para produzirmos todos os nossos bens de consumo, utilizamos energia. Para a produção do papel e dos alimentos que consumimos, para o fornecimento de água, descarte de dejetos etc., utilizamos energia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt;">Nesse sentido, tal proposta contempla <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">ações amplas que envolvem a redução do consumo</strong> energético em todos os setores envolvidos, não só na energia que chega a nossas cosas em forma de eletricidade. A <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">reciclagem</strong>, por exemplo, que vem sendo proposta há algum tempo, além de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">reduzir a quantidade de lixo</strong>, serve para <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">economizar energia</strong>. Assim como a produção de vidro reciclado, que gasta apenas 2/3 (dois terços) da energia necessária para sua produção inicial. O mesmo vale para a reciclagem do alumínio, a qual pode economizar até 95% (noventa e cinco por cento) da energia gasta para produzir alumínio novo, resultando não apenas na <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">economia de recursos naturais</strong>, como também na <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">redução de poluentes</strong> emitidos durante a fabricação. A energia gasta para produzir uma tonelada de alumínio novo poderia servir para fabricar 20 toneladas de alumínio reciclado!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8pt;">GALLI, Fernanda Z.; in VIDA PASTORAL, Paulus, S. Paulo, nº 277, mar-abr 2011, pp.28-29. Os grifos são nossos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt;"> </span><span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; color: blue;"><span style="font-size: small;">PERGUNTA</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt;">Você participa ativamente de alguma forma de reciclagem? <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Você procura economizar energia diariamente?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt;"> </span><span style="font-family: Verdana; color: blue;"><span style="font-size: small;">DESAFIO</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt;">Conte-nos o que está sendo feito em sua casa e em sua rua, escola, comércio, etc. em relação à reciclagem e economia de energia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt;">Dica de hoje: site do Banco do Brasil sobre o uso responsável da água; é só entrar: <a href="http://www.bb.com.br/">www.bb.com.br</a> e procurar o “Programa Água Brasil”.</span></p>
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		<title>Refletindo sobre nossos hábitos de consumo.</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Aug 2011 19:27:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Secretaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[PROJETO CF 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[Se acharmos que evoluímos cada vez mais como humanidade, esquecemo-nos de avaliar como utilizamos os recursos naturais imprescindíveis para esses avanços e de que forma e em que medida evoluímos. A idéia de que podemos continuar a viver tal como vivemos hoje é insustentável; se todas as pessoas do mundo consumissem como as pessoas dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/consumismo3.jpg"><img class="alignright" title="consumismo3" src="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/consumismo3-300x291.jpg" alt="" width="116" height="146" /></a></p>
<p>Se acharmos que evoluímos cada vez mais como humanidade, esquecemo-nos de avaliar como utilizamos os recursos naturais imprescindíveis para esses avanços e de que forma e em que medida evoluímos. <strong>A idéia de que podemos continuar a viver tal como vivemos hoje é insustentável;</strong></p>
<p><span id="more-165"></span><a href="http://diocesedeguarulhos.org.br/saovicentedepaulo/wp-content/uploads/2011/08/consumismo3.jpg"></a></p>
<p>se todas as pessoas do mundo consumissem como as pessoas dos países desenvolvidos consomem – na atualidade, cerca de 20% acima do que o planeta pode suportar –, entraríamos em colapso. Assim, se os países em desenvolvimento estabelecerem como meta tal modelo e o atingirem, precisaríamos de três planetas,em média, para suprir o nível de consumo!                                                                  (v. em <a href="http://wwf.org.br/wwf_brasil/pegada_ecologica">http://wwf.org.br/wwf_brasil/pegada_ecologica</a>)</p>
<p>GALLI, Fernanda Z., in Vida Pastoral, Paulus, S.P., março-abril 2011, n. 277, p. 28</p>
<p>PERGUNTA</p>
<p>Da autora acima citada: <strong>Qual é a questão, então?</strong> Que cada qual permaneça em seus índices de desenvolvimento humano sem pensar em condições melhores de vida para toda a população? Ou <strong>mudarmos a direção de nossas ações cotidianas e individuais</strong>, a fim de criar a grande rede restauradora que alinhe seus valores a uma sociedade mais justa e sustentável?</p>
<p> DESAFIO</p>
<p>Ainda da citada autora: É voltar ao passado que queremos ao dizer que “nada mais é como antigamente”? Ou seria melhor <strong>questionarmos e reformularmos o nosso modelo de desenvolvimento</strong>? As estatísticas do desenvolvimento em todo o mundo, <strong>o degelo nos pólos, os verões e invernos fora de época</strong> nos dizem que não se trata de saber se queremos ou não encontrar alternativas para o modelo de sociedade em que hoje vivemos; <strong>nós teremos de fazê-lo!</strong></p>
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